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O Poder Criativo do Nada!!


Como já mencionei anteriormente, eu tinha perdido minha fé quando cheguei aos últimos anos do colegial. Uma vez que minha maior ambição naquela época era tornar-me um cientista, devotei todo o meu tempo livre à leitura de livros de ciência – qualquer livro de ciência que pudesse ter em minhas mãos.

Estou falando dos idos anos 60. O movimento pela Criação era ainda latente, e livros sobre criacionismo ou apologética eram escassos. A maioria das pessoas não sabia como pensar crítica e cientificamente sobre a evolução. Tudo o que estava disponível era a doutrinação evolucionista que permeava todos os livros de ciência. Já que não havia nenhum grande desafio da parte do outro lado, os escritores evolucionistas eram, muitas vezes, arrogantes nas suas alegações. Eles frequentemente atribuíam poderes criativos para tudo que fosse concebível.

Pior, “tudo” era considerado evidência da evolução. Se um macaco coçava a cabeça, isso era evidência da evolução. Se um gorila era atraído para uma parte lisa em seu próprio corpo (e este é um incidente real), aquilo também era evidência da evolução. Não havia rigor nos escritos desses evolucionistas porque não havia ainda uma cobrança significativa por demonstração objetiva.

Uma das palavras-chave vista por todo lado era “aleatoriedade”. Todo evolucionista falava em aleatoriedade e acaso cego porque nada mais resta a não ser essas duas coisas quando se abandona a ideia de Deus. Éramos fortemente doutrinados em livros de ciência com a ideia de que a aletoriedade e o acaso cego eram grandes criadores. Eles eram os grandes deuses da ciência. Eu fui totalmente levado por essa propaganda durante algum tempo. Até o dia em que li algo, que mudou tudo!!

Eu li sobre a Lei da Biogênese, que afirma, com efeito, que vida provém SOMENTE de vida preexistente. A pasteurização de alimentos e a esterilização de equipamentos cirúrgicos decorrem do fato de que os átomos, no alimento ou na arena médica, simplesmente não brigam entre si para se tornar germes.

A partir daí, foi um longo caminho até que meu professor não-teísta me desafiasse em público. Surpreendentemente, ele desafiou a minha pressuposição ateísta. E como sou grato a ele hoje!

Em todos estes anos uma coisa se tornou clara para mim: quer se trate de ratos em um canto escuro da sua barraca, ou germes em sua ferida, a vida provém apenas de vida preexistente. O acaso cego e a aleatoriedade não criam. O nada tem apenas um poder criativo, ou seja: “nada”! De modo contrário, aleatoriedade e acaso cego definitivamente “destroem” as coisas.

Abiogênese foi um termo cunhado para se contrapor à Biogênese. A palavra permanece tão ou mais infrutífera hoje do que quando foi cunhada. Todas as leis da física e da química vão contra a Abiogênese. O Nada (a aleatoriedade e o acaso cego) não é um criador. É somente um destruidor da ordem.

Dr. Philip C. Johnson

[Dr. Philip C. Johnson é físico, com conhecimentos em física quântica nuclear, inter alia. É também especializado em apologética cristã, arqueologia bíblica e em vários outros campos].
Com mínimas adaptações  a partir do original.

Jesus Voltará

 

O calendário dos Maias foi utilizado como um dos ingredientes para o sucesso da atual febre cinematográfica hollywoodiana: 2012. Mas será que, no meio de tanto sensacionalismo fabricado a partir da película, alguém terá feito alguma reflexão séria sobre a cronologia dos Maias? Por que esse povo foi tido como inexpressivo no quesito conhecimentos matemáticos ou astronômicos? O que o calendário maia nos revela sobre o passado? Teria a cronologia maia alguma correspondência com o Dilúvio e a cronologia bíblica?

O livro Depois do Dilúvio, de  Bill Cooper B. A. Hons., editado pela Sociedade Criacionista Brasileira (210 páginas), depois de tratar da cronologia de Scaliger, renomado estudioso do Séc. XVI, aborda o interessante assunto da contagem maia às páginas 102-103:

 

Os Maias da América Central são um povo a respeito do qual se diz que não dominavam qualquer matemática de uma ordem particularmente elevada, nem qualquer astronomia teórica. Ora, os Maias instituíram uma contagem de tempo exatamente igual à que Scaliger elaborou, para resolver certos problemas cronológicos genealógicos com que se depararam ao reconstruir a sua própria história antiga. Do ponto de vista modernista, entretanto, o aspecto incômodo é o fato de que os Maias haviam aperfeiçoado a sua contagem dos dias cerca de seiscentos anos, ou mais, antes que Scaliger sequer tivesse existido. Scaliger, nos é ensinado corretamente, era um gênio. Os Maias, é-nos ensinado erradamente, não eram.

Mas por que nos é ensinado que os Maias não eram gênios? Por que os  modernistas insistem em nos dizer que os Maias não dominavam qualquer astronomia teórica, e nenhum sistema de matemática teórica, apesar de tantas evidências concretas em contrário? Em Chichen Itza, no México, repousam as ruínas de um gigantesco observatório que os Maias construíram, cujas galerias estão alinhadas com o Sol, a Lua e as estrelas. Com este observatório, em conjunto com outros observatórios com galerias também em alinhamento, os Maias eram capazes de predizer eclipses do Sol e da Lua com grande precisão, bem como medir o ciclo sinódico de Vênus com uma precisão atingida somente nos tempos modernos. Mas talvez exista mesmo algo sistemático na loucura modernista.

Se correlacionarmos a contagem Maia dos dias com a de Scaliger, vemos que o dia 1 dos Maias começou no dia Juliano 584283, que corresponde em nossos valores a 10 de agosto de 3113 a.C. (eu ponho isto numa quinta-feira) como o início da contagem Maia. Ora, a importância disso está no fato de que, embora o conceito Maia de tempo fosse cíclico, eles sabiam que a catástrofe mundial que havia encerrado a era anterior tinha sido ocasionada pela água, e que a sua era havia começado após aquela catástrofe. Em outras palavras, eles encaravam o dilúvio como encerramento da era antiga e o início da nova. E é aqui que ambas as contagens dos dias assumem uma enorme importância. A contagem de Scaliger, recordamos, levou-o ao ano inicial de 4713 a.C, sendo mais do que provável que essa data corresponda aproximadamente ao ano da Criação. Os Maias, porém, não iniciavam a sua contagem a partir da Criação, e sim a partir do dilúvio, e esse evento foi colocado em sua cronologia (e não na cronologia de Scaliger) no ano 3113 a.C. Subtraindo-se 3113 de 4713 resulta o período de 1.600 anos entre as datas da Criação e do dilúvio, período este que corresponde com aproximação notável ao período de 1.656 anos estabelecidos tão precisamente no registro de Gênesis. Não admira, portanto, que essa informação fosse hoje eclipsada pelo questionamento superficial feito relativamente à matemática e à astronomia dos Maias. Se eu fosse um modernista eu também questionaria!

Parece que a cronologia maia, entre outras, está mesmo destinada a desvelar um passado que serve não apenas para satisfazer a curiosidade humana, mas também para alertar o homem moderno de eventos que estão muito próximos de acontecer e que não deveriam apanhá-lo de surpresa. Disso já fomos avisados. Não por Hollywood, mas por quem conhece o fim desde o princípio e pode, portanto, anunciar o verdadeiro futuro:

E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem.” Mateus 24: 37-39

“…Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus.” Apocalipse 22:20

Leia mais sobre o fim do mundo aqui.

“Como Proteger a Evolução?” é o título de um pequeno mas esclarecedor post que Cornelius Hunter escreveu em seu blog Darwin’s God e que traduzo abaixo:

 

 

Recentemente, um estudante me fez esta pergunta:

Como você responde à acusação de que os que duvidam da evolução são todos criacionistas e, portanto, cientistas não confiáveis? 

Aqui, minha resposta:

Os evolucionistas frequentemente tentam proteger sua teoria, apelando para a tese do conflito. A tese do conflito, que primeiro ganhou popularidade no século XIX, afirma que a relação entre ciência e religião é caracterizada principalmente por antagonismo. Este modelo para a compreensão da relação ciência/religião tem-se mostrado errado muitas vezes. Os historiadores não o levam mais a sério, exceto como parte da história do pensamento evolutivo. Os evolucionistas, no entanto, continuam apelando para a tese do conflito como um recurso retórico.  

Este argumento é um dos muitos que revelam que a evolução hoje tem pouco a seu favor. Na verdade, não é preciso ser um historiador para ver o que há por trás desta versão particular da tese do conflito. Qualquer um minimamente familiarizado com o debate a respeito das origens sabe que o ceticismo quanto à evolução vai muito além dos círculos criacionistas. Na verdade, se os evolucionistas estão genuinamente interessados em localizar uma inclinação religiosa no debate sobre as origens, eles deveriam procurar mais perto de casa. O pensamento evolucionista surgiu de alegações religiosas que demandam uma origem naturalista. 

Original aqui.  

Resumo* do sermão pregado pelo Pr. Alejandro Bullón  em 07 de novembro de 2009, na Igreja Adventista do 7º dia do Setor M Norte, em Taguatinga – DF


“…À quarta vigília da noite, foi Jesus ter com eles, andando sobre o mar…” Mateus 14:22-33

Meu querido, o seu problema são os outros?

“Não tenho nenhum problema, Pastor. Meu único problema ― alguém já me disse ― é meu filho.” Quando pergunto se costumam abraçar e beijar os filhos, a resposta que ouço às vezes é:  ”Como vou abraçar e beijar um marmanjo desse tamanho?” Outros apontam que seu único problema é a economia, é o desemprego. “Meu problema é o mercado de trabalho”, dizem.

Em Nova Iorque, uma jovem estava me ouvindo pregar. Ela era estrangeira. Embora fosse formada em Administração de Empresas no seu país de origem, seus estudos de nada valiam na América. Não falava inglês, ainda que lesse e escrevesse bem o idioma. Para complicar a situação, ainda vivia nos Estados Unidos de forma irregular. Para sobreviver, submetia-se  a extenuantes jornadas de trabalho em sub-empregos que lhe pagavam no máximo 7 dólares por hora. Não era feliz, porque muitas vezes via somente passar a oportunidade de migrar para empregos compatíveis com sua capacidade, e com remuneração muito superior.

Voltando para casa, ela meditava: “o pastor disse que meu problema está dentro de mim”. Ajoelhando-se em casa, orou a Deus: “Senhor, qual é o meu problema?” Aos poucos foi percebendo a realidade. “Na verdade, sou covarde. Procuro sempre os piores empregos só porque vivo culpando as circunstâncias e repetindo a mim mesma: não adianta, não adianta. Não sei falar inglês, meu diploma não vale aqui e etc e etc…”

Poucos dias depois, viu no jornal o anúncio de uma seleção para pessoas com a sua formação. “Aí está meu novo emprego” ― ela disse a si mesma. Compareceu à primeira etapa, que consistia num teste escrito. O resultado foi surpreendente para ela: primeiro lugar, com grande diferença para o segundo pretendente mais bem colocado.

Na etapa seguinte, uma entrevista, foram os examinadores que ficaram surpresos: “Você não fala inglês?” “Não falo agora ― ela respondeu ―, mas daqui a um ano serei capaz de falar fluentemente.” A resposta foi inflexível: “Devia saber que para esse cargo é essencial falar inglês. Você está eliminada da seleção.”

Triste, ela retornou para casa e para a sua rotina. Quinze dias depois, recebeu uma ligação. Os examinadores da empresa haviam entrevistado vários outros concorrentes, mas nenhum deles causou uma impressão positiva o suficiente para fazê-los esquecer o excelente desempenho dela na prova escrita.

De volta à nova entrevista, ela ouviu a proposta:

“O que nos custaria, como empresa, pagar um curso de inglês para uma pessoa que se mostrou, na prova escrita, tão bem preparada para essa função? Decidimos que você não precisará trabalhar no primeiro ano na empresa. Apenas aprimorar seu inglês. Pagaremos seus estudos. Pode passar agora mesmo no nosso departamento de pessoal levando seus documentos para a contratação e acerto desses detalhes.”

Nesse momento ela corajosamente confessou: “Não tenho documentos”. A surpresa deles parecia ainda maior que a primeira. Antes, porém, que falassem qualquer coisa, ela se levantou e disse:

“Senhores, quando Deus ordenou a Abrão que saísse de sua terra e fosse para a terra que Deus haveria de lhe mostrar, Ele prometeu que abençoaria aqueles que o abençoassem. Sendo uma cristã, e estando apta para esse trabalho, se me ajudarem a resolver essa questão, se me contratarem, sei que Deus não deixará de abençoar esta empresa.”

Impressionados com sua determinação e coragem, eles não tiveram mais dúvidas. Hoje ela é uma grande executiva numa das grandes redes de lojas nos Estados Unidos.

Querido. Deus te ama muito. Deus quer resolver o teu problema. Mas o teu problema não está fora. Está dentro de você.

No meu segundo ano de Teologia, o Diretor da Faculdade me chamou para uma conversa:

― “Bullón, deixa de fazer teologia.”

― ”Como assim?” ― perguntei.

―”Não vê que não tem condições de ser um pastor? Você não consegue falar em público. Agora mesmo está aí com dificuldades até para falar comigo. Desista, filho. Será melhor que mude de opção. Para não prejudicá-lo, farei com que esses dois anos  de estudos sejam aproveitados em outro curso.”

Eu saí dali profundamente entristecido e fui me esconder numa plantação de milho para orar ao meu Deus. “Senhor qual é o meu problema? Por que tenho tanto medo de falar às pessoas? Quero ser um pastor. Sinto que me chamaste pra isto. Mas se queres mesmo que me torne um pregador, por favor arranca esse medo de mim.”

Deus me ouviu ali, e me curou. Em meu ministério, Ele me deu a alegria de poder pregar tanto para pequenos grupos como para multidões sem receio.

Querido. Você é o ser mais precioso que Deus tem nesta terra. Deus te ama muito. Aquele problema que não está fora, mas dentro de você, Deus quer resolver. Vai a Deus. Peça para que Ele te cure por dentro. Como Pedro, olhe para Jesus e você poderá andar sobre as águas, no meio da escuridão e das tempestades da vida. Deus te abençoe.

* Ainda que narrado em primeira pessoa, não se reproduz aqui “ipsis literis” o sermão, mas somente o extrato e o encadeamento das idéias principais.

Resumo* do sermão pregado pelo Pr. Alejandro Bullón  em 07 de novembro de 2009, na Igreja Adventista do 7º dia do Setor M Norte, em Taguatinga – DF

“…À quarta vigília da noite, foi Jesus ter com eles, andando sobre o mar…” Mateus 14:22-33

Naquela noite, no mar da Galiléia, os discípulos enfrentavam uma grande tormenta. Tudo parecia perdido até que Jesus apareceu. Quero lhes perguntar: Quando Jesus aparece na nossa vida, os problemas desaparecem? Sim ou não?

No momento em que Jesus apareceu aos discípulos, a tormenta acabou? (Congregação responde: ”Não”).

Então, quando Jesus aparece, isso significa que os problemas desaparecem? (Congregação responde: ”Não”).

Queridos. Quero que entendam uma coisa: Quando Jesus aparece, os problemas desaparecem. Ponto.

Como é isso, então?

Se o problema dos discípulos fosse a tormenta, ela teria desaparecido. Mas o problema dos discípulos não era a tormenta. O problema estava não fora deles, mas  dentro deles.

99% dos problemas que você tem não estão fora de você. Estão dentro de você.

Um dia uma senhora me ligou. “Pastor ela disse, ore por mim. Tenho um problema tremendo. Meu problema não tem solução.”

Perguntei: “Qual é o seu problema?”

“Pastor, devo 30 mil reais. Meu marido ganha  700 reais. Estou sendo ameaçada de morte se não pagar a quantia. Ele não sabe dessa dívida.”

Perguntei: “Por que não conta a ele?” Ela me respondeu: ”Se eu contar, ele me mata.”

Parecia mesmo um problema sem saída. Se conta, morre. Se não conta, também morre.

“Pastor, me ajude. Ore por mim. Não tenho 30 mil reais.”

“Sim. Mas qual é o seu problema?”  voltei a perguntar.

“Pastor, como assim? Já lhe contei: devo 30 mil reais, meu marido não sabe…”

Ela só veio a entender minha insistência um pouco depois, quando comecei a explicar:  ”este não é o seu problema. Se eu orasse pedindo que caísse do teto 30 mil reais, e isso acontecesse, seu problema estaria resolvido? Qual é, de fato, o seu problema?  Seu problema não é que está devendo. Seu problema é outro básico: é que não pode ganhar 10 e gastar 11. Seu problema é não controlar seus gastos.”

Em seguida, ela reconheceu:

“Pastor, de fato, sua pergunta e resposta foram muito sábias. Eu nasci no interior de um estado do nordeste do Brasil. Quando criança e adolescente a resposta padrão que ouvia em casa para quase todos os meus pedidos era: ‘não temos dinheiro’. Uma excursão? Não há dinheiro. Uma roupa nova? Não há dinheiro.  Com o tempo fui me acostumando a pedir dinheiro emprestado às pessoas. Isso chegou a um ponto em que eu devia à metade da cidade onde vivíamos. Mal conseguia sair nas ruas.

Um dia, tomei a decisão de partir. Consegui uma carona para São Paulo. Lá chegando, pensei: estou livre. Aqui ninguém me conhece. Começarei uma vida nova. Mas o fato é que, quando menos percebi, já tinha começado o mesmo processo de antes…”

Como poderia resolver o problema assim? Indo para o Japão para ficar devendo a todos os japoneses? Depois para a Rússia, a fim de se endividar também com  todos os russos?

Problemas que não estão fora de nós. Mas dentro. Quando Jesus chegou, resolveu o problema de Pedro: o medo, a falta de fé, de confiança. Ele começou, então, a andar sobre as águas. Quando Jesus entra no coração, Ele traz a solução e resolve o problema. Resolvido o problema do lado de dentro, você pode fazer proezas mesmo no meio da tempestade e da escuridão.

“Pastor, não tenho nenhum problema. Meu único problema, na verdade, é o mulherengo do meu ex-marido.”

Esta era outra senhora que me contava seu drama.

“Quando o conheci, ele não era ninguém. Não tinha estudos. Cheguei a pagar para que ele estudasse e fizesse uma faculdade. Até isso fiz. Mas hoje que já está formado, veja o que recebi como recompensa: ele fugiu, trocando-me por uma garota mais nova que eu.”

Pouco tempo depois, conheci o dito rapaz, que me confidenciou: “Pastor, vendo da perspectiva de hoje, eu tenho que reconhecer que ter ficado aqueles anos com minha ex-esposa foi um milagre. Sim, eu reconheço o quanto ela me ajudou em meus estudos. Serei sempre grato a ela por isso, mas em nossa convivência ela agia como se houvesse me comprado. Ela era extremamente controladora. Eu nunca podia fazer nada. A opressão foi tão intensa que a única alternativa que vi como solução foi sair de casa. Diferentemente do que ela afirma, não fugi com outra pessoa. Fiquei três anos sozinho antes de me unir à nova esposa com quem vivo  hoje.”

O curioso disso tudo é que para aquela ex-esposa o pedido de ajuda era: “Pastor, quero meu marido de volta.”

“Mas ele já está com outra pessoa…” ― eu argumentava. “Não importa. Deus não pode tudo? Que Ele faça qualquer coisa,  contanto que eu o tenha de volta.”

Querido. O seu problema também são os outros? Não teria sido menos doloroso ajoelhar-se e dizer a Deus: Senhor, por que sou assim tão controladora? Por que ajo como se fosse a proprietária do meu esposo? Podes mudar isso dentro de mim? (Continua)

* Ainda que narrado em primeira pessoa, não se reproduz aqui “ipsis literis” o sermão, mas somente o extrato e o encadeamento das idéias principais.

Os Canais da Esperança

Futuro com Esperança TV2

Ligar o PC ou o notebook é também ligar a TV. Para quem ainda não teve a agradável experiência de começar a assistir à excelente programação da TV Novo Tempo (foto) assim que liga seu computador ou notebook, numa janela que se abre automaticamente no canto inferior direito da tela, aponto o caminho da novidade.

Basta instalar o ótimo programa criado pelo Marcelo Paes e o Carlos Magalhães, e disponibilizado aqui pelo Canal da Esperança. É um recurso utilíssimo. Diferentemente do que  acontece algumas vezes quando pesquisamos “o que está passando” nas TVs abertas e mesmo em outras TVs a cabo  (“pular” de canal em canal tentando “salvar” algum programa que respeite, no mínimo, nossa inteligência de telespectador ou que seja compatível com os princípios cristãos), com esse programa temos o conforto de escolher entre o que é bom e o que é igualmente bom: mais de 20 canais,  entre eles a TV Hope International, a TV Novo Tempo Europa, a nossa TV Novo Tempo, a Esperanza TV,  e rádios como a UNASP, a Maranatha, entre outras. Áudios com estudos bíblicos ou com as palestras do saudoso Pr. Roberto Rabelo também estão disponíveis, além das músicas do Hinário Adventista.

Resumindo, usando a linguagem própria do mundo da tecnologia da informação, este programinha gratuito é um must-have. Todo cristão adventista com acesso à Internet pode (e deveria) ter um instalado em seu micro ou notebook e divulgar a novidade entre os amigos.

Créditos da Foto: Marina Milanelli

Design e as Pegadas na Areia

Em resposta à conclamação do amigo lusitano Marcos Sabino (“O desafio que eu lanço aos cristãos que acompanham este blogue é que participem activamente no debate Criação vs. Evolução…”) e também em comemoração ao aniversário recente do seu blog A Lógica do Sabino, reproduzo aqui um dos seus posts, recheado de links interessantes:

Pegadas na areia

Todos nós já deixamos as nossas pegadas na areia da praia. Umas são grandes, outras são pequenas. Umas são mais largas, outras menos. E elas lá permanecem até que venha uma onda e as apague totalmente.

Imagina agora que vais para uma praia pouco frequentada. Reparas que há um par de pegadas na areia junto ao mar. Tu não viste ninguém a deixá-las ali. Será que aquelas pegadas foram produzidas pelas forças naturais das marés e do vento ou, antes, foram deixadas ali por alguém? Qual seria a tua resposta?

Se pensaste como eu, respondeste: foram deixadas ali por alguém. Repara que tu não viste ninguém a fazê-las nem conheces nada a respeito do autor delas. Não sabes o nome dele, onde mora, se é casado, etc… não sabes mesmo nada. Além disso, ele nunca falou contigo ou comunicou de alguma outra maneira. A tua experiência diz-te que aquele tipo de marcas são sempre o resultado da acção humana. Tu já viste várias vezes as pessoas deixarem pegadas na areia e, como tal, concluiste que aquelas também foram feitas por alguém.

Da praia para o interior dos seres vivos

Agora vamos virar a nossa atenção para os seres vivos. Muito se discute sobre como eles vieram á existência. Deus criou-os ou eles foram-se criando a eles mesmos, sem intervenção de ninguém?

Os avanços da ciência possibilitaram conhecermos o interior dos seres vivos. Dentro deles, operam verdadeiras máquinas biológicas altamente sofisticadas que, em coordenação, desempenham várias funções. Imagina a melhor máquina alguma vez construída pelo homem. Pois bem, fica sabendo que essa máquina, seja o que for, não se compara ao design encontrado nos seres vivos.

Actualmente, a ciência sabe que as esponjas possuem tecnologia de fibra óptica, os cílios primários (estruturas presentes dentro das células humanas) operam do mesmo modo que um sistema de GPS, as moscas têm sensores acústicos altamente apurados e são o mais sofisticado engenho voador do planeta, as asas das borboletas actuam como minúsculos receptores de energia solar, as escamas dos besouros actuam como cristais fotónicos, alguns insectos usam infravermelhos para encontrarem comida, o cérebro humano supera, de longe, o melhor dos computadores, as plantas possuem termóstatos, os peixes eléctricos possuem um regulador de iluminação, etc. A lista é infindável. E muitas mais estruturas faltam ser descobertas pela ciência.engenho3

Nenhum de nós viu alguém a projectar e a “construir” estes sistemas biológicos. Mas a nossa experiência diz-nos que este tipo de estruturas é sempre o resultado de uma mente inteligente. Nós sabemos, pela observação, que estruturas como fibra óptica, infravermelhos, computadores, termóstatos, etc, vêm à existência apenas porque alguém as cria. Mesmo não vendo a pessoa que as criou, nem sabendo nada a seu respeito, nós sabemos que elas foram criadas por intermédio de alguém. A nossa experiência empírica diz-nos isso.

CONCLUSÃO

Semelhantemente às pegadas na areia, também as estruturas biológicas aqui faladas foram criadas por alguém. Elas não surgiram sem intervenção inteligente. A nossa experiência mostra-nos isso, mesmo se não soubermos nada a respeito do seu criador.

Mas Deus revelou-se ao ser humano através da Sua Palavra e tu hoje podes conhecer este maravilhoso Criador. Ele já fez o trabalho todo ao morrer na cruz por cada pecado nosso. Ele não tinha de vir à Terra em forma humana… não deixaria de ser Deus. Mas Ele quis fazê-lo porque não quer que tu te percas.

E é tão fácil chegares a Deus: “Porque, se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo” (Romanos 10:9)

24102009(005)

“Era o dia da preparação, e começava o sábado.” Lucas 23:54 Não sei se o detalhe vai ser apresentado durante as palestras do Pr. Mark Finley, mas muitas pessoas, mesmo entre aquelas que tiveram alguma instrução de cunho religioso, desconhecem como se faz a divisão dos dias da semana (quando começa um e termina o outro) de acordo com o registro bíblico. O verso acima é um dos que indicam a forma como essa divisão era feita, já que segue o relato da crucifixão e morte de Cristo, ocorrida na tarde da sexta-feira, chamado “o dia da preparação”, e aponta para o começo imediato do sábado, que ocorria com a chegada do pôr-do-sol. Dada essa breve explicação, e considerando a forma bíblica de dividir o tempo, estamos a poucos minutos do término do último dia dessa contagem regressiva para o início do “Futuro com Esperança”.

Hoje, dia de Escola Sabatina e Culto Divino nas igrejas adventistas, os membros receberam as últimas orientações para o projeto. Algumas exibiram vídeos sobre a programação. Muitos irmãos retiraram mais livros ou convites para distribuir entre vizinhos, parentes e amigos. Em minha igreja, o pastor Jair Góis, Ministerial da União Centro-Oeste Brasileira (UCoB), pregou um animador sermão com o tema “Por que Jesus ainda não voltou?”, convidando a igreja ao trabalho e ao preparo devido para a volta de Cristo a qualquer tempo. O culto foi encerrado com o batismo de quatro novos membros (foto). Outros batismos ocorrerão à noite, já no auditório do Centro de Convenções.

São momentos de expectativa. Muito se falou do assunto durante e após o almoço. Na casa de minha sogra, depois de uma leitura relacionada não diretamente com o tema, oramos ainda assim pelo início do evangelismo de hoje à noite, conscientes de que há sempre a preocupação com um ou outro imprevisto.

Como diz o site oficial do programa, o primeiro dia do evangelismo “Futuro com Esperança” reserva momentos de inspiração e muita emoção.

Combinados os últimos detalhes com a família a quem convidamos, estamos prontos para sair em direção ao Centro de Convenções. A programação, como já foi bem anunciado, poderá ser acompanhada pelo Canal Executivo às 19h30, pela SKY 141 (21h), pela rádio e TV Novo Tempo ou nas várias igrejas adventistas do Brasil e da América do Sul.

 

30122008(001)

 

Enquanto eu almoçava com os amigos do trabalho e os presenteava com meus últimos cinco exemplares do livro “Tempo de Esperança” (mais por adquirir), minha esposa tratava dos últimos detalhes com uma amiga – a quem convidou para ir conosco ao Centro de Convenções durante a semana – sobre como será o programa “Futuro com Esperança”.  Parece que teremos de conseguir mais alguns ingressos, já que a amiga manifestou o interesse de assistir pelo menos a três palestras presencialmente com a família.

O Pr. Mark Finley e sua esposa chegaram ontem à tarde. À noite, foram entrevistados no programa “Anjos da Esperança”, que foi transmitido direto da Esplanada dos Ministérios, tendo como cenário, ao fundo, o Congresso Nacional (leia mais aqui).

O quarteto “Arautos do Rei” vem de passagem pelo Instituto Adventista Brasil Central, em Goiás, onde se apresenta desde ontem. No Twitter do grupo, a informação mais recente é a de que ensaiaram hoje mais algumas músicas que serão apresentadas durante o evangelismo aqui em Brasília e também em Cochabamba, na Bolívia.

Outra notícia interessante, que revela o clima de preparo e expectativa para esse evento, é a de que todos os funcionários da Divisão Sul Americana da Igreja estiveram em jejum e oração no dia de ontem pelo sucesso do projeto. Sucesso que, na visão cristã, significa ver muitas almas ganhas para o reino de Deus e aguardando a breve volta de Jesus.

A igreja de Cristo na Terra foi organizada para fins missionários, e o Senhor deseja ver a igreja inteira idealizando meios pelos quais elevados e humildes, ricos e pobres, possam ouvir a mensagem da verdade.

Testimonies, vol. 7, pág. 21.

 Imagem do celular: Brasília, Ministério da Justiça.

 papelfuturo

 22102009(001) 

Hoje recebi meus ingressos para o “Futuro com Esperança” (foto acima). São poucos. Dão para umas duas noites, considerando que eu não devo ir sozinho, mas acompanhado de alguns amigos.  Aliás, esta é a recomendação que tem sido feita desde o início do projeto: o Centro de Convenções deverá ser ocupado de maneira que nossos amigos visitantes tenham a preferência dos assentos. Assim, os membros da igreja que queiram assistir às palestras presencialmente devem levar ao evento pelo menos um convidado.

Cada igreja recebeu uma cota de convites. Obviamente, não dá para reunir todas os membros da região, mais os convidados, no espaço do auditório. Pelo que percebo do próprio ingresso, as igrejas  terão uma região delimitada (R-7, a da minha). Não sei se todas organizaram a distribuição dos seus ingressos dividindo-os pelos dias da semana. A minha o fez, e acho que é o que deveria ser feito a fim de evitar que um número muito grande dos membros e convidados resolva assitir à mesma palestra presencialmente, ao mesmo tempo, ocasionando superlotação. Num dos dias em que pretendo assistir “ao vivo” à pregação do Pr. Mark Finley, soube que será realizado o batismo do subcomandante do destacamento do Corpo de Bombeiro de Atafona em Campos dos Goytacazes, interior do Rio de Janeiro, fruto de uma das campanhas do projeto “Impacto Esperança”, do ano passado. 

Que tudo transcorra com ordem e tranquilidade, a fim de que nossos convidados, estejam no auditório ou em nossas igrejas,  sejam tocados, assim como nós, pela mensagem do evangelho. Assista aqui à chamada do “Futuro com Esperança”.

 

Passando perto do Centro de Convenções Ulysses Guimarães (... on Twitpic

Faltam apenas quatro dias para o início da semana de evangelismo “Futuro com Esperança”, de 24 a 31 de outubro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães – Brasília (ao fundo, na imagem do celular, e mais próximo, numa foto no blog do Pr. Luís Gonçalves), às 19h30, com o Pr. Mark Finley, orador do programa “It’s Written” e um dos vice-presidentes da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia.

Mark Finley já dirigiu centenas de séries evangelísticas, tendo pregado o evangelho em mais de 80 países. Foi o primeiro pastor adventista a dirigir uma série evangelística via satélite e também o primeiro líder evangélico a realizar conferências missionárias no palácio do Kremlim, na Rússia, depois do colapso da  União Soviética (Leia mais sobre isso aqui).

“Futuro com Esperança” será transmitida por satélite para a América do Sul. Em alguns países, a série poderá ser vista em TV aberta. Aqui no Brasil, as palestras serão veiculadas pelo Canal Executivo, às 19h30, e reprisadas um pouco depois na SKY 141 (21h), nas igrejas adventistas (20h), que esperam reunir um grande número de interessados em ouvir a Palavra de Deus, e na Rádio (20h) e TV Novo Tempo  (21h).  A campanha evangelística contará ainda com a presença do quarteto Arautos do Rei e o apoio do site Futuro com Esperança, onde se fará repercussão das atividades da semana e onde o próprio Pr. Mark Finley responderá a questões dos internautas.

Faltando 182 dias para o tão esperado aniversário de cinquenta anos de Brasília, vamos orar para que, depois desta semana, muitos aqui tenham razões para celebrar não apenas o aniversário de uma cidade, mas também o próprio “novo nascimento”, juntamente com o ”novo nascimento” de milhares que serão alcançados via satélite neste arrrojado esforço evangelístico.

“E vi outro anjo voando pelo meio do céu, e tinha um evangelho eterno para proclamar aos que habitam sobre a terra e a toda nação, e tribo, e língua, e povo.” Apoc. 14:6

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Vários anos atrás, um rapaz que aparentava ser inteligente veio até mim para dizer:

- Senhor, sou um estudante universitário de engenharia. Tenho lido a Bíblia por algum tempo e vim até o senhor para argumentar que Deus não existe. Ouvi dizer que o senhor é um apologista, e também um físico, então o senhor e eu poderíamos ter uma conversa interessante.

Fiquei feliz em conhecê-lo e o convidei para vir a minha casa.

No dia marcado, ele me visitou, e estava excepcionalmente ansioso para falar. Mais uma vez lhe perguntei se ele tinha certeza de que queria discutir comigo, e ele afirmou que sim. Então questionei se ele pretendia manter a conversa estritamente em nível científico, uma vez que era isso o que ele tinha afirmado antes. Ele confirmou que manteria os seus argumentos estritamente em nível científico, e acrescentou que esta seria a abordagem adequada, já que ele era um estudante de engenharia e considerando que eu tinha um “background” em Física.

Sem demora, convidei-o, então, a apresentar pelo menos uma evidência experimental ou observacional que provasse a inexistência de Deus. Subitamente, ele foi tomado pelo silêncio. Na verdade, ele ficou pasmo. Ele havia lido muitas publicações escritas contra Deus, e pensava que todas elas eram argumentos científicos, mas quando confrontado a sustentar sua alegação de que usaria a ciência para argumentar contra a existência de Deus, ele não foi capaz de apresentar uma única evidência nesse sentido.

Então ele me pediu para listar as minhas razões para crer em Deus, dizendo-me que refutaria todas elas. Perguntei-lhe se esta refutação equivaleria a uma “prova científica” de que Deus não existe. Ele parou novamente por alguns instantes e, em seguida, admitiu que tal refutação não equivaleria a uma prova científica de que Deus não existe.

Em seguida, lembrei-lhe de que desde o momento em que me procurou, ele estava trabalhando com a premissa de que “refutaria” a existência de Deus usando “provas científicas”. Depois de muito silêncio, ele me pediu que lhe concedesse o tempo de algumas semanas, depois das quais ele certamente voltaria com essas provas.

O rapaz nunca mais voltou. Eu ainda espero por ele. Embora muitas pessoas afirmem que a ciência tenha refutado a Deus, eu espero por esse rapaz em vão, porque ninguém jamais provou que Deus não existe.

Dr. Philip C. Johnson

[Dr. Philip C. Johnson é físico, com conhecimentos em física quântica nuclear, inter alia. É também especializado em apologética cristã, arqueologia bíblica e em vários outros campos]

Com pequenas adaptações a partir do original.


imagem5_132x176 A palavra “luz” aparece 319 vezes na Bíblia. “Paz”, 344 vezes. O nome “Davi”, mais de 1.000 vezes. O adjetivo “imortal” aparece uma única vez, e refere-se a Deus, não à alma humana.

Cada vez que vejo estatísticas como estas – ainda que possa  haver uma ou outra divergência quanto a elas, dependendo das versões do texto bíblico e dos termos pesquisados –, fico imaginando o trabalho e a metodologia de quem garimpou estes dados antes ainda da era digital.

Tomo como exemplo a frequência com que encontro “princípio” ou “princípios” nos escritos de Ellen White. Usando o método “pioneiro”, tendo em mente um cenário somente com livros impressos, eu teria o trabalho de contar e registrar em separado cada ocorrência, com as devidas observações.

Vejo que o termo é muitas vezes usado de uma forma mais ou menos genérica, ainda que acompanhado de um qualificador, como na citação abaixo:

Os princípios do Céu devem estar no primeiro lugar na vida e todo passo avançado que se dê na aquisição de conhecimento ou na cultura do intelecto, deve ser no sentido da assimilação do divino pelo humano.

Fundamentos da Educação Cristã, p. 543

Outras vezes, no singular, pode vir seguido de uma locução com caracterização mais específica. É o caso, por exemplo, do “princípio do desinteresse pessoal”, que encontro nesse trecho do livro “Mensagens aos Jovens”:

Ninguém pode exercitar verdadeira beneficência sem abnegação. Unicamente por uma vida de simplicidade, de renúncia e estrita economia, nos é possível realizar a obra a nós designada como representantes de Cristo. O orgulho e a ambição mundanos precisam ser expelidos de nosso coração. Em toda nossa obra, o princípio do desinteresse pessoal revelado na vida de Cristo tem de ser desenvolvido. Nas paredes de nossa casa, nos quadros, na mobília, devemos ler: Recolhe “em casa os pobres desterrrados”. Em nosso guarda-roupa, cumpre-nos ler: “Veste o nu.” Na sala de jantar, na mesa coberta de abundante alimento, devemos ver traçado: Reparte “o teu pão com o faminto.” Isa. 58:7

Mensagens aos Jovens, p. 320

Hoje, já com a facilidade para a busca de palavras ou expressões num texto eletrônico, e mantido o mesmo argumento de pesquisa, seria fácil encontrar e reproduzir aqui um grande número de referências (ou descobrir o número total delas). Mas a estatística não deve ser mais interessante, nem mais importante, do que a reflexão que as mensagens desses textos podem nos proporcionar. Por hoje, estas duas já são suficientes para uma boa meditação.

Enc 14

Perdemos o Japão, mas não perdemos a Itália. O segundo “Encontrinho”, um aconchegante evento espiritual e social para casais, promovido pela equipe do Departamento de Lar e Família da Igreja Adventista de Ceilândia Sul, aconteceu no sábado, 8 de agosto, naquela Igreja. Nessa segunda edição (a primeira teve o Japão como tema social), os organizadores escolheram a Itália como “destino” e motivo de decoração. De “Encontrinho”, assim no diminutivo,  o evento só tinha mesmo o nome carinhoso, porque foi mesmo um “encontrão” (no sentido de que foi muito, muito bom!  Eccellente! Tendo este como referência, uma pena não termos ido ao primeiro).

Durante a tarde,  no salão lateral, onde  funciona a classe dos jovens, o  Diretor dos Ministérios da Família e Fidelidade no Planalto Central, Pr. Ibson Roosevelt, dirigiu as mensagens espirituais : 12 dicas para ter um casamento “à prova de fogo”. Tendo a Bíblia como fundamento  e usando como exemplificação algumas cenas do filme “Prova de Fogo”, da BV Filmes, a mesma equipe criadora de “Desafiando Gigantes”, o pastor discorreu de maneira concisa, porém direta e impressiva, sobre o plano de Deus para o casamento, inserindo nas mensagens conselhos sobre comunicação, fidelidade, confiança mútua, planejamento, sexualidade, romantismo, vida espiritual, entre outros, e apresentando acima de tudo o amor, não como um sentimento apenas, mas como um princípio que deve se manifestar através da ação.

No começo da noite, os casais, juntamente com o pastor, dirigiram-se à nave da igreja, onde houve momentos de testemunhos, perguntas e respostas e mais algumas orientações sobre os 48 fascículos da série “Construindo um Lar Feliz”, excelente publicação da Divisão Sul Americana especialmente voltada para a família (todos os casais receberam os fascículos ao final do programa). Enquanto isso, o salão, que já estava decorado com motivos vermelho e verde, foi transformado numa acolhedora cantina italiana e preparado para  o momento de confraternização final. Tudo feito com muito carinho pela equipe de colaboradores do Departamento de Lar e Família da Igreja. Desde a preparação dos alimentos e a decoração das mesas e janelas até à caracterização dos garçons, um primor de organização  e bom gosto! (Havia bebida? Claro!! Muito suco de uva! Frutt’s da Superbom! Bebida alcoólica é artigo que, obviamente, não faz parte da dieta adventista.) Nossos parabéns e nossa gratidão - tante grazie! -  a todos os irmãos e irmãs que idealizaram e ajudaram a construir esse momento tão especial.

O “Encontrinho” tem ainda uma extensão: os casais participantes do evento, depois de estudarem os temas dos fascículos “Construindo um Lar Feliz”, terão um reencontro para reforçar as lições aprendidas. Transcrevo, abaixo, reorganizados numa ordem diferente da que aparece na publicação, mas também coerente, alguns trechos extraídos dos três primeiros fascículos:

“Amor é o mais profundo ato que caracteriza um ser humano. Somos completos quando amamos e nos tornamos como que uma extensão direta do coração de Deus, quando agimos com amor!”

“O plano de Deus para o coração do homem é aproximá-lo constantemente da fonte do amor original. Ele deseja que aprendamos dEle, para poder compartilhar com nossos queridos. O verdadeiro amor não é apenas o que você sente, mas especialmente o que você faz!

“Se o amor não funcionar em casa, não funcionará em lugar algum. Da mesma maneira, se você for um cristão em casa, certamente o será em todos os outros lugares”

“Quando uma família anda com Cristo, há uma transformação no lar:

  • as palavras tornam-se amáveis
  • os erros são admitidos
  • as atenções são naturais
  • as piadas sarcásticas desaparecem
  • a confiança é demonstrada
  • o amor substitui a rudeza
  • o olhar é de compaixão
  • as pessoas nunca são usadas para alcançar objetivos

Você pode entregar-se a Cristo agora mesmo, pela fé, através da oração. Ele conhece o seu coração e não está preocupado com suas palavras, mas com sua atitude. O seu relacionamento com Jesus alcançará todas as áreas da vida e certamente fará uma diferença positiva no seu casamento.”

Construindo um Lar Feliz

Ministério da Família

Divisão Sul-Americana da IASD

Alla prossima
Até o próximo!

Todas as igrejas que conheço separam, durante o culto,  um momento especial para as crianças. Na minha, por exemplo, já fui convidado, algumas vezes, para falar a elas durante o que se chama a “Adoração Infantil”. Gosto muito de participar desse momento, principalmente quando a tarefa que me dão é contar uma  história inspiradora (e a Bíblia está repleta delas), usando idéias e recursos didáticos apropriados, alguns dos quais podem ser encontrados, como sugestão, na Internet.

Sermons4Kids é um desses “sites”, em inglês e espanhol, que tem excelente material. Regularmente recebo dele mensagens especialmente preparadas para crianças (basta fazer o cadastro). Aqui reproduzo, não exatamente como veio, mas adaptado, um dos sermões, que recebi recentemente, inspirado no relato de Marcos 5:24-34 (material necessário: uma sacola com objetos de tamanhos, formas e texturas bem diferentes, à sua escolha).

Olá crianças! Como vocês devem saber, nós temos cinco sentidos. Nós usamos esses cinco sentidos para obter informações sobre o mundo ao nosso redor. Por exemplo, se eu levanto esta bola à frente de vocês e pergunto o que é, vocês identificam a bola usando o sentido que nós chamamos de visão. Se um sino tocasse perto daqui e eu perguntasse o que poderia ser, vocês identificariam o sino pelo sentido que nós conhecemos como audição. Se eu colocasse uma flor bem abaixo do seu nariz e perguntasse a vocês para, de olhos fechados, me dizer o que é, vocês identificariam esta flor pelo seu perfume, com o sentido que nós chamamos de olfato. E se eu oferecesse a vocês um pouco de limonada, vocês certamente saberiam de que fruta esse suco foi feito por causa do seu sabor, e esse é o sentido que conhecemos como paladar.

Há um último sentido que ainda não mencionei. Sabem qual é? Muito bem! É o sentido do tato. Nós vamos fazer agora um teste com alguns de vocês (algumas crianças escolhidas um pouco antes) sobre esse sentido: o tato.

Eu trouxe esta sacola e ela está cheia de várias coisas. Sem olhar para dentro da sacola, nossos amigos aqui vão apenas manusear o objeto dentro dela e tentar descobrir que objeto é este. Eles têm de me dizer primeiro que objeto é.  Depois nós vamos tirar o objeto da sacola para ver se eles acertaram ou ou não, ok? Vamos começar?

(Depois de fazer o teste com duas ou três crianças, com dois ou três objetos diferentes, continue o sermão)

O tato é muito importante, não é mesmo? Nós podemos saber que objeto estamos manuseando através do seu tamanho, da sua forma ou textura. Percebemos tudo isso graças a esse sentido muito especial.

Hoje eu gostaria de contar a vocês a história de uma mulher que, graças ao sentido do tato,  experimentou o poder de Jesus. Isso mesmo. Ela experimentou Seu poder, apenas por ter tocado nEle.

Um dia Jesus estava caminhando cercado por uma grande multidão. Havia tanta gente que Ele quase não conseguia se mover. No meio dessa multidão estava uma mulher que tinha um fluxo, um sangramento que já durava doze anos e não parava. Ela já havia ido a vários médicos, mas ninguém tinha conseguido curar aquela doença. Ela ouviu falar de Jesus e acreditava que Ele poderia curá-la, mas havia tantas pessoas ali em volta que parecia quase impossível chegar perto dEle.

Aquela mulher pensou: “Se eu conseguir pelo menos tocar nas suas vestes, eu serei curada”. Então, ela avançou por entre a multidão e foi, com muita dificuldade, aproximando-se de Jesus. Um pouco mais perto. Mais perto. Mais perto… e ela estendeu o braço, entre as pessoas, até conseguir tocar as vestes do Mestre. No momento em que ela alcançou Jesus, aquele fluxo, o sangramento que a acompanhava por doze anos, desapareceu. Seu sofrimento tinha chegado ao fim.

A Bíblia diz que Jesus também sentiu o toque daquela mulher, porque, naquele instante, percebeu que dEle tinha saído poder. Ele se virou para ela e disse: “Filha, a tua fé te salvou. Vai em paz e fica livre do teu sofrimento.”

(Faça uma aplicação de acordo com a realidade das crianças)

Quantos de vocês hoje gostariam também de estender sua mão e “tocar” Jesus? Se vocês fizerem isso, sentirão o poder de Jesus em suas vidas.

‘Querido Deus, nós também queremos estender a nossa mão a Ti e sentir a tua presença sempre conosco. Ajuda-nos a ter o Teu poder em nossas vidas. Pedimos isso em nome de Jesus. Amém.’

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