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A Realidade sobre o Fragmento Copta “Esposa de Jesus”: Fatos, Probabilidades e Possibilidades
Houve um grande alvoroço em torno do fragmento copta recém-descoberto, ou melhor, recentemente anunciado, que fala de Jesus como sendo casado.
[...] Mas, no final das contas, o que temos de concreto?
Seguem alguns fatos, algumas probabilidades e algumas possibilidades.
Os Fatos
1. A professora Karen King, da Harvard Divinity School, apresentou um trabalho na Associação Internacional de Estudos Coptas em Roma, na terça-feira, 18 de setembro, tornando público um fragmento de papiro que afirmava explicitamente que Jesus tinha uma esposa. Ela teve acesso a esse fragmento por meio de um proprietário anônimo, que lhe deu permissão para publicar o texto.
2. O fragmento está escrito em copta saídico, uma língua antiga que tem raízes no século III d.C. O saídico é o dialeto mais antigo da língua copta.
3. O papiro foi usado como um meio de escrita até o século VII; por isso, se autêntico, este fragmento deve ser datado entre o terceiro e sétimo século d.C.
4. Ele menciona especificamente ‘Jesus’ pelo nome duas vezes, e faz isso de uma forma a indicar que a referência é, de fato, a Jesus de Nazaré. Isso é evidente pelo fato de que o nome ’Jesus’ é escrito como um nomen sacro - ou nome sagrado - à maneira de todos os manuscritos gregos do Novo Testamento, como uma abreviatura. Na segunda linha, do lado direito e abaixo, no meio da quarta linha, vemos o que parece ser “IC” em letras maiúsculas. Estas são as letras iota e sigma. Há uma linha acima das letras, indicando um nome sagrado. Esta linha supralinear indica que o leitor não deve interpretar isso como uma palavra, mas sim como uma abreviatura. Essa era a prática em cerca de 15 palavras diferentes nos manuscritos do NT, sendo ’Jesus’ uma das primeiras palavras abreviadas dessa maneira.
5. O fragmento é um retângulo bastante claro, com falta de texto em todos os quatro lados. A parte superior do fragmento parece cortado de maneira especialmente clara, sendo quase uma linha reta. Isto é bastante atípico para papiros antigos e pode ter implicações na forma como devemos analisá-lo.
6. Jesus definitivamente diz “minha esposa” no fragmento. Ele também diz: “Minha mãe me deu a vida” e “ela será capaz de ser meu discípulo.” O antecedente de “ela” não é claro, mas provavelmente se refere à “esposa” mencionada na seção anterior.
7. Embora a professora King tenha dado ao fragmento o nome de ”O Evangelho da esposa de Jesus”, isso é intencionalmente provocativo. Simplesmente não há material suficiente (oito linhas no anverso, algumas palavras visíveis no verso) para chamá-lo de alguma forma um evangelho, e muito menos o evangelho da esposa de Jesus! Seria mais correto chamá-lo de “O Fragmento sobre relações de Jesus” (por isso o comentário anônimo postado no site da Tyndale House [Cambridge], na quarta-feira, setembro 19, 2012), já que não há provas de que ele é um evangelho e pelo menos dois membros da família são mencionados (a esposa de Jesus e a mãe de Jesus).
8. A escrita não é nem literária (feita por um escriba profissional) nem mesmo documentária. Nem sequer parece ter sido feita com um stylus (estilete ou “caneta”), já que é muito grosseira. Em vez disso, parece ter sido ”pincelada”. Exemplos paralelos disso não são facilmente encontrados nos escritos coptas de qualquer período.
9. Será que este fragmento prova que Jesus foi casado? A resposta é um enfático não. No máximo, ele só pode nos dizer o que um grupo de “cristãos” (entre aspas) no meio do século II pensava. Mas não diz nada sobre a história verdadeira, sobre Jesus de Nazaré.
10. O fragmento tem semelhanças com o Evangelho de Tomé (apócrifo), que a maioria dos estudiosos data como sendo de meados do século II. A citação do Evangelho de Tomé, 114, é especialmente parecida com partes do texto do fragmento, o mesmo ocorrendo com outra seção do mesmo evangelho (101). Evangelho de Tomé, 101: “Minha mãe me deu a vida verdadeira”; fragmento, anverso, linha 1: “Minha mãe me deu a vida”. Evangelho de Tomé, 114: “Simão Pedro disse-lhes:” Que Maria saia de nosso meio, pois as mulheres não são dignas da Vida “; fragmento, anverso, linha 3: “Maria é digna dela”. Mas o que deve ser mantido em mente é que no Evangelho de Tomé, 114, Jesus continua: “Eis que vou guiá-la para fazê-la macho, para que ela se torne também espírito vivo semelhante a vós, machos.” O que quer que isto signifique, é pouco provável que seja um endosso de casamento ou até mesmo de mulheres como mulheres. A afirmação do Evangelho de Tomé, 114, é, na verdade, uma declaração politicamente incorreta que ninguém deve abraçar hoje como representando a verdadeira fé cristã.
11. A proveniência, a história e a propriedade do fragmento são desconhecidas. Isso cria uma boa dose de desconfiança por parte da comunidade acadêmica quanto à sua autenticidade.
12. Segue o que diz o texto (as lacunas indicadas com colchetes):
13. Embora Maria (Madalena) seja mencionada na linha 3 e Jesus fale de "minha esposa" na linha 4, devido à natureza fragmentada do Manuscrito não se pode determinar positivamente que Jesus está dizendo que Maria era sua esposa. Esta é uma inferência, e uma inferência provável, mas sem provas. A prova está nas porções de texto que ou não foram preservadas ou, mais provavelmente, foram cortadas por um revendedor moderno. As razões por que foram cortadas continua sendo uma questão especulativa (veja abaixo).
As probabilidades
1. Os quatro lados do fragmento sugerem que ele foi cortado desta forma, em tempos modernos, provavelmente pelo revendedor do fragmento, a fim de obter mais dinheiro de vários fragmentos recortados da mesma forma. Esta é a conclusão a que chegou Roger Bagnall, da Universidade de Nova York. Mas isso levanta a questão: Foi este fragmento cortado por causa do resto do texto, que poderia dar um contexto em que a frase polêmica que fala da esposa de Jesus teria outro sentido que não o de uma mulher literal? Dirk Jongkind da Universidade de Cambridge usou esta analogia como uma possibilidade: "Nós todos temos nossos exemplos favoritos daqueles sedutores anúncios publicitários da perfeita casa de férias, aqueles que conseguem fazer desaparecer aquela refinaria de petróleo no horizonte, as linhas de alta tensão, ou a rodovia que passa atrás da propriedade. Aqui temos um fragmento que foi deliberadamente alterado, 'muito provavelmente' por um revendedor moderno buscando maximizar o lucro, ao esconder 'alguma coisa'. E esta 'coisa' poderia muito bem estar para o fragmento como a refinaria de petróleo está para o anúncio: pode ser um detalhe que afetava o valor deste fragmento negativamente. O fragmento pode ter sido recortado na forma como está agora a fim de induzir o leitor a uma determinada interpretação." (postado no site The Evangelical Textual Criticism na quinta-feira, 20 de setembro de 2012).
2. A data atribuída ao papiro - século IV - é em grande parte um palpite. Manuscritos coptas são notoriamente difíceis de datar. Roger Bagnall, da Universidade de Nova York, e AnneMarie Luijendijk, da Universidade de Princeton, têm defendido essa data e a autenticidade do documento. Scott Carroll, da Universidade de Oxford, data-o como sendo da primeira metade do século V, se se tratar de documento autêntico. Tem-se falado sobre o uso de carbono-14 para datar o fragmento com mais precisão, mas como o procedimento destruiria parte do texto, isso tem sido desencorajado.
No entanto, existe um método relativamente novo para datar manuscritos que é não-destrutivo. E não vi qualquer discussão sobre isso nos relatórios. Desenvolvido pelo Dr. Marvin Rowe, da A & M University, e seu assistente de doutorado, o professor Karen Steelman, o método utiliza uma câmara de plasma que não danifica o artefato. (Veja: Marvin W. Rowe and Karen L. Steelman, “Non-destructive 14C Dating: Plasma-Chemistry and Supercritical Fluid Extraction,” March 2010, ACS National Meeting 2010.) Então, seria de fato possível obter uma data segura para este fragmento sem destruir nenhuma parte do texto. Seria interessante ver se a professora King e o proprietário anônimo permitiriam a utilização desse método para obter uma melhor correção na data e, especialmente, para dissipar quaisquer sugestões de inautenticidade.
3. Karen King disse que embora o fragmento seja do século IV, o texto é mais provavelmente de meados do século II, com base em idéias semelhantes que circulavam em textos gnósticos e outros. Mas isso é difícil de avaliar, especialmente porque quase nenhum contexto é dado para as palavras de Jesus, e nada se sabe sobre a origem do fragmento ou que outros manuscritos foram encontrados com ele.
As possibilidades
1. O manuscrito é uma farsa. O Dr. Christian Askeland, presente na conferência da Associação Internacional de Estudos Coptas em Roma, observou que cerca de dois terços dos participantes estavam muito céticos em relação a autenticidade do papiro, enquanto um terço estava "essencialmente convencido de que o fragmento é uma farsa." Askeland disse não ter encontrado ninguém na conferência que considerasse o fragmento autêntico (publicado no site da crítica textual evangélica na quarta-feira, 19 de setembro, 2012). Isso presumivelmente não inclui a Professora King. Um relativo número de notáveis coptologistas julgaram-no um documento falso ou expressaram fortes reservas, incluindo Alin Suciu, da Universidade de Hamburgo, Stephen Emmel, da Universidade de Münster, Wolf-Peter Funk, da Universitade de Laval, em Quebec, Sadak Hany, Diretor-geral do Museu Copta do Cairo, Carroll Scott, bolsista sênior do Grupo de Pesquisa de Manuscritos, de Oxford, e David Gill, da Universidade de Suffolk.
2. Se o manuscrito for autêntico, o texto pode ser ou a) não gnóstico, uma vez que contradiz a visão gnóstica básica do mundo material; b) gnóstico, embora com uma outra interpretação do casamento que não a ligação física entre um homem e uma mulher (no apócrifo Evangelho de Filipe, "a relação entre Jesus e Maria [Madalena] é uma alegoria da reunião da alma com Deus na câmara nupcial, isto é, a salvação”; o mesmo ocorre em outro apócrifo, o Evangelho de Maria [Simon Gathercole, da Universidade de Cambridge, em entrevista no site da Tyndale House/Cambridge, na quarta-feira, 19 de setembro de 2012]); c) ortodoxo, mas metaforicamente referindo-se à igreja como a esposa de Jesus (uma visão já afirmada no Novo Testamento – implícita em Efésios 5:23-27 e explícita em Apocalipse 19:7); d) proveniente de um grupo “cristão” derivado, que oferecia alguma reação contra o ascetismo crescente de ortodoxos no final do século II, quando o casamento foi um pouco mal visto, ou e) parabólico ou metafórico, com algum outro referente em mente.
3. Nem mesmo a professora King sugere que este fragmento significa que Jesus tivesse uma esposa (e King não é conhecida por suas posições conservadoras!): “Sua possível data de composição, na segunda metade do século II, argumenta contra o seu valor como evidência para a vida do Jesus histórico.” Se o fragmento remonta à tradição do segundo século, devemos ter em mente que há um mundo de diferença entre o Cristianismo apostólico do primeiro século e os vários grupos que se levantaram após esse período inicial.
Fonte: Daniel Wallace – Daniel Wallace é professor de Estudos do Novo Testamento no Dallas Theological Seminary e Diretor Executivo do Center for the Study of New Testament Manuscripts.
10 Razões Porque Alguns Casamentos Fracassam
1.Você escolhe a pessoa errada porque espera que ele/ela mude depois do casamento.
O erro clássico. A regra de ouro é: Se você não pode ser feliz com a pessoa como ela é agora, não se case. “Na verdade, pode-se esperar que alguém mude depois de casado… mudará para pior!”
Jeremias 13.23 “Porventura pode o etíope mudar a sua pele, ou o leopardo as suas manchas? Então podereis vós fazer o bem, sendo ensinados a fazer o mal.”
Portanto, quando se trata da espiritualidade, caráter, higiene pessoal, habilidade de se comunicar e hábitos pessoais de outra pessoa, capacidade de relacionamento, assegure-se de que pode viver com estes como são agora, ou então trate de ajudar seu futuro cônjuge, se você tem certeza que esse é o reservado por Deus para você e veja se há disponibilidade para mudanças, e alegria em fazê-las.
2. Você escolhe a pessoa errada porque se preocupa mais com a paixão que com o caráter.
A paixão acende o fogo, mas o bom caráter prepara e o mantém aceso. Esteja consciente da síndrome “Estar apaixonado”. “Estou apaixonado” significa “Sinto atração física.” A atração está lá, mas o que realmente atrai você? Você averiguou cuidadosamente o caráter dessa pessoa? Averiguou o seu próprio caráter que o motiva a aceita-los?
Aqui estão quatro traços de personalidade para serem definitivamente testados:
Humildade: Esta pessoa acredita que “fazer a coisa certa” é mais importante que o conforto pessoal? Está disposto a manter um relacionamento santo até o casamento? Combinaram em ficar reservado em todos os aspectos? E principalmente esta pessoa é temente e submissa a Deus?
Bondade: Esta pessoa gosta de ver e proporcionar o bem estar aos outros? Como ela trata as pessoas com as quais não tem de ser agradável? Ela faz algum trabalho voluntário? Faz justiça?
Responsabilidade: Posso confiar que esta pessoa fará aquilo que diz que fará? Afinal é uma pessoa de palavra? Como é esta pessoa
com seus pais? É responsável com seu trabalho, seus compromissos?
Felicidade: Esta pessoa gosta de si mesma? Ela aprecia a vida? É emocionalmente estável? É uma pessoa equilibrada?
Você Perguntou-se: Eu desejo ser como esta pessoa? Quero ter um filho com esta pessoa? Gostaria que meu filho se parecesse com ela?
3. Você escolhe a pessoa errada porque vocês não partilham metas de vida em comum e prioridades.
Existem três maneiras básicas de nos conectarmos com outra pessoa:
1. Compatibilidade. Nos entendemos?
2. Partilhamos interesses em comum? Nos importamos com as mesmas coisas?
3. Compartilhamos o mesmo objetivo de vida? Aquilo que se pretende alcançar quando se realiza uma ação; alvo, fim, propósito.
Assegure-se de que você compartilha o profundo nível de objetivos de vida em comum. Após o casamento, os dois crescerão juntos ou crescerão separados. Para evitar crescer separado, você deve encontrar sua alma gêmea. Ter os mesmos interesses e objetivos.
Esta é a verdadeira definição de “alma gêmea.” Uma alma gêmea tem o mesmo objetivo – duas pessoas que em última instância compartilham o mesmo entendimento ou propósito de vida, e, portanto possuem as mesmas prioridades, valores e objetivos.
4. Você escolhe a pessoa errada porque logo se envolve em namoro no padrão do mundo e sexualmente antes do casamento.
O envolvimento íntimo antes do compromisso de casamento torna-se um grande problema, porque muitas vezes impede uma completa exploração de aspectos importantes. O envolvimento íntimo tende a nublar a mente da pessoa. E uma mente nublada não está inclinada a tomar decisões corretas. É movida apenas pela paixão.
José soube que apesar de Maria estar grávida, ele jamais a tocou, ela estava desposada com ele, isto é, ligada intimamente no espírito, ou reservada, prometida em casamento ou noiva.
Não é necessário fazer um “test drive” para descobrir se um casal é intimamente compatível. Se você faz a sua parte e tem certeza que é intelectual e emocionalmente compatível, não precisa se preocupar sobre compatibilidade sexual. De todos os estudos feitos sobre o divórcio, a incompatibilidade sexual jamais foi citada como o principal motivo para as pessoas se divorciarem.
No verdadeiro meio cristão não se utiliza a pratica e nem a palavra namoro, mas procurando agradar e obedecer a Deus usa-se o termo e a pratica reservado.
5. Você casa com a pessoa errada porque não tem uma profunda compreensão emocional com esta pessoa.
Para avaliar se você tem ou não uma profunda compreensão emocional, pergunte: “Respeito e admiro esta pessoa?”
Isso não significa: “Estou impressionado por esta pessoa?” Nós ficamos impressionados por um carro de luxo. Não respeitamos alguém porque tem um carro, mas porque tem caráter e autoridade moral. Você deveria ficar impressionado pelas qualidades de criatividade, lealdade, determinação, sinceridade, alto padrão de moralidade, etc.
Pergunte também: “Confio nesta pessoa?” Isso também significa: “Ele ou ela é emocionalmente estável? Sinto que posso confiar nele/nela?”
6. Você se envolve com a pessoa errada porque escolhe alguém com quem não se sente emocionalmente seguro.
Faça a si mesmo as seguintes perguntas: Sinto-me calmo, relaxado e em paz com esta pessoa? Posso ser inteiramente eu mesmo com ela? Esta pessoa faz-me sentir bem comigo mesmo? Você tem um amigo realmente íntimo que o faz sentir assim? Assegure-se que a pessoa com quem vai se casar faz você sentir-se da mesma forma!
De alguma maneira, você tem medo desta pessoa? Você não deveria sentir que é preciso monitorar aquilo que diz por que tem medo da reação da outra pessoa. Se você tem receio de expressar abertamente seus sentimentos e opiniões, então há um problema com o relacionamento.
Um outro aspecto de sentir-se seguro é que você não sente que a outra pessoa está tentando controlá-lo. Controlar comportamentos é sinal de uma pessoa doente, é uma pessoa sádica(satisfação, prazer com a dor alheia). Esteja atento para alguém que está sempre tentando modificá-lo. Há uma grande diferença entre “controlar” e “fazer sugestões.” Uma sugestão é feita para seu benefício; uma declaração de controle é feita para o benefício ou satisfação de outra pessoa.
7. Você fica com a pessoa errada porque você não põe todas as cartas na mesa.

Tudo aquilo que o aborrece no relacionamento deve ser trazido à tona para entendimento. Falar sobre aquilo que incomoda é a única forma de avaliar o quão positivamente vocês se comunicam, negociam e trabalham juntos. No decorrer de toda a vida, as dificuldades inevitavelmente surgirão.
Você precisa saber antes de assumir um compromisso: Vocês conseguem resolver suas diferenças e fazer concessões que sejam boas para ambas as partes?
Nunca tenha receio de deixar a pessoa saber aquilo que o incomoda. Esta é também uma maneira para você testar o quanto esta pessoa se importa com você. Se não se importar, então não pode ser íntimo. Os dois devem caminham juntos.
8. Você escolhe a pessoa errada porque usa o relacionamento para escapar de problemas pessoais e da infelicidade.
Se alguém é infeliz quando solteiro, provavelmente será infeliz quando casado, também. O casamento não conserta problemas pessoais, psicológicos e emocionais. Na melhor das hipóteses, o casamento apenas os agravará.
Se alguém não está feliz consigo mesmo e com sua vida, aceite a responsabilidade de consertá-la agora. Você se sentirá melhor, e seu cônjuge lhe agradecerá.
9. Você escolhe a pessoa errada sem saber que ele/ela está envolvido em um triângulo.

Estar “triangulado” significa que a pessoa é emocionalmente dependente de alguém ou de algo, ao mesmo tempo em que tenta desenvolver um outro relacionamento. Uma pessoa que não se separou de seus pais é o exemplo clássico de triangulação. As pessoas também podem estar trianguladas com objetos, tais como o trabalho, drogas, a Internet, passatempos, esportes ou dinheiro.
Assegure-se de que você e seu parceiro estejam livres de triângulos, dependências ou vícios. A pessoa apanhada em um triângulo não pode estar emocionalmente disponível por completo para você. Você não será a prioridade número um. E isso não é base para um casamento.
10. Você não vive bem no casamento porque não tem sido um verdadeiro(a) servo de Deus.
Você erra por não estar com a vida consagrada, seu alguém de profunda intimidade com Deus na oração. Gostar de ler e obedecer sua palavra?
Como seu casamento vai bem se você não para ouvir o Senhor?
O Espírito de Deus vive realmente dentro de você, ou o visita de vez em quando, quando o Senhor pela sua misericórdia resolve lhe dar momentos de refrigério?
Fonte: Esposa Virtuosa.
Publicado no blog da Rádio Novo Tempo: Casamentos fracassam porque…
Conclusão: “Teoria da Evolução a Respeito da Sexualidade Humana Está Errada”
Livro do Mês: Os Dois Lados do Sexo, de Charles Wittschiebe


Se você pensa que sabe tudo sobre sexo, leia esta obra e terá algumas surpresas… O autor, especialista em educação sexual, fala sobre namoro, sexo pré-marital, os órgãos sexuais, o casamento, a masturbação, homossexualismo, doenças venéreas e outros assuntos relacionados. Mostra o lado maravilhoso do sexo, criado por Deus, como expressão de amor. E aquele outro lado, distorcido, que não traz satisfação completa. Leitura indispensável para quem não quer se machucar.
As pessoas quase sempre pedem do sexo, mais do que ele possivelmente pode dar.Dra. Joyce BrothersÉ quase certo que, pelo menos uma vez na vida, ainda que em menor grau, você será vítima de uma abordagem sexual [...] tal como uma chamada telefônica obscena, contatos físicos externos, um exibicionista, ou um voyeur.Frederic Storaska
Quando você for a qualquer lugar à noite, certifique-se de ter seu pai ou irmão como protetor (a menos que você saiba com certeza que tudo está absolutamente OK). Quando você tiver encontros com um rapaz, tenha certeza de que ele é seguro e de confiança e de que não a levará conscientemente a lugares onde há riscos de ataque. Evite um encontro cego. Só aceite se incluir outro casal de amigos de confiança que partilhem de seus altos padrões. Não se vista de modo provocante. Entretanto, deve-se ter em mente que o estupro é em geral um ato de hostilidade às mulheres, em vez de um incontrolável desejo sexual. Não estacione em lugares isolados e em locais tradicionalmente usados para intimidades físicas. Os lugares que os jovens escolhem como estacionamento são naturalmente os primeiros lugares para os quais o estuprador se encaminhará. Não pressuponha que os ambientes de escola ou hospital sejam “seguros”. Se você precisa caminhar sozinha à noite, fique em áreas bem iluminadas, tanto quanto possível. Quando você estiver andando sozinha, caminhe diretamente, com confiança e rapidez. Caminhe junto à rua, em direção oposta ao tráfego. Evite caminhar próxima a portas, arbustos e por ruas estreitas, onde um estuprador poderia esconder-se. Permaneça alerta quando pessoas param e lhe pedem informações — nunca se aproxime muito de um carro. Feche todas as portas de seu carro, sempre. Verifique o banco traseiro do carro antes de entrar nele. Dirija-se a um lugar público ou a um posto policial se você desconfia que alguém a está seguindo.
Boa leitura ao ganhador!
Os Dez Maiores Mitos Sobre Homossexualidade
Tendo em vista alguns dados da realidade americana (embora os mitos possam atravessar fronteiras), o blog Tough Questions Answered (Bill Pratt) apresenta aqui o resumo de um panfleto, escrito pelo Family Research Council, intitulado Os Dez Maiores Mitos sobre Homossexualidade: ”O panfleto é bem escrito e parece ser bem fundamentado, com abundantes citações de artigos científicos. Abaixo estão os dez mitos que são abordados no texto”:
Mito 1: As pessoas nascem homossexuais.
Fato: A pesquisa não mostra que alguém “nasce gay”, mas sugere, em vez disso, que a homossexualidade é o resultado de uma combinação complexa de fatores de desenvolvimento.
Mito 2: A orientação sexual não pode mudar.
Fato: Milhares de homens e mulheres têm testemunhado ter experimentado uma mudança na sua orientação sexual de homossexual para heterossexual. Pesquisas confirmam que tal mudança ocorre às vezes de forma espontânea, e às vezes como resultado de intervenções terapêuticas.
Mito 3: Os esforços para mudar a orientação sexual de alguém de homossexual para heterossexual são prejudiciais e antiéticos.
Fato: Não há evidências científicas de que os esforços de mudança criam mais danos do que o próprio estilo de vida homossexual em si. A verdadeira violação da ética ocorre quando é negada aos clientes a oportunidade de definir suas próprias metas para a terapia.
Mito 4: Dez por cento da população americana é gay.
Fato: Menos de três por cento dos adultos americanos se identificam como homossexuais ou bissexuais.
Mito 5: Homossexuais não experimentam um nível mais alto de distúrbios psicológicos que os heterossexuais.
Fato: Homossexuais experimentam consideravelmente níveis mais elevados de doença mental e abuso de substâncias do que os heterossexuais. Uma revisão detalhada da pesquisa mostrou que “nenhum outro grupo de tamanho comparável na sociedade experimenta patologias deste tipo em nível tão elevado e generalizado.”
Mito 6: A conduta homossexual não é prejudicial à saúde física.
Fato: Tanto por causa de padrões de comportamento de alto risco, como promiscuidade sexual, quanto por causa do dano ao corpo advindo de determinadas práticas sexuais, os homossexuais estão em maior risco de contrair doenças sexualmente transmissíveis e outras formas de doenças e lesões do que os heterossexuais.
Mito 7: As crianças criadas por homossexuais não são diferentes das crianças criadas por heterossexuais nem sofrem danos.
Fato: Um enorme conjunto de programas de investigação em ciências sociais mostra que as crianças se desenvolvem melhor quando criadas pelos próprios pais biológicos que estão comprometidos um com um outro em um casamento duradouro. Pesquisas específicas sobre crianças de homossexuais têm grandes problemas metodológicos, mas mostram diferenças específicas.
Mito 8: Os homossexuais não são mais propensos a abusar de crianças do que os heterossexuais.
Fato: A porcentagem de casos de abuso sexual infantil em que homens molestam meninos é muitas vezes maior que a porcentagem de homens adultos que são homossexuais, e a maioria dos que se envolvem nesse tipo de abuso se identificam como homossexuais ou bissexuais.
[Nota explicativa do próprio folheto: Isso não significa que todos os homossexuais sejam molestadores de crianças. Ninguém jamais afirmou isso. Nem sequer significa que a maioria dos homossexuais o sejam - não há nenhuma evidência para apoiar isso. Mas há evidências de que a taxa relativa de abuso sexual infantil entre os homossexuais é muito maior do que entre heterossexuais.]
Mito 9: Homossexuais são seriamente desfavorecidos em razão de discriminação.
Fato: As pesquisas mostram que os homossexuais, na realidade, têm níveis significativamente mais altos de escolaridade do que o público em geral, enquanto as conclusões sobre os rendimentos dos que fazem parte desse grupo são, na pior das hipóteses, muito variadas.
Mito 10: As relações homossexuais são apenas as mesmas que os heterossexuais, exceto quanto ao gênero dos parceiros.
Fato: Os homossexuais são menos propensos que os heterossexuais a entrar em um relacionamento sério, a ser sexualmente fieis a um parceiro, mesmo que tenham um, e a ficar comprometidos por toda a vida. Eles também apresentam taxas mais elevadas de violência doméstica do que os casais heterossexuais casados.
Peço que você leia o artigo inteiro para obter os detalhes por trás dessas afirmações, que são apoiadas por citações das pesquisas. O resumo é este: a ciência mostra que o estilo de vida gay é em geral destrutivo aos que vivem nele e não devemos, como sociedade, promovê-lo.
Isso significa que cada pessoa gay vivencia os problemas citados na pesquisa? Obviamente que não. Estamos lidando com estatísticas e probabilidades, por isso há pessoas absolutamente gays que são exceções às conclusões da pesquisa. No entanto, o movimento de união gay pede um apoio estatal ao seu estilo de vida, e a única maneira de abordar esta questão é olhar em termos estatísticos a realidade daqueles que praticam este estilo de vida.
Sexo, Amor ou Paixão?
Recentemente consegui “recuperar” num sebo, com negociação via internet, o livro “Sexo, Amor ou Paixão?” (Mundo Cristão, 1986), de Ray E. Short. A proposta do autor é prestar auxílio a quem tenta determinar se seu romance é um caso de amor verdadeiro ou simples paixão. Ray, que foi professor de sociologia da Universidade de Wisconsin, apresenta 14 pistas simples que ajudam a testar um relacionamento. Com a aproximação do Dia dos Namorados, tive a ideia de apresentar aqui o resumo de cinco delas:
- Qual é a maior atração?
Sinais de paixão. Se você está apaixonado, seu principal interesse provavelmente se fixará no equipamento físico da pessoa.[...] A ênfase fica nas coisas que você percebe imediatamente – o que você pode ver, ouvir, cheirar, provar ou tocar.
Sinais de amor. Quando você ama realmente alguém, entretanto, seu interesse é fixado na personalidade total da pessoa. Você se sente atraído pela pessoa inteira. A aparência física é apenas uma parte das muitas coisas de que gosta.
- Quantos fatores atraem?
Pense no maior número de coisas de que gosta a respeito dele ou dela. Faça uma lista por escrito. Inclua itens como a maneira como a pessoa age, pensa, sente e também sua aparência.
Sinais de paixão. Na paixão o número de fatores que atraem você é relativamente pouco. Todavia, essas coisas que provocam atração podem parecer verdadeiramente sedutoras.
Sinais de amor. Se for amor, muitas ou a maioria das qualidades da pessoa – e do relacionamento – atraem você.Você não gosta só da maneira como a pessoa fala e de sua aparência, mas também de seu modo de pensar e sentir sobre as coisas e pessoas. Classe social, valores e religião, filhos e controle de natalidade, dinheiro, onde e como viver, conceitos sobre casamento e papel a ser desempenhado, alvos e esperanças para o futuro…quanto mais vocês concordarem sobre essas e outras questões importantes, tanto maiores suas chances de êxito no casamento.
- Como ele afeta sua personalidade?
Sinais de paixão. A paixão romântica, e não o amor, é que tem um efeito caótico e destrutivo sobre sua personalidade. A paixão torna você menos eficiente, menos eficaz, menos autêntico. As pessoas provavelmente notam isso de imediato.
Sinais de amor. O amor verdadeiro terá um efeito organizador e construtivo sobre sua personalidade. Ele extrai o que há de melhor em você…O amor, Duvall acrescenta,”é criativo, produz vontade de crescer, melhorar, trabalhar em direção a propósitos e ideais mais dignos. O amor se associa a sentimentos de autoconfiança, segurança e credibilidade.” O amor o leva a funcionar em seu nível mais alto.
- Como vocês veem um ao outro?
Sinais de paixão. Quando você está apaixonado, vive num mundo de uma pessoa. Os dois se fecham no relacionamento. Ele se torna não só a coisa mais importante em seu mundo, mas também a única que lhes importa. O seu relacionamento tende a ser exclusivista. Os outros amigos se sentem postos de lado, negligenciados ou ignorados.
Sinais de amor. Como acontece com a paixão, no amor verdadeiro o ente amado pode ser a pessoa mais importante do mundo para você. Mas esta é a grande diferença: no amor real, você expande o seu mundo para incluí-lo. Se vocês dois se amam de verdade, não irão abandonar nem neglicenciar seus outros relacionamentos. Em lugar disso, acrescentam essa nova e maravilhosa relação a todas as demais que já possuem. Ele é um acréscimo e não uma substituição.
- Como os outros veem vocês?
Sinais de paixão. Se você está apaixonado, as possibilidades são que seus pais e a maioria de seus amigos não aprovam o seu relacionamento. Os amigos de seu amado provavelmente não gostam muito de você e os seus também devolvem este sentimento na mesma moeda. Eles talvez não digam isso diretamente…Nos casos de paixão, cada um de vocês não irá também apreciar os amigos do outro…Tudo isso pode ser um sinal de advertência.
Sinais de amor. Quando se trata de amor, a maioria ou todos os amigos e pais aprovam. Vocês gostam dos amigos um do outro e sentem-se à vontade com eles por terem bastante em comum. Em alguns casos raros, um “amigo especial” pode sentir ciúmes e portanto ressentir-se do tempo em que os namorados passam juntos. Mas na maior parte das vezes, existe uma aceitação mútua e amizade.
Mas o próprio Ray alerta: “Nenhuma pista tem valor sozinha. Nenhuma delas é por si mesma uma base sólida sobre a qual tomar uma decisão. Pode não haver algo como “amor puro” ou “paixão pura”. Seu relacionamento tem muito maior probabilidade de ser uma combinação de ambos. Você deverá olhar para além do que é indicado por qualquer pista isolada. Precisa descobrir o que o padrão total de todas as pistas parece mostrar.” Caso tenha ficado interessado em ler todo o livro, parece que há ainda um disponível aqui.
Espero que seu romance seja mais um caso de amor verdadeiro. Afinal, todos somos beneficiados quando alguém ama. “O amor…é benigno.” I Cor. 13:4. Como diz outra citação de Duvall no livro: “Ouvimos dizer que ‘todos gostam de quem ama’…O inverso também é verdadeiro: ‘Os amantes amam todo mundo’.'”
Feliz Dia dos Namorados!
Namoro no Escuro: em Busca do Amor Permanente

O amor é permanente por si mesmo? Esta a pergunta que encabeça um dos capítulos do livro Namoro no Escuro, de José Carlos Ebling. O livrinho, de edição já esgotada (Casa, 1984-1987), foi idealizado como um guia de orientação sobre namoro para o público jovem, mas este capítulo (p. 31-33) tem aquele aspecto atemporal que faz com que mesmo quem já se acha “mais vivido” na idade ou até na experiência conjugal se veja aprendendo, ou relembrando, algumas lições importantes e sempre atuais sobre o amor.
Para que o amor seja permanente e dure, para que a chama do amor se mantenha e continue ardendo é preciso trabalhar e em especial evitar esses elementos destrutivos do amor. [...] Quais são esses elementos?
1. Crítica Pessoal. A crítica constante e mesquinha do cônjuge enfraquece e aniquila o amor. Viver só debaixo de acusações e referências aos próprios fracassos e limitações é altamente prejudicial, pois desenvolve uma atmosfera onde o amor não pode subsistir.
2. Ridicularização. Este é outro elemento tão prejudicial ao amor e tão freqüentemente presente no relacionamento entre namorados, noivos e casais. Ridicularizar os sentimentos, as virtudes, as fraquezas e as coisas mais caras e preciosas para alguém é a maneira mais fácil de transformar o lar num verdadeiro inferno, destruindo o amor.
3. Imposição de idéias. Quando alguém impõe suas idéias sobre o cônjuge, assumindo a atitude de quem está sempre certo, impondo sua forma de ser e de pensar, o outro vai sendo oprimido, diminuído, desumanizado e destruído em sua dignidade como pessoa humana e o amor desaparece.
4. Hipocrisia. Não há coisa pior do que a hipocrisia para destruir o amor. A falta de sinceridade, a atitude puramente social de quem diante dos outros simula amar o companheiro(a) mas a sós o trata com desprezo e rudemente, há de provocar o desprezo em troca e acabar por destruir o amor.
5. Outro elemento que destrói o amor é a atitude de autodefesa. Não há amor sem risco. Quando nos unimos a outra pessoa, quando essa pessoa se torna parte integrante de nós mesmos, tornamo-nos infinitamente mais vulneráveis. Aqueles que não podem amar são os que têm receio ou são incapazes de enfrentar tais riscos. Assumem uma atitude de autodefesa, pois querem conservar-se inatingíveis e sentirem-se protegidos.[...]A autodefesa normalmente destrói o amor que os outros têm por nós. O amor precisa de recíproca e constante realimentação. A menos que estejamos prontos a aceitar o fato de que amando ficamos vulneráveis à decepção, não poderemos fugir da teia egocentrista do nosso próprio eu e conhecer a beleza e felicidade de uma vida transbordante de amor.
Estes são alguns dos elementos que destroem o amor. Logo, o amor pode ser destruído e, portanto, não é permanente em si mesmo.
Como disse alguém, o amor é como uma planta pequenina e frágil que se não for nutrida poderá facilmente perecer.
O Amor em Ação – Que Encontrinho “Eccellente!”

Perdemos o Japão, mas não perdemos a Itália. O segundo “Encontrinho”, um aconchegante evento espiritual e social para casais, promovido pela equipe do Departamento de Lar e Família da Igreja Adventista de Ceilândia Sul, aconteceu no sábado, 8 de agosto, naquela Igreja. Nessa segunda edição (a primeira teve o Japão como tema social), os organizadores escolheram a Itália como “destino” e motivo de decoração. De “Encontrinho”, assim no diminutivo, o evento só tinha mesmo o nome carinhoso, porque foi mesmo um “encontrão” (no sentido de que foi muito, muito bom! Eccellente! Tendo este como referência, uma pena não termos ido ao primeiro).
Durante a tarde, no salão lateral, onde funciona a classe dos jovens, o Diretor dos Ministérios da Família e Fidelidade no Planalto Central, Pr. Ibson Roosevelt, dirigiu as mensagens espirituais : 12 dicas para ter um casamento “à prova de fogo”. Tendo a Bíblia como fundamento e usando como exemplificação algumas cenas do filme “Prova de Fogo”, da BV Filmes, a mesma equipe criadora de “Desafiando Gigantes”, o pastor discorreu de maneira concisa, porém direta e impressiva, sobre o plano de Deus para o casamento, inserindo nas mensagens conselhos sobre comunicação, fidelidade, confiança mútua, planejamento, sexualidade, romantismo, vida espiritual, entre outros, e apresentando acima de tudo o amor, não como um sentimento apenas, mas como um princípio que deve se manifestar através da ação.
No começo da noite, os casais, juntamente com o pastor, dirigiram-se à nave da igreja, onde houve momentos de testemunhos, perguntas e respostas e mais algumas orientações sobre os 48 fascículos da série “Construindo um Lar Feliz”, excelente publicação da Divisão Sul Americana especialmente voltada para a família (todos os casais receberam os fascículos ao final do programa). Enquanto isso, o salão, que já estava decorado com motivos vermelho e verde, foi transformado numa acolhedora cantina italiana e preparado para o momento de confraternização final. Tudo feito com muito carinho pela equipe de colaboradores do Departamento de Lar e Família da Igreja. Desde a preparação dos alimentos e a decoração das mesas e janelas até à caracterização dos garçons, um primor de organização e bom gosto! (Havia bebida? Claro!! Muito suco de uva! Frutt’s da Superbom! Bebida alcoólica é artigo que, obviamente, não faz parte da dieta adventista.) Nossos parabéns e nossa gratidão - tante grazie! - a todos os irmãos e irmãs que idealizaram e ajudaram a construir esse momento tão especial.
O “Encontrinho” tem ainda uma extensão: os casais participantes do evento, depois de estudarem os temas dos fascículos “Construindo um Lar Feliz”, terão um reencontro para reforçar as lições aprendidas. Transcrevo, abaixo, reorganizados numa ordem diferente da que aparece na publicação, mas também coerente, alguns trechos extraídos dos três primeiros fascículos:
“Amor é o mais profundo ato que caracteriza um ser humano. Somos completos quando amamos e nos tornamos como que uma extensão direta do coração de Deus, quando agimos com amor!”
“O plano de Deus para o coração do homem é aproximá-lo constantemente da fonte do amor original. Ele deseja que aprendamos dEle, para poder compartilhar com nossos queridos. O verdadeiro amor não é apenas o que você sente, mas especialmente o que você faz!
“Se o amor não funcionar em casa, não funcionará em lugar algum. Da mesma maneira, se você for um cristão em casa, certamente o será em todos os outros lugares”
“Quando uma família anda com Cristo, há uma transformação no lar:
- as palavras tornam-se amáveis
- os erros são admitidos
- as atenções são naturais
- as piadas sarcásticas desaparecem
- a confiança é demonstrada
- o amor substitui a rudeza
- o olhar é de compaixão
- as pessoas nunca são usadas para alcançar objetivos
Você pode entregar-se a Cristo agora mesmo, pela fé, através da oração. Ele conhece o seu coração e não está preocupado com suas palavras, mas com sua atitude. O seu relacionamento com Jesus alcançará todas as áreas da vida e certamente fará uma diferença positiva no seu casamento.”
Construindo um Lar Feliz
Ministério da Família
Divisão Sul-Americana da IASD



