
“O filho sem juízo é tristeza para o seu pai e amargura para a sua mãe.”
Provérbios 17:25
Dias e anos muito felizes para todos os pais!
Vídeo da TV Novo Tempo:

“O filho sem juízo é tristeza para o seu pai e amargura para a sua mãe.”
Provérbios 17:25
Dias e anos muito felizes para todos os pais!
Vídeo da TV Novo Tempo:
Uma das músicas do CD Jovem 2011 da Igreja Adventista do Sétimo Dia.
“Não há nada comparado ao teu poder, não há nada comparado ao teu amor…” Composição: Bruno Meneses
Fonte: Daniel Gonçalves (Daniel Locutor)
Coisa alguma tende mais a promover a saúde do corpo e da alma do que um espírito de gratidão e louvor. É um positivo dever resistir à melancolia, às idéias e sentimentos de descontentamento – dever tão grande como é orar. Se nos destinamos ao Céu, como poderemos ir qual bando de lamentadores, gemendo e queixando-nos por todo o caminho da casa de nosso Pai?
Os professos cristãos que se estão sempre queixando, e que parecem julgar que a alegria e a felicidade sejam um pecado, não possuem genuína religião. Os que encontram um funesto prazer em tudo que é melancolia no mundo natural; que preferem olhar às folhas mortas em vez de colher as belas flores vivas; que não vêem beleza nas elevações das grandes montanhas e nos vales revestidos de luxuriante verdor; que fecham os sentidos à jubilosa voz que lhes fala na natureza e é doce e harmoniosa ao ouvido atento – estes não estão em Cristo. Estão colhendo para si mesmos tristezas e sombras, quando poderiam ter esplendor, o próprio Sol da Justiça surgindo-lhes no coração e trazendo saúde em Seus raios.
Freqüentemente vosso espírito se poderá nublar por causa do sofrimento. Não busqueis pensar então. Sabeis que Jesus vos ama. Ele compreende vossa fraqueza. Podeis fazer Sua vontade com o simples repousar em Seus braços.
É uma lei da natureza que nossas idéias e sentimentos sejam animados e fortalecidos ao lhes darmos expressão. Ao passo que as palavras exprimem pensamentos, é também verdade que estes seguem aquelas. Se exprimíssemos mais a nossa fé, mais nos regozijássemos nas bênçãos que sabemos possuir – a grande misericórdia e o amor de Deus – teríamos mais fé e maior alegria. Língua alguma pode traduzir, nenhuma mente conceber a bênção que resulta de apreciar a bondade e o amor de Deus. Mesmo na Terra podemos fruir alegria como uma fonte inesgotável, porque se nutre das correntes que emanam do trono de Deus.
Eduquemos, pois, o coração e os lábios a entoar o louvor de Deus por Seu incomparável amor. Eduquemos a alma a ser esperançosa, e a permanecer na luz que irradia da cruz do Calvário. Nunca devemos nos esquecer de que somos filhos do celeste Rei, filhos e filhas do Senhor dos Exércitos. É nosso privilégio manter um calmo repouso em Deus.
“E a paz de Deus, … domine em vossos corações; e sede agradecidos.” Col. 3:15. Esquecendo nossas próprias dificuldades e aflições, louvemos a Deus pela oportunidade de viver para glória de Seu nome. Que as novas bênçãos de cada dia nos despertem no coração louvor por esses testemunhos de Seu amoroso cuidado. Quando abris os olhos pela manhã, dai graças a Deus por vos haver guardado durante a noite. Agradecei-Lhe pela paz que tendes no coração. De manhã, ao meio-dia e à noite, qual suave perfume, ascenda ao Céu a vossa gratidão.
Quando alguém vos pergunta como vos sentis, não penseis em qualquer coisa triste para contar a fim de atrair simpatia. Não faleis de vossa falta de fé e de vossas aflições e sofrimentos. O tentador se deleita em ouvir palavras assim. Quando falais em assuntos sombrios, estais a glorificá-lo. Não nos devemos demorar no grande poder de Satanás para nos vencer. Entregamo-nos muitas vezes em suas mãos por falar no poder dele. Falemos ao contrário no grande poder de Deus para ligar aos Seus todos os nossos interesses. Falai do incomparável poder de Cristo, e de Sua glória. Todo o Céu está interessado em nossa salvação. Os anjos de Deus, milhares de milhares, e miríades de miríades, são comissionados a ministrar aos que hão de herdar a salvação. Eles nos guardam do mal, e repelem os poderes das trevas que nos estão procurando destruir. Não temos nós motivo de ser a todo momento agradecidos, mesmo quando existem aparentes dificuldades em nosso caminho?


Antes de clamarem, Eu responderei; ainda não estarão falando, e Eu os ouvirei. Isaías 65:24
Providenciarei para suas necessidades antes que eles peçam. Isaías 65:24, New Century Version
Certa noite eu estava fazendo de tudo para ajudar uma mãe em trabalho de parto. Apesar do esforço, ela não resistiu e nos deixou com um bebê prematuro e uma filha de dois anos em prantos. Era muito complicado manter o bebê vivo sem uma incubadora (não tínhamos eletricidade para ativar uma incubadora). Também não tínhamos recursos adequados de alimentação. Mesmo morando na linha do Equador, as noites eram frias como aragens traiçoeiras.
Uma das aprendizes de parteira foi buscar a caixa que reservávamos para bebês nessa situação e os panos de algodão para envolvê-los. Uma outra foi alimentar o fogo para aquecer uma chaleira de água para a bolsa de água quente. Sem demora, voltou desconsolada, pois a bolsa havia se rompido. Borracha estraga fácil em clima tropical. “Era nossa última bolsa de água quente”, ela me disse.
Assim como no Ocidente se diz que “não adianta chorar sobre o leite derramado”, na África Central se diria que “não adianta chorar sobre bolsas de água quente estragadas”. Elas não crescem em árvores, e não existem farmácias no meio das florestas.
“Muito bem”, disse eu, “coloquem o bebê em segurança tão próximo quanto possível do fogo e durmam entre a porta e o bebê para protegê-lo das lufadas de vento frio. Mantenham o bebê aquecido.”
Na tarde seguinte, fui orar com as órfãs que vez ou outra queriam reunir-se comigo. Fiz uma série de sugestões que pudessem incentivá-las a orar e, também, contei-lhes sobre o bebê. Expliquei a dificuldade em manter o bebê aquecido já que a única bolsa de água havia estourado, e que o bebê poderia morrer se passasse frio. Mencionei a irmãzinha de dois anos que não parava de chorar e sentia a perda e a ausência da mãe.
Durante as orações, uma das meninas africanas de 10 anos orou: “Por favor, Deus, manda-nos a bolsa de água quente. Amanhã talvez será tarde, porque o bebê pode não aguentar. Por isso, manda a bolsa de água quente ainda hoje.”
Enquanto eu ainda procurava recuperar o ar diante de tamanha ousadia, a menina acrescentou: “E, Senhor, já que estás cuidando disso, por favor, manda junto uma boneca para a irmãzinha do bebê, para que ela saiba que também a amas de verdade.”
Como é comum quando lidamos com crianças, achei que eu estava em apuros. Poderia eu, honestamente, dizer “Amém” em resposta à oração da menina? Eu simplesmente não conseguia acreditar que Deus poderia atendê-la. O único jeito de obtermos a bolsa de água quente seria por encomenda à minha terra natal, via correio.
Eu estava na África havia quatro anos. Jamais tinha recebido uma encomenda postal de minha família. E se alguém enviasse um presente, poria ali uma bolsa de água quente? Afinal, eu morava na linha do Equador.
No meio da tarde, durante uma aula da escola de enfermagem, veio um recado dizendo que um carro estacionara no portão de minha casa. Quando cheguei, o carro já havia partido e deixado um pacote de 11 quilos na varanda.
Não consegui abrir a caixa sozinha. Pedi que algumas crianças do orfanato me ajudassem. Trinta a quarenta olhos arregalados acompanhavam atentos cada movimento. Na camada de cima havia roupas de cores vivas e brilhantes. Os olhinhos das crianças brilhavam à medida que as distribuía. Na camada seguinte havia ataduras para os pacientes leprosos, caixinhas de uvas passas, pacotes de farinha que se transformariam em deliciosos bolos no fim de semana.
Quando coloquei as mãos de novo na caixa, pasmem… “Uma bolsa de água quente, novinha em folha!” gritei.
Eu não havia feito nenhum pedido. Rute, aquela menina que havia orado na reunião de oração, saltou do banco da frente e gritou: “Se Deus mandou a bolsa de água quente, mandou também a boneca!” Enfiando as mãos na caixa, começou a procurar a boneca. E lá estava ela, maravilhosamente vestida!
Rute não duvidara nem por um instante. Olhando para mim, perguntou: “Posso ir junto levar a boneca para a irmãzinha do bebê, para que ela saiba o quanto Jesus a ama?”
Esse pacote estivera a caminho por cinco meses. Foi iniciativa de minha ex-professora de escola bíblica, cuja líder atendeu a voz do Senhor de enviar uma bolsa de água quente. E uma das alunas dela decidiu, cinco meses antes, enviar junto uma boneca, em resposta a uma oração de outra menina de 10 anos de idade que acreditou fielmente que Deus atenderia à sua oração, ainda naquela tarde.
Não podemos duvidar de que Deus atende nossas orações, muitas vezes antes mesmo de pedirmos!
Fonte: Momentos de Graça (Meditações Matinais, Pr. José Maria Barbosa Silva)

Todas as igrejas que conheço separam, durante o culto, um momento especial para as crianças. Na minha, por exemplo, já fui convidado, algumas vezes, para falar a elas durante o que se chama a “Adoração Infantil”. Gosto muito de participar desse momento, principalmente quando a tarefa que me dão é contar uma história inspiradora (e a Bíblia está repleta delas), usando idéias e recursos didáticos apropriados, alguns dos quais podem ser encontrados, como sugestão, na Internet.
Sermons4Kids é um desses “sites”, em inglês e espanhol, com excelente material. Regularmente recebo dele mensagens especialmente preparadas para crianças (basta fazer o cadastro). Aqui reproduzo, não exatamente como veio, mas adaptado, um dos sermões, que recebi recentemente, inspirado no relato de Marcos 5:24-34 (material necessário: uma sacola com objetos de tamanhos, formas e texturas bem diferentes, à sua escolha).
Olá crianças! Como vocês devem saber, nós temos cinco sentidos. Nós usamos esses cinco sentidos para obter informações sobre o mundo ao nosso redor. Por exemplo, se eu levanto esta bola à frente de vocês e pergunto o que é, vocês identificam a bola usando o sentido que nós chamamos de visão. Se um sino tocasse perto daqui e eu perguntasse o que poderia ser, vocês identificariam o sino pelo sentido que nós conhecemos como audição. Se eu colocasse uma flor bem abaixo do seu nariz e perguntasse a vocês para, de olhos fechados, me dizer o que é, vocês identificariam esta flor pelo seu perfume, com o sentido que nós chamamos de olfato. E se eu oferecesse a vocês um pouco de limonada, vocês certamente saberiam de que fruta esse suco foi feito por causa do seu sabor, e esse é o sentido que conhecemos como paladar.
Há um último sentido que ainda não mencionei. Sabem qual é? Muito bem! É o sentido do tato. Nós vamos fazer agora um teste com alguns de vocês (algumas crianças escolhidas um pouco antes) sobre esse sentido: o tato.
Eu trouxe esta sacola e ela está cheia de várias coisas. Sem olhar para dentro da sacola, nossos amigos aqui vão apenas manusear o objeto dentro dela e tentar descobrir que objeto é este. Eles têm de me dizer primeiro que objeto é. Depois nós vamos tirar o objeto da sacola para ver se eles acertaram ou ou não, ok? Vamos começar?
(Depois de fazer o teste com duas ou três crianças, com dois ou três objetos diferentes, continue o sermão)
O tato é muito importante, não é mesmo? Nós podemos saber que objeto estamos manuseando através do seu tamanho, da sua forma ou textura. Percebemos tudo isso graças a esse sentido muito especial.
Hoje eu gostaria de contar a vocês a história de uma mulher que, graças ao sentido do tato, experimentou o poder de Jesus. Isso mesmo. Ela experimentou Seu poder, apenas por ter tocado nEle.
Um dia Jesus estava caminhando cercado por uma grande multidão. Havia tanta gente que Ele quase não conseguia se mover. No meio dessa multidão estava uma mulher que tinha um fluxo, um sangramento que já durava doze anos e não parava. Ela já havia ido a vários médicos, mas ninguém tinha conseguido curar aquela doença. Ela ouviu falar de Jesus e acreditava que Ele poderia curá-la, mas havia tantas pessoas ali em volta que parecia quase impossível chegar perto dEle.
Aquela mulher pensou: “Se eu conseguir pelo menos tocar nas suas vestes, eu serei curada”. Então, ela avançou por entre a multidão e foi, com muita dificuldade, aproximando-se de Jesus. Um pouco mais perto. Mais perto. Mais perto… e ela estendeu o braço, entre as pessoas, até conseguir tocar as vestes do Mestre. No momento em que ela alcançou Jesus, aquele fluxo, o sangramento que a acompanhava por doze anos, desapareceu. Seu sofrimento tinha chegado ao fim.
A Bíblia diz que Jesus também sentiu o toque daquela mulher, porque, naquele instante, percebeu que dEle tinha saído poder. Ele se virou para ela e disse: “Filha, a tua fé te salvou. Vai em paz e fica livre do teu sofrimento.”
(Faça uma aplicação de acordo com a realidade das crianças)
Quantos de vocês hoje gostariam também de estender sua mão e “tocar” Jesus? Se vocês fizerem isso, sentirão o poder de Jesus em suas vidas.
‘Querido Deus, nós também queremos estender a nossa mão a Ti e sentir a tua presença sempre conosco. Ajuda-nos a ter o Teu poder em nossas vidas. Pedimos isso em nome de Jesus. Amém.’

Hoje é um dia muito especial na vida de milhares de pessoas. Não porque num 6 de Julho tenha nascido Dalai Lama, o líder religioso tibetano, ou porque, nesse mesmo dia, um tratado entre Inglaterra, França e Rússia tenha reconhecido a independência da Grécia. O dia é especial por uma razão muito mais particular: é o próprio aniversário dessas pessoas.
Então, se você está na lista dos felizes aniversariantes de hoje, parabéns! Neste momento de alegria, em que aflora o sentimento de gratidão pela vida e tudo o que ela representa, pelos parentes e amigos que manifestam seu carinho e atenção, que reflexões fazer? Que mensagens ler? A quem agradecer? Aqui, deixo esta sugestão:
Manifesta-se o poder de Deus no bater do coração, na ação dos pulmões, e nas correntes vivas que circulam pelos mil diferentes condutos do corpo. Somos-Lhe devedores por todo momento de existência, e por todos os confortos da vida. As faculdades e habilitações que elevam o homem acima da criação inferior, são dotes do Criador.
Ele nos cumula de benefícios Seus. Somos-Lhe devedores do alimento que comemos, da água que bebemos, da roupa que vestimos, do ar que respiramos. Sem a Sua especial providência, o ar estaria cheio de pestilência e de veneno. Ele é o generoso benfeitor e preservador.
O Sol que brilha sobre a Terra, e embeleza toda a Natureza, a encantadora e solene luminosidade da Lua, os esplendores do firmamento, salpicado de brilhantes estrelas, as chuvas que refrescam a terra, e fazem florescer a vegetação, as preciosas coisas da Natureza em toda a sua variada riqueza, as árvores altaneiras, os arbustos e as plantas, o grão tremulante, o céu azul, a terra verde, a mudança do dia e da noite, a renovação das estações, tudo fala ao homem do amor do seu Criador.
Tem-nos Ele ligado a Si mesmo por todos esses laços do Céu e da Terra. Cuida de nós com mais ternura do que cuida uma mãe de um filho em aflição. “Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor Se compadece daqueles que O temem” (Salmo 103:13).
Ellen White, Conselhos sobre Mordomia.
“Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga ao seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nem um só de seus benefícios.” Salmo 103.1-2
Resumo das mensagens apresentadas nas comemorações do 38º aniversário da Igreja Adventista de Ceilândia Sul, em 17 e 18 de abril/2009. 
– Que entre o Ministro de Estado!
Foi isso mesmo que o Pastor Jeová Goulart ouviu ainda no hall, antes de entrar na sala do engenheiro da Administração Regional de Ceilândia, cidade-satélite do Distrito Federal, distante cerca de 30 km do centro de Brasília. Era o início da década de 1980 e ele havia se identificado como ministro adventista.
Estava ali para tratar de questões burocráticas relacionadas com a autorização para o início da construção de um templo de alvenaria para a Igreja Adventista de Ceilândia Sul, em substituição ao de madeira (foto).
Depois de tratar do assunto com o engenheiro, expondo-lhe suas preocupações e reivindicações, ouviu dele uma frase que jamais esqueceu:
– Pastor, pode começar a construir amanhã mesmo. Oxalá houvesse uma igreja onde há hoje um bar.
A história foi relembrada durante um dos sermões do próprio pastor Jeová, convidado especialmente para as comemorações dos 38 anos da Igreja Adventista de Ceilândia Sul, sexta-feira e sábado da semana passada (17 e 18 de abril), por ter sido o primeiro pastor daquele distrito. Recordando as dificuldades enfrentadas no início do ministério, não se esqueceu de mencionar o apoio que recebeu de vários irmãos dedicados e fiéis, os quais deixaram sua marca na história da igreja. “Os irmãos de hoje não podem imaginar o sacrifício que foi feito por estes irmãos para que tivéssemos esta igreja”, afirmou.
Comparando o homem sem Deus a alguém que guia um carro a 150 km por hora, num declive, à noite, tendo os faróis do veículo desligados, o pastor enfatizou, por outro lado, a importância da igreja como um refúgio, um hospital, um lugar de paz, de encontro com Deus, onde o único remédio capaz de curar as feridas humanas é oferecido: Jesus Cristo.
Como “agradecimento” não poderia deixar de ser a tônica das mensagens, fomos relembrados das várias ocasiões em que homens e mulheres tementes a Deus demonstraram sua gratidão. Começando por Samuel, “Até aqui nos ajudou o Senhor” – I Samuel 7:12, passando pelo salmista, “Sim, grandes coisas fez o Senhor por nós, e por isso estamos alegres” – Salmo 126:3, até o exemplo da mulher que adquire por grande soma de dinheiro um vaso de perfume, para, com ele, em reconhecimento e gratidão, ungir os pés do Senhor – João 12:2-8.
Em outro momento, que intitulou “Construindo Casas para Deus”, lembrou que todos estamos construindo alguma coisa para Deus, seja uma “casa” no sentido de família, seja uma “casa” no sentido de caráter. Que tipo de “material/educação” temos usado para nossa construção? O que entregaremos a Deus como resultado final? Aos jovens, numa última mensagem, já quase ao final do sábado, repetiu várias vezes “Tudo é possível ao que crê”, enquanto narrava, em poucas palavras, como, deixando a fazenda (“não era a fazenda que era nossa; nós é que éramos da fazenda”) e indo para o internato em São Paulo (IASP), conseguiu custear com o trabalho no próprio colégio e o da colportagem, durante as férias, não só os próprios estudos, como parte dos estudos de uma de suas irmãs. “É preciso coragem, meus jovens!”, lembrou, mesmo quando há pessimistas que nos apresentam perspectivas assustadoras.
O pastor também deixou registrado que, infelizmente, numa pesquisa pessoal, em certa ocasião, percebeu que cerca de 5% apenas das famílias da igreja separavam tempo para o culto familiar. Muitos não se dão conta que estamos enfrentando “o teste da devoção e da gratidão”, aquele no qual Ezequias, a quem Deus concedera mais quinze anos de vida, falhou (II Reis 20). O apelo foi no sentido de demonstrar gratidão por meio de nossa devoção; e que esta devoção seja constante, por tudo que Deus tem feito em nossas vidas. ”Em tudo dai graças, pois esta é a vontade de Deus para conosco, em Cristo Jesus.” ( I Tessalonicenses 5:18)
Registro aqui meus parabéns a todos os irmãos desta família maravilhosa, com a qual convivo desde minha adolescência! Não menciono nomes por serem tantas as pessoas queridas desta igreja e também para que todos se sintam igualmente incluídos no meu abraço! Que Deus continue abençoando a todos na caminhada rumo à eternidade!