Publicado em Conferências, Eventos, Livros

Livro do Mês: Depois do Dilúvio, Bill Cooper.

 

[Este mês vou sortear o livro Depois do Dilúvio entre os amigos visitantes do blogue e seguidores no Twitter (@Darcyy).]

Nunca ganho nada em sorteios. Mas essa regra foi recentemente desafiada durante o IX Seminário A Filosofia das Origens, realizado aqui em Brasília nos dias 1º e 2 de abril. Já no primeiro dia do evento, fui um dos contemplados com a superinteressante publicação da Sociedade Criacionista Brasileira Depois do Dilúvio, de Bill Cooper (Tradução do Dr. Ruy Vieira).

A proposta de Bill Cooper é descobrir de uma vez por todas se o registro bíblico, em especial o livro de Gênesis, é ou não digno de confiança. Ou, num nível mais detalhado de sua pesquisa, verificar se há congruência entre o registro das descendências dos antigos povos europeus e o registro do Gênesis: “Eu desejava verificar primeiramente se os mesmos patriarcas citados em Gênesis eram também evidenciados nas genealogias e crônicas mais antigas dos povos europeus, e queria também avaliar o nível em que esses povos tinham consciência de outros eventos mencionados no Gênesis.”  Cooper é cuidadoso tanto na coleta quanto na análise dos dados: “A parte importante desse teste é que o documentos e registros a serem consultados por mim tinham de provir de datas anteriores à época em que qualquer nação européia tivesse se convertido ao Cristianismo.” Ele expõe, então, um resumo das evidências que levantou em mais de vinte e cinco anos de pesquisa. Algumas imperfeições tipográficas podem ser encontradas aqui e ali no livro, mas o conteúdo dele é tão instigante que esses detalhes se tornam quase imperceptíveis, e nem conseguem desviar nossa atenção do assunto.

Enquanto recebia o brinde das mãos do Hipólito, um dos secretários da SCB, comentei que, como  já tinha o livro, arranjaria uma forma de repassá-lo a algum amigo interessado no tema. Só depois me veio a idéia de usar este espaço virtual aqui do blogue e do Twitter para isso (e agora pretendo fazer o sorteio de um novo livro a cada mês, agradecendo a cortesia da equipe da SCB por possibilitar este primeiro).

Então aqui vamos: para concorrer, 1) Cadastre-se aqui no blog para receber avisos de novos posts (preencha seu email no campo Email Subscription e clique em Sign me up! – na lateral, à direita) 2) Siga @Darcyy e 3) retuíte a mensagem, com o link:  “Dê RT Sorteio 25/4.Cadastrei-me no lerpracrer.wordpress.com para ganhar o livro do mês: Depois do Dilúvio,de Bill Cooper http://kingo.to/yEp“.

O sorteio será realizado no dia 25 de abril, a qualquer hora do dia, entre os que retuitarem (o custo de remessa sairá por nossa conta apenas para endereços no território nacional).

Abaixo um pequeno trecho do capítulo “A linhagem dos reis anglo-saxônicos”, para aguçar ainda mais a curiosidade do futuro ganhador (Boa sorte!):

Em 6 de julho de 1600, certo viajante elisabetano, Barão Waldstein, visitou o Palácio Lambeth em Londres, e seu diário relata que, em um dos aposentos, ele viu:

“…uma esplêndida genealogia de todos os reis da Inglaterra, e outra genealogia histórica, cobrindo todo o tempo desde o Princípio do Mundo.” (Groos, T.W. The Diary of Baron Waldstein.  Thames & Hudson. London. p. 61)

Posteriormente, passando pelo Palácio Richmond em 28 de junho, ele viu na biblioteca:

“…belamente escrita em um pergaminho, uma genealogia dos reis da Inglaterra que chega até a Adão.” (Groos. p. 169)

Genealogias como estas foram imensamente populares, e tão fascinantes para o público em geral quanto para os historiadores e outros eruditos. Como tabelas genealógicas, elas proveram um registro contínuo da história da humanidade desde a Criação, passando pela era pós-diluviana, e chegando aos tempos modernos. Entretanto, foram exatamente esses atributos que tornaram esses registros impalatáveis a certos estudiosos que apreciavam chamar a si mesmos de Racionalistas, e que a partir do século XVIII procuraram substituir esses registros históricos por certas noções anti-bíblicas elaboradas por eles próprios. Tão bem foram eles sucedidos nesse objetivo, que hoje dificilmente se pode encontrar sequer um historiador que ouse basear-se na verdade e confiabilidade desses registros. Assim, o que há nos registros saxões antigos que os torna tão impalatáveis ao gosto modernista, mas que poderia nos interessar em nossa investigação atual? (Depois do Dilúvio, p. 68)

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11 comentários em “Livro do Mês: Depois do Dilúvio, Bill Cooper.

  1. Olá Fátima!
    Tudo bem?
    Desejo-lhe boa sorte!
    É só seguir as instruções que aparecem aí no post…e esperar o “grande dia”! Abraço!

    Darcy

  2. Amigos,
    O ganhador: Hugo Pessotti.
    Muito obrigado a todos que participaram.
    Deus abençoe a todos.
    Não percam o próximo sorteio.
    Grande abraço!

  3. Miguel,
    Muito obrigado pelo vídeo. Ainda não o vi todo, mas vou ver. Um abraço. Volte sempre.

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