Publicado em ciência, Livros, Pensamentos, Perguntas e Respostas, Reflexões

Livro do Mês: A Ciência Descobre Deus, de Ariel Roth

 

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[O Livro do Mês é A Ciência Descobre Deus, de Ariel Roth. Para participar do sorteio, basta seguir @Ler_pra_crer no Twitter e dar RT na mensagem: “RT Sorteio Livro do Mês: A Ciência Descobre Deus, de Ariel Roth. Siga @Ler_pra_crer Dê RT e participe (sorteio 4/8)!”]

Ariel Roth é doutor em zoologia pela Universidade de Michigan. Publicou mais de 180 artigos científicos e populares. Ex-diretor do Geoscience Research Institute, lecionou nas universidades de Andrews e Loma Linda. É autor também do livro Origens, traduzido em 16 línguas, publicado no Brasil pela Casa Publicadora Brasileira.

Como tenho feito nos outros sorteios, transcrevo aqui alguns pequenos trechos do livro, a fim de que o futuro ganhador tenha uma pequena amostra do texto que terá em mãos. A imagem acima foi “importada” do blogue amigo Ciência da Criação (da postagem Revelação Geral: Mundo natural e raciocínio lógico, que traz uma das tabelas que constam do livro de Roth, juntamente com outras reflexões sobre a revelação de Deus e de Seus atributos). Boa sorte! Boa leitura!

O orgulho e a aversão a Deus que frequentemente vemos agora na ciência permanecem em agudo contraste com a humildade, devoção e respeito a Deus revelados pelos gênios que estabeleceram os fundamentos da ciência moderna.

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Embora não possamos ver Deus, existe uma abundância de evidências convincentes de que Ele existe. Não precisamos visualizar Deus para crer na sua realidade. Se numa clareira, no meio da floresta, encontro um jardim bem organizado e cuidado, sem ervas daninhas e com canteiros caprichados de flores e folhagens, posso não ver o(a) jardineiro(a), mas a evidência é tão irresistível que me dá a certeza de que ele ou ela existe. De modo semelhante, se inspeciono as ruínas de uma casa que foi destruída pelo fogo, e vejo as vigas carbonizadas, o teto queimado e objetos derretidos, tenho certeza de que houve um incêndio, embora não o veja naquele momento. A evidência pode ser tão óbvia a ponto de deixar poucas dúvidas.

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Meu preparo como cientista pode influenciar minha visão, mas sempre fico feliz ao recorrer à ciência quando existem alguns fatos simples e sólidos da natureza com os quais posso começar. Isso acontece, especialmente, nas ciências físicas como a física e a química, e nelas encontramos algumas das mais fortes evidências de Deus.

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Muitos fatores interdependentes, como os encontrados no código genético, na síntese do DNA e nas trilhas bioquímicas controladas, desafiam a ideia de que podem ter se desenvolvido de forma gradual, sobrevivendo evolutivamente em cada estágio, até que todos os fatores necessários estivessem presentes. Os modelos alternativos são irreais e insatisfatórios, e ignoram totalmente o fato de que a vida requer uma abundância de informações coordenadas.

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Com demasiada frequencia, a ciência é dirigida mais por teoria do que por dados. Por causa disso, é particularmente importante que se envide um esforço especial para tentar separar a boa ciência, que leva à verdade acerca da natureza, da má ciência, que  não o faz. Os cientistas são bastante humanos, e pode ser difícil encontrar um cientista que, como o restante da humanidade, não tenha uma agenda a cumprir. Contudo, esses cientistas que dão prioridade aos dados, em lugar de teorias, terão maior probabilidade de descobrir o que realmente acontece na natureza. Tudo isso pode ser muito significativo para a questão de Deus. Nos capítulos 2 a 5, apresentamos muitos exemplos de dados que indicam que é necessário haver um planejador. A despeito das evidências, os cientistas se esquivam de uma conclusão assim. Prevalece o paradigma dominante atual, de que a ciência precisa explicar tudo sem Deus, embora isso envolva conjecturas desenfreadas para testar e explicar os fatos encontrados.

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A verdade não pode se contradizer. Ou existe um Deus ou não existe. Em resumo, a posição secular atual da ciência introduz um grave preconceito e não reflete as crenças de muitos cientistas; mas sugerir a atividade de Deus é considerado não científico. Essa posição é uma visão restrita que compromete a alegação da ciência de encontrar a verdade. Por exemplo, se Deus existe, a ciência jamais poderá encontrá-Lo enquanto Ele for excluído do cardápio explanatório. Nessa área de investigação, a ciência não mais respeita a liberdade acadêmica e perde suas credenciais. Na ciência, deixe que os dados da natureza falem por si mesmos, incluindo a possibilidade de que exista um Deus. Na minha opinião, essa seria uma abordagem científica mais aberta e melhor. 

 

Um comentário em “Livro do Mês: A Ciência Descobre Deus, de Ariel Roth

  1. Muito obrigado a todos(as) que participaram.
    Parabéns à grande ganhadora: Rafaela Sousa (twitter: @rafita_bcm).
    Boa leitura!
    Não percam o próximo sorteio!
    Abraços!

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