Publicado em Livros, Reflexões

O Calendário dos Maias e o Dilúvio

Jesus Voltará

 

O calendário dos Maias foi utilizado como um dos ingredientes para o sucesso da atual febre cinematográfica hollywoodiana: 2012. Mas será que, no meio de tanto sensacionalismo fabricado a partir da película, alguém terá feito alguma reflexão séria sobre a cronologia dos Maias? Por que esse povo foi tido como inexpressivo no quesito conhecimentos matemáticos ou astronômicos? O que o calendário maia nos revela sobre o passado? Teria a cronologia maia alguma correspondência com o Dilúvio e a cronologia bíblica?

O livro Depois do Dilúvio, de  Bill Cooper B. A. Hons., editado pela Sociedade Criacionista Brasileira (210 páginas), depois de tratar da cronologia de Scaliger, renomado estudioso do Séc. XVI, aborda o interessante assunto da contagem maia às páginas 102-103:

 

Os Maias da América Central são um povo a respeito do qual se diz que não dominavam qualquer matemática de uma ordem particularmente elevada, nem qualquer astronomia teórica. Ora, os Maias instituíram uma contagem de tempo exatamente igual à que Scaliger elaborou, para resolver certos problemas cronológicos genealógicos com que se depararam ao reconstruir a sua própria história antiga. Do ponto de vista modernista, entretanto, o aspecto incômodo é o fato de que os Maias haviam aperfeiçoado a sua contagem dos dias cerca de seiscentos anos, ou mais, antes que Scaliger sequer tivesse existido. Scaliger, nos é ensinado corretamente, era um gênio. Os Maias, é-nos ensinado erradamente, não eram.

Mas por que nos é ensinado que os Maias não eram gênios? Por que os  modernistas insistem em nos dizer que os Maias não dominavam qualquer astronomia teórica, e nenhum sistema de matemática teórica, apesar de tantas evidências concretas em contrário? Em Chichen Itza, no México, repousam as ruínas de um gigantesco observatório que os Maias construíram, cujas galerias estão alinhadas com o Sol, a Lua e as estrelas. Com este observatório, em conjunto com outros observatórios com galerias também em alinhamento, os Maias eram capazes de predizer eclipses do Sol e da Lua com grande precisão, bem como medir o ciclo sinódico de Vênus com uma precisão atingida somente nos tempos modernos. Mas talvez exista mesmo algo sistemático na loucura modernista.

Se correlacionarmos a contagem Maia dos dias com a de Scaliger, vemos que o dia 1 dos Maias começou no dia Juliano 584283, que corresponde em nossos valores a 10 de agosto de 3113 a.C. (eu ponho isto numa quinta-feira) como o início da contagem Maia. Ora, a importância disso está no fato de que, embora o conceito Maia de tempo fosse cíclico, eles sabiam que a catástrofe mundial que havia encerrado a era anterior tinha sido ocasionada pela água, e que a sua era havia começado após aquela catástrofe. Em outras palavras, eles encaravam o dilúvio como encerramento da era antiga e o início da nova. E é aqui que ambas as contagens dos dias assumem uma enorme importância. A contagem de Scaliger, recordamos, levou-o ao ano inicial de 4713 a.C, sendo mais do que provável que essa data corresponda aproximadamente ao ano da Criação. Os Maias, porém, não iniciavam a sua contagem a partir da Criação, e sim a partir do dilúvio, e esse evento foi colocado em sua cronologia (e não na cronologia de Scaliger) no ano 3113 a.C. Subtraindo-se 3113 de 4713 resulta o período de 1.600 anos entre as datas da Criação e do dilúvio, período este que corresponde com aproximação notável ao período de 1.656 anos estabelecidos tão precisamente no registro de Gênesis. Não admira, portanto, que essa informação fosse hoje eclipsada pelo questionamento superficial feito relativamente à matemática e à astronomia dos Maias. Se eu fosse um modernista eu também questionaria!

Parece que a cronologia maia, entre outras, está mesmo destinada a desvelar um passado que serve não apenas para satisfazer a curiosidade humana, mas também para alertar o homem moderno de eventos que estão muito próximos de acontecer e que não deveriam apanhá-lo de surpresa. Disso já fomos avisados. Não por Hollywood, mas por quem conhece o fim desde o princípio e pode, portanto, anunciar o verdadeiro futuro:

“E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem.” Mateus 24: 37-39

“…Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus.” Apocalipse 22:20

 

Leia mais sobre o fim do mundo aqui. E esta notícia, atualizada em março de 2011. 

Notícia

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Um comentário em “O Calendário dos Maias e o Dilúvio

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