Publicado em Comemorações, Livros, Perguntas e Respostas, Reflexões

Namoro no Escuro: em Busca do Amor Permanente

O amor é permanente por si mesmo? Esta a pergunta que encabeça um dos capítulos do livro Namoro no Escuro, de José Carlos Ebling. O livrinho, de edição já esgotada (Casa, 1984-1987), foi idealizado como um guia de orientação sobre namoro para o público jovem, mas este capítulo (p. 31-33) tem aquele aspecto atemporal que faz com que mesmo quem já se acha “mais vivido” na idade ou até na experiência conjugal se veja aprendendo, ou relembrando, algumas lições importantes e sempre atuais sobre o amor.

Para que o amor seja permanente e dure, para que a chama do amor se mantenha e continue ardendo é preciso trabalhar e em especial evitar esses elementos destrutivos do amor. […] Quais são esses elementos?

1. Crítica Pessoal. A crítica constante e mesquinha do cônjuge enfraquece e aniquila o amor. Viver só debaixo de acusações e referências aos próprios fracassos e limitações é altamente prejudicial, pois desenvolve uma atmosfera onde o amor não pode subsistir.

2. Ridicularização. Este é outro elemento tão prejudicial ao amor e tão freqüentemente presente no relacionamento entre namorados, noivos e casais. Ridicularizar os sentimentos, as virtudes, as fraquezas e as coisas mais caras e preciosas para alguém é a maneira mais fácil de transformar o lar num verdadeiro inferno, destruindo o amor.

3. Imposição de idéias. Quando alguém impõe suas idéias sobre o cônjuge, assumindo a atitude de quem está sempre certo, impondo sua forma de ser e de pensar, o outro vai sendo oprimido, diminuído, desumanizado e destruído em sua dignidade como pessoa humana e o amor desaparece.

4. Hipocrisia. Não há coisa pior do que a hipocrisia para destruir o amor. A falta de sinceridade, a atitude puramente social de quem diante dos outros simula amar o companheiro(a) mas a sós o trata com desprezo e rudemente, há de provocar o desprezo em troca e acabar por destruir o amor.

5. Outro elemento que destrói o amor é a atitude de autodefesa. Não há amor sem risco. Quando nos unimos a outra pessoa, quando essa pessoa se torna parte integrante de nós mesmos, tornamo-nos infinitamente mais vulneráveis. Aqueles que não podem amar são os que têm receio ou são incapazes de enfrentar tais riscos. Assumem uma atitude de autodefesa, pois querem conservar-se inatingíveis e sentirem-se protegidos.[…]A autodefesa normalmente destrói o amor que os outros têm por nós. O amor precisa de recíproca e constante realimentação. A menos que estejamos prontos a aceitar o fato de que amando ficamos vulneráveis à decepção, não poderemos fugir da teia egocentrista do nosso próprio eu e conhecer a beleza e felicidade de uma vida transbordante de amor.

Estes são alguns dos elementos que destroem o amor. Logo, o amor pode ser destruído e, portanto, não é permanente em si mesmo.

Como disse alguém, o amor é como uma planta pequenina e frágil que se não for nutrida poderá facilmente perecer.

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Um comentário em “Namoro no Escuro: em Busca do Amor Permanente

  1. antes porê sou muito grato em aprender muita coisa boa com o pastor a, pesar de nao ser da iasd mas o mesmo Deus que buscamos tdos nós… que o snhr cntinua te abencoar ricamente snhr pasto e a sua familia……

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