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O Rei Davi e a Arqueologia

David inscrição a partir de Dan. Próximo Oriente foto Arqueologia.

OK, tudo o que eu tinha encontrado estabelecia que os israelitas primitivos de fato existiram. No entanto, há uma grande diferença entre generalidades históricas e pessoas e acontecimentos específicos mencionados na Bíblia. Por exemplo, o rei Davi e seu filho Salomão são grandes partes da história judaica no Antigo Testamento. Não deveríamos encontrar algo na arqueologia de Israel que sustente o seu reinado e suas atividades também?

Em um dos livros que peguei, fiquei surpreso ao ler que o Davi histórico nunca tinha existido. Outro artigo que li mencionou o bem estabelecido “Mito de Davi” – uma invenção literária extraída da tradição heroica para estabelecer a monarquia judaica…

Kathleen Kenyon, uma arqueóloga muito respeitada em quem cheguei a confiar e de quem gostava, declarou:

Para muitas pessoas parece estranho que Davi e Salomão ainda permanecem desconhecidos fora do Antigo Testamento ou de fontes literárias dele diretamente derivadas. Nenhuma inscrição extra-bíblica, ou da Palestina ou de um país vizinho, tem sido achada que contenha uma só referência a eles.9

Bem, não acho que temos que encontrar evidências arqueológicas para cada pessoa e lugar mencionado na Bíblia, mas Davi era muito importante para mim. Descobri que ele é mencionado 1.048 vezes na Bíblia – o sujeito de 62 capítulos e o escritor de provavelmente 73 salmos do Antigo Testamento. Nossa, eu realmente queria achar alguma evidência da sua existência …

Sabem de uma coisa? Desde que Kenyon fez a declaração acima em mais ou menos 1987, a validade do registro bíblico antigo sobre o Rei Davi tem crescido grandemente!

Em 1993, os arqueólogos descobriram uma inscrição de pedra na antiga cidade de Dã que se refere à “Casa de Davi”. A Inscrição da Casa de Davi (Inscrição de Tel Dan) é a primeira referência ao antigo rei Davi fora da Bíblia.10 Especificamente, essa pedra é um pilar de vitória de um rei em Damasco, datado de cerca de 250 anos após o reinado de Davi, que menciona um “rei de Israel da Casa de Davi”. Nos meses a seguir, mais pedaços de inscrição foram descobertos no local, permitindo que os arqueologistas reconstruíssem por completo a seguinte declaração: “Eu matei Jorão, filho de Acabe, rei de Israel, e eu matei Acazias, filho de Jeorão, rei da Casa de Davi”. Surpreendentemente, estes são os líderes judeus ligados à linhagem de Davi, conforme registrado na Bíblia.11

A arqueologia de Israel revelou-se poderosa!

História de Israel

A história de Israel continua a seguir adiante… Evento após evento… Referência após referência… O registro bíblico da “história de Israel” nunca me desiludiu…

As derrotas de Samaria e Asdode a Sargão II, rei da Assíria, como registrado nas paredes de seu palácio.1 A campanha militar do rei assírio Senaqueribe contra Judá, como registrado no Prisma Taylor.2 O cerco de Laquis por Senaqueribe, como registrado nas Cartas de Laquis.3 A destruição de Nínive como predito pelos profetas Naum e Sofonias, como registrado no Tablete de Nabopolasar.4 A derrota de Jerusalém por Nabucodonosor, rei de Babilônia, como registrado nas Crônicas da Babilônia.5 O cativeiro babilônico de Joaquim, rei de Judá, como registrado no Registro Babilônico.6 A derrota babilônica pelos medos e persas, como registrado no Cilindro de Ciro.7 A libertação dos cativos judeus na Babilônia por Ciro, o Grande, como registrado no Cilindro de Ciro.8

O palácio de Jericó onde Eglom, rei de Moabe, foi assassinado por Eúde. O portão a leste de Siquém onde Gaal e Zebul assistiram as forças de Abimeleque abordar a cidade. O Templo de Baal em Siquém, onde os cidadãos de Siquém se refugiaram quando Abimeleque atacou a cidade. A piscina de Gibeão, onde as forças de Davi e Is-Bosete lutaram pela realeza de Israel. O palácio real em Samaria, onde os reis de Israel viveram. A piscina de Samaria, onde a carruagem do rei Acabe foi lavada após sua morte. O túnel de água, abaixo de Jerusalém, escavado pelo rei Ezequias para prover água durante o cerco assírio. O palácio real de Babilônia onde o rei Belsazar realizou a festa e Daniel interpretou a escrita na parede. O palácio, porta e praça em Susa, onde os eventos de Ester, a rainha do rei persa Xerxes, e Mardoqueu, seu primo, aconteceram.9

Puxa vida! Apenas um século e meio atrás, os acadêmicos europeus do “Século das Luzes” declararam que a Bíblia (especialmente o Antigo Testamento) era uma história fictícia. Seu argumento principal era o de que certos impérios, como o dos hititas, e reis, como Davi, realmente não existiram. Bem, agora temos “apoio arqueológico” dramático para a sua existência! Além disso, nos últimos anos os achados arqueológicos têm aumentado dramaticamente! Portanto, se a razão para a rejeição das escrituras do Antigo Testamento foi a falta de evidências históricas e arqueológicas, não deve a mesma lógica existir para validar o registro do Antigo Testamento, agora que estamos encontrando tais evidências?

Embora o conflito geral no Oriente Médio tenha diminuído um pouco os esforços arqueológicos, a confiabilidade da Bíblia como um documento histórico continua a ser confirmada no campo da arqueologia a cada dia. Embora a ausência de evidências arqueológicas não signifique necessariamente a ausência do povo, lugar ou evento, pode-se afirmar enfaticamente que nenhuma descoberta arqueológica jamais refutou uma referência bíblica.

Dr. Nelson Glueck, provavelmente a maior autoridade em arqueologia israelita, disse:

Nenhuma descoberta arqueológica jamais contradisse uma única referência bíblica. Dezenas de achados arqueológicos têm sido feitos que confirmam, em linhas gerais ou detalhes exatos, afirmações históricas na Bíblia. E, pela mesma avaliação, um estudo próprio de descrições bíblicas tem geralmente levado a surpreendente descobrimentos.10

Para mim, o estudo da história e arqueologia de Israel estava realmente se tornando uma viagem inesperada e emocionante…

1 Hoerth, Archaeology and the Old Testament, 342-343. Veja 2 Reis 17:3-6, 24; 18:9-11 e Isaías 20:1.
2 Price, The Stones Cry Out, 272. Veja 2 Reis 18:13-16.
3 Ibid., 79-81. Hoerth, Archaeology and the Old Testament, 351. Veja 2 Reis 18:14, 17.
4 Bryant Wood, Associates for Biblical Research, 2001, http://www.christiananswers.net/q-abr/abr-a009.html. Veja Naum 3:7 e Sofonias 2:13-15.
5 Price, The Stones Cry Out, 232-233. Veja 2 Reis 24:10-14.
6 Wood, Associates for Biblical Research,http://www.christiananswers.net/q-abr/abr-a009.html. Veja 2 Reis 24:15-16.
7 Price, The Stones Cry Out, 250-252. Veja Daniel 5:30-31.
8 Ibid. Veja Esdras 1:1-4; 6:3-4.
9 Bryant Wood, Associates for Biblical Research, 1995-2001, http://christiananswers.net/q-abr/abr-a005.html; http://christiananswers.net/q-abr/jericho.html. Citações bíblicas, em ordem: Juízes 3:15-30; Juízes 9:34-38; Juízes 9:4, 46-49; 2 Samuel 2:12-32; 1 Reis 20:43; 21:1, 2; 22:39; 2 Reis 1:2; 15:25; 1 Reis 22:29-38; 2 Reis 20:20; 2 Crônicas 32:30; Daniel 5 e o livro de Ester.
10 Nelson Glueck, Rivers in the Desert, Farrar, Strous and Cudahy, 1959, 136.

Fonte: A Jornada (Randall Niles)
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Gênesis e História: Quanto Vale o que Está Escrito! parte II

[Este post dá sequência a uma série de considerações sobre a historicidade do livro de Gênesis (esta introdução vale como parte I). As observações apresentadas aqui são de Dave Hawkins e foram extraídas de um debate formal do qual participou em 2007 (link ao final da série. Referências da Wikipedia apontam para artigos da época, passíveis de edição ao longo do tempo.)]

Livros históricos são o meio mais confiável de determinar a própria História. Isso pode parecer uma declaração óbvia, algo que nem precisaria ser afirmado. Entretanto, por estranhas razões, muitos cientistas hoje rejeitam o claro registro histórico do livro de Gênesis em relação ao Dilúvio. Esses mesmos cientistas desconsideram os registros históricos (tradições orais e escritas) de muitas nações, os quais concordam com o registro de Gênesis. Isso é um erro.

O que é História e como é estudada?

História é o estudo dos eventos e das atividades do passado humano. Tradicionalmente, os historiadores têm tentado responder a questões históricas pelo estudo de documentos escritos, embora a pesquisa histórica não se limite meramente a essas fontes. Em geral, as fontes de conhecimento histórico podem ser classificadas em três categorias: o que é escrito, o que é dito e o que é fisicamente preservado; e historiadores frequentemente enfatizam a importância dos registros escritos, que universalmente datam do desenvolvimento da escrita.
http://en.wikipedia.org/wiki/History

Então, se quisermos saber algo da História,  devemos examinar:

1) Registros históricos escritos
2) Tradições orais, e
3) Itens preservados fisicamente

Como podemos dizer se o registro do Gênesis é confiável?

Historiadores têm duas vias principais para melhor entender o mundo antigo: arqueologia e o estudo das fontes primárias. http://en.wikipedia.org/wiki/Ancient_history

Em estudos históricos, fonte primária é um documento ou outra fonte de informação que foi criada no tempo ou perto do tempo que está sendo estudado, por uma fonte autoritativa. Nesse sentido, primário não significa superior. Refere-se à criação por atores primários, e difere de uma fonte secundária, que pode ser uma obra histórica, como um livro ou artigo acadêmico, feito a partir das fontes primárias.

http://en.wikipedia.org/wiki/Primary_source

Em Trusting Records: Legal, Historical and Diplomatic Perspectives, Heather MacNeill destaca que a determinação da confiabilidade dos documentos históricos envolve:

1) Crítica Interna
2) Crítica Externa
3) Corroboração das afirmações por fontes independentes

Maiores informações aqui

Vamos começar, então,  a examinar os registros históricos, iniciando com o livro de Gênesis. Poderíamos escolher outros, mas eu escolho primeiramente este porque ele tem se provado o mais confiável em outras áreas das quais ele trata, como mostrarei.

Cito a  seguir o começo do tablete de “Sem, Cão e Jafé.” Este tablete se extende do capítulo 6, verso 9b até o capítulo 10, verso 1a, onde encontramos a “nota de rodapé” inserida por Moisés:

“Estas, pois, são as gerações dos filhos de Noé: Sem, Cão e Jafé…”Gênesis 10:1

Os dois links que seguem [na sequência uma versão de parte do conteúdo do primeiro link; o conteúdo do segundo será resumido no próximo post da série] explicam que a frase “estas são as gerações dos filhos de…” ocorre 11 vezes no livro de Gênesis e, de acordo com os métodos de escribas antigos, denotam QUEM  registrou os eventos descritos. Isso é algo semelhante à prática moderna de escrever notas de rodapés.

http://www.trueorigin.org/tablet.asp

http://truthmatters.info/2006/09/25/the-book-of-genesis-eyewitness-accounts-from-the-dawn-of-time/

Quando em missão na Mesopotâmia, onde ocorreram muitas das atividades mais antigas descritas na Bíblia, P. J. Wiseman ficou interessado na arqueologia daquela área, e especialmente em muitos tabletes de argila antigos que haviam sido datados como pertencentes ao tempo ainda anterior ao de Abraão. Ele reconheceu que detinha a chave para os escritos originais da Bíblia, principalmente para o livro do Gênesis. Ele publicou seu livro em 1936. Mais recentemente, seu filho, o professor de Assiriologia D. J. Wiseman, atualizou e revisou o livro de seu pai: P. J. Wiseman, Ancient Records and the Structure of Gênesis (Registros Antigos e a Estrutura do Gênesis). (Nashville: Thomas Nelson, Inc., 1985)

Ele descobriu que a maioria dos tabletes de argila tinha “frases colofães” no final; essas frases davam o nome do escritor ou do dono do tablete; continham palavras para identificar o assunto, e muitas vezes alguma espécie de datação. Se vários tabletes estavam envolvidos, havia também “linhas de conexão” para relacionar um tablete a outro posterior na seqüência. Muitos destes antigos registros estão relacionados à história de famílias e genealogias, que eram evidentemente muito importantes para os povos antigos. Wiseman notou a semelhança de muitos desses tabletes com as seções do livro de Gênesis.

Muitos estudiosos têm notado que o Gênesis é dividido em seções, separadas por frases que são traduzidas como “Estas são as gerações de…”

A palavra hebraica usada para “geração é toledôt, que significa ‘história’, especialmente história de família … a história de sua origem”. Wiseman, op.cit., p.62. Wiseman tirou esta citação do lexicógrafo pioneiro hebraico Gesenius. A maioria dos estudiosos têm reconhecido que essas “frases toledôt” devem ser importantes, mas eles tem sido enganados ao supor incorretamente que elas são a introdução do texto que vem logo em seguida (várias traduções modernas têm até truncado essas frases). Isto tem gerado sérias dúvidas, porque em vários casos elas não parecem se encaixar. Por exemplo, Gênesis 37:2 começa: “Estas são as gerações de Jacó… ” Mas a partir daquele ponto em diante, o texto descreve José e seus irmãos, e quase nada sobre Jacó, que era o personagem central na seção anterior.

Wiseman, porém, viu que os colofões nos tabletes antigos vinham sempre no final, não no início. Ele aplicou esta ideia às frases “toledôt” em Gênesis, e descobriu que em todos os casos elas faziam sentido. O texto imediatamente antes da frase “Estas são as gerações de …” continha informações sobre eventos dos quais o homem mencionado naquela frase deveria ter conhecimento. Aquela pessoa teria sido o responsável lógico por escrever aquela parte. Em outras palavras, cada frase “toledôt” contém o nome do homem que provavelmente escreveu o texto que antecede essa frase. Ou, ainda, em outras palavras, o livro de Gênesis consiste de um conjunto de tabletes, cada um dos quais escrito por uma verdadeira testemunha ocular dos acontecimentos nele descritos. Estes  tabletes  foram finalmente compilados por Moisés.

Suficiente confirmação arqueológica tem sido encontrada, de tal forma que muitos historiadores agora consideram o Velho Testamento, pelo menos a parte mais ou menos posterior ao décimo primeiro capítulo do Gênesis, como sendo historicamente correto. É estranho que professores de seminários muitas vezes ainda ensinem as velhas teorias de “crítica cética”, muito embora as bases sobre as quais essa teorias se iniciaram tenham sido completamente desacreditadas.

(continua…) Veja parte III

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Texto em Hebraico Antigo Decifrado


Mais más notícias para os crentes ateus. Finalmente temos algum desenvolvimento em relação às inscrições cerâmicas em hebraico antigo encontradas em 2008. A inscrição, proveniente de Khirbet Qeiyafa (vinda do tempo dos réis David e Salomão) foi decifrada e anunciada na Yahoo News,PhysOrg, e EurekAlertScience Daily publicou uma reportagem extensiva no dia 8 de Janeiro.

O Prof. Gershon Galil da Universidade de Haifa explicou o seu significado:

Isto indica que o Reino de Israel já existia no século 10 a.C., e que alguns dos Textos Bíblicos foram escritos centenas de anos antes presentes nas pesquisas actuais.

Esta evidência aparentemente refuta a interpretação minimalista da história Bíblica. Esta visão alega que nunca existiu um reino pertencente a David e Salomão.

A EurekAlert afirma:

Isto está em oposição às datas da composição da Bíblia aceites hoje em dia, que nunca haveria de aceitar a possibilidade da Bíblia (ou partes dela) terem sido escritas durante este período antigo

TRADUÇÃO: os críticos diziam uma coisa, mas a ciência arqueológica confirma o que os cristãos sempre disseram.

De acordo ainda com o artigo na EurekAlert, inferências mais significativas podem ser feitas:

O Prof. Galil ressalva também que a inscrição foi descoberta numa zona provincial da Judeia. Ele explica que se havia escribas na periferia, pode ser assumido que aqueles que habitavam a região central e Jerusalém eram escritores ainda mais proficientes.“Agora pode ser mantido que era perfeitamente razoável que durante o século 10 a.C. – durante o reinado do Rei David – havia escribas em Israel capazes de escrever textos literários e historiografias complexas tais como os Livros de Juízes e Samuel.”

Ele acrescenta que a complexidade do texto descoberto em Khirbet Qeiyafa, bem como as fortificações impressionantes encontradas na área, refutam a alegação que nega a existência do Reino de Israel durante esta altura.

O texto da inscrição é relativo ao tratamento a dar aos mais desfavorecidos da sociedade. A inscrição não é literalmente tirada da Bíblia (verbatim) mas é semelhante a passagens que expressam preocupação com as viúvas, órfãos e os pobres. A tradução inglesa lê

“you shall not do [it], but worship the [Lord]. Judge the sla[ve] and the wid[ow]. Judge the orph[an] [and] the stranger. [Pl]ead for the infant; plead for the po[or and] the widow. Rehabilitate [the poor] at the hands of the king. Protect the po[or and] the slave; [supp]ort the stranger.”

Isto expressa uma moralidade que vem da Bíblia. E se calhar “o Rei”, era o Rei David.

Conclusão:

Isto não só é muito emocionante e significativo, como também dá mais peso à posição cristã. Fica cada vez mais difícil os ateus afirmarem que a Bíblia Hebraica não é historicamente fiável quando os dados científicos dizem que ela é.

Se quanto mais atrás no tempo nós vamos, nós vemos que a Bíblia está de acordo com os factos conhecidos, porque é que a Bíblia não estaria certa na sua descrição das nossas origens? Não há motivos científicos para se rejeitar a descrição Bíblica das nossa origens, mas apenas motivos ideológicos.

Pois bem, os ateus são livres de terem a ideologia que bem entenderem mas eles que se mentalizem que é a Bíblia que está de acordo com a História, e não o ateísmo.


LiveScience, maioritariamente pró-darwinista, não só mencionou o achado de uma forma favorável, como também concordou que o mesmo achado mostra que a Bíblia pode ter sido escrita mais cedo do que quando os académicos liberais afirmam que ela foi escrita:

Até agora, muitos académicos mantiveram a crença de que a Bíblia Hebraica foi escrita no século 6 a.C., porque se pensava que a escrita Hebraica não se tinha originado antes dessa altura. Mas o recentemente decifrado texto Hebraico é cerca de 4 séculos mais antigos, segundo os cientistas.

“A tua Palavra é a Verdade.” – João 17:17
Extraído do blog Darwinismo.