Publicado em Livros

O ABRAÇO DE DEUS – II – Consequências Naturais

Um lembrete importante, extraído ainda do capítulo “Se o Pai Celeste é Tão Bondoso, Por que Sofro Tanta Dor?” (”O Abraço de  Deus”, de M. Lloyd Erickson, Casa, 2003, 2a edição, 141 páginas), e não incluído no post O ABRAÇO DE DEUS – I por “limitação” espontânea de espaço:

[ Há consequências naturais para certas ações.

Grande parte da dor que sentimos na vida é atribuída às nossas próprias decisões e ações. Se eu fumo, é bem provável que contraia um enfisema pulmonar ou câncer dos pulmões…O Pai Celeste não disse: “Ou você me ama ou quebro o seu braço.” Ele não disse: “Ou você Me obedece ou lhe mato.” O que Ele disse foi: “Se você pecar, você irá morrer.” Esta é uma diferença vital que muitos cristãos não entendem. E que diferença isto faz ao nosso perfil do Pai Celeste!

Adão e Eva estavam viajando tranquilamente no novo Boeing 787 do Éden. O Pai celeste os havia avisado com respeito a saltarem da aeronave: “Se vocês saltarem, morrerão.”

O tentador entrou na cabina e disse: “O seu Pai não está dizendo a verdade. Ele só não quer que vocês se divirtam. Vocês não morrerão!”

Então Eva, rapidamente seguida por Adão, saltou. Eles se precipitaram em direção da morte certa – exceto se o Pai Celeste providenciasse um pára-quedas através do Seu Filho. Jesus saltou do avião e numa rápida queda livre Se aproximou de Adão e Eva – e de você e de mim. Ele morreu para que pudéssemos viver.

O Pai celeste disse a verdade. Morte é a consequência quando se salta de um 787. ]

Jamais devemos nos esquecer de  que a morte, ainda que parte real do cenário de rebelião em que estamos envolvidos, não terá a última palavra sobre os que aceitaram a salvação que Cristo ainda oferece:

“Pois como em Adão todos morrem, do mesmo modo em Cristo todos serão vivificados. Cada um, porém, na sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda.” I Cor. 15:22-23

“Amém; vem, Senhor Jesus.” Apoc. 22:20