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Pesquisa Desacredita Fusão de Cromossomo Humano

Evidência de ancestralidade comum?

Em 2002, 614 mil bases de DNA cercando o local da fusão foram totalmente sequenciadas, revelando que a sequência de fusão alegada estava no meio de um gene originalmente classificado como pseudogene, porque não havia até então nenhuma função para ele. A pesquisa também mostrou que os genes ao redor do local da fusão na janela das 614 mil bases não existiam no cromossomo 2A ou 2B do chimpanzé – a localização suposta para a origem símia. Na terminologia genética, nós chamamos essa localização discordante do gene de falta de sintenia.Humanos e grandes símios diferem em número de cromossomos – humanos possuem 46 enquanto símios possuem 48 deles. A diferença é atribuída à “fusão de ponta-em-ponta” de dois pequenos cromossomos similares aos dos macacos em um ancestral humano-símio que se juntaram em um passado distante e formaram o cromossomo 2. Essa ideia foi inicialmente proposta por pesquisadores que perceberam que humanos e chimpanzés compartilham padrões similares de marcação de cromossomos quando observados em um microscópio. Todavia, humanos e chimpanzés também têm regiões dos seus cromossomos que não compartilham padrões de marcação comuns. A suposta prova para a alegada fusão veio em 1991, quando pesquisadores descobriram uma sequência de DNA com cerca de 800 bases de comprimento no cromossomo 2 humano. Mas essa sequência estava inesperadamente pequena em tamanho e extremamente degenerada. Mais importante, essa nova sequência semelhante à fusão não era o que os pesquisadores estavam esperando encontrar, pois continha uma assinatura nunca vista. Todas as fusões conhecidas em animais vivos estão associadas com uma sequência chamada DNA satélite (satDNA), que funde em um dos dois seguintes cenários: (1) satDNA-satDNA ou (2) satDNA-telômeroDNA (telômeros são as regiões no fim dos cromossomos que contêm milhares de repetições da sequência “TTAGG”). A sequência alegadamente de fusão continha uma assinatura diferente, uma fusão telômero-telômero e, se real, poderia ser o primeiro caso já documentado na natureza.

Eu publiquei agora uma nova pesquisa sobre o local da fusão alegada, revelando dados genéticos que desacreditam completamente as alegações evolucionistas. Minha análise confirma que o local está dentro de um gene chamado DDX11L2 no cromossomo humano 2. Ainda mais, a sequência de fusão alegada contém uma característica funcional genética chamada “local de ligação de transcrição de fator”, que é localizado no primeiro intron (região não codificada) do gene. Fatores de transcrição são proteínas que ligam locais regulatórios dentro e ao redor dos genes para controlar suas funções, atuando como interruptores. O gene DDX11L2 tem três dessas áreas, uma das quais é codificada no local da fusão alegada.

Os cromossomos são moléculas de DNA de cadeia dupla e contêm genes nas duas cadeias que são codificados em direções opostas. Devido ao gene DDX11L2 ser codificado na cadeia orientada reversamente, ele é lido na direção reversa (ver a seta “Exon 1”). Então, a sequência de fusão alegada não é lida na direção avante tipicamente utilizada na literatura como evidência para uma fusão – ao contrário, ela é lida na direção reversa e codifica um interruptor regulatório chave.

O local suposto de fusão é atualmente uma parte-chave do gene DDX11L2. O gene em si mesmo é parte de um grupo complexo de genes RNA helicase DDX11L que produzem longos RNAs regulatórios não codificantes. Estes transcritos RNA DDX11L2 são produzidos em 255 tipos diferentes de células e tecidos humanos, destacando a função biológica ubíqua do gene.

(ICR, com tradução de Alexsander Silva)

Comentário de Enézio de Almeida Filho: O assunto é tecnicamente complexo, mas fácil de se resolver – os evolucionistas simplesmente “contam”, mas não analisam os cromossomos: os humanos têm 23 pares de cromossomos e os primatas têm 24 pares; portanto, dois cromossomos de primatas foram fundidos em um cromossomo humano. Mas será isso mesmo? Consideremos – e se o ancestral comum tivesse 23 cromossomos distintos, e um cromossomo sofreu duplicação na linhagem que resultou nos primatas superiores? O que isso significaria em termos de história evolucionária humana? E se o ancestral comum tivesse 20 cromossomos distintos e ocorreram 4 eventos de duplicações na linhagem dos primatas superiores, e 3 na linhagem humana? E se o ancestral comum tivesse 30 cromossomos distintos, e ocorreram 6 eventos de fusão na linhagem dos primatas superiores e 7 eventos de fusão para a linhagem humana, o que tudo isso representaria?

A resposta para as questões acima é que a simples contagem de cromossomos ou comparações de números de cromossomos não resulta em ancestralidade comum a ponto de se fazer predições firmes de quantos cromossomos nosso suposto ancestral primata-humano tinha. Além disso, atualmente não existe uma análise cromossômica completa de evidência de fusão em nossos cromossomos, por isso não podemos afirmar que a presença de um cromossomo fundido em humanos seja uma predição de ancestralidade comum. Muito mais pesquisas se fazem necessárias.

O que alguns evolucionistas não consideram teoricamente é que o ancestral comum de humanos e primatas supostamente existiu há seis milhões de anos. O que evolucionistas dizem é que essa fusão cromossômica tenha ocorrido há recentes 50 mil anos. Sob esse ponto de vista, esse evento de fusão cromossômica não tem nada a ver em nos fazer tipo humanos em contraste com os primatas superiores. Claramente esse evento de fusão cromossômica está muitos milhões da anos distante de qualquer suposta ancestralidade com os primatas superiores.

O que aparentemente é uma problema para os que não aceitam a ancestralidade comum entre humanos e primatas superiores é, na verdade, uma grande dificuldade para os evolucionistas: Como um evento de fusão cromossômica natural, não guiado, pode se fixar numa população, e como isso poderia resultar em uma descendência viável? É preciso vencer, pelo menos, dois obstáculos difíceis:

1) Na maioria dos casos, indivíduos com cromossomo fundido aleatoriamente podem ser normais, mas é muito provável que sua descendência tenha uma doença genética. Um exemplo clássico disso é a síndrome de Down.

2) Para resolver esse problema em (1) é preciso encontrar uma parceira que também tenha um evento de fusão cromossômica idêntico. Mas a pesquisa de Valentine e Erwin implica que tais eventos seriam altamente improváveis de acontecer: “The chance of two identical rare mutant individuals arising in sufficient propinquity to produce offsprings seems too smal to consider as a significant evolutionary event” (Erwin, D. H., e Valentine, J. W. “Hopeful monsters, transposons, and the Metazoan radiation”, Proc. Natl. Acad, Sci. USA, 81:5482-5483, Sep. 1984).

Assim, os evolucionistas precisam explicar por que um evento de fusão cromossômica aleatória que, em nossa experiência, resulta unicamente em descendência com doenças genéticas, não resultou numa doença genética e se tornou vantajoso o suficiente para se fixar numa população inteira de nossos ancestrais. Como não temos evidência empírica de que tais eventos de fusão cromossômica aleatórios não são sem vantagens, talvez a presença de um evento de fusão cromossômica não seja uma boa evidência para a história neodarwinista sobre os humanos.

Além disso, as pesquisas científicas vêm mostrando evidências que complicam cada vez mais a hipótese da ancestralidade comum:

1. Chimpanzee and human Y chromosomes are remarkably divergent in structure and gene contente.

  1. Incomplete lineage sorting patterns among human, chimpanzee and orangutan suggest recent orangutan speciation and widespread selection.Genome Research, 2011.

(~8% de nosso genoma é mais próximo de orangotangos do que chimpanzés… Vamos pular de galho em galho agora?)

  1. Mapping Human Genetic Ancestry.(23% de diferença? Para onde foi a semelhança de 99%? “For about 23% of our genome, we share no immediate genetic ancestry with our closest living relative, the chimpanzee. This encompasses genes and exons to the same extent as intergenic regions. We conclude that about 1/3 of our genes started to evolve as human-specific lineages before the differentiation of human, chimps, and gorillas took place” [Ingo Ebersberger, Petra Galgoczy, Stefan Taudien, Simone Taenzer, Matthias Platzer, and Arndt von Haeseler, “Mapping Human Genetic Ancestry,” Molecular Biology and Evolution, v. 24(10):2266-2276 (2007)].

Para finalizar, seria muito melhor os evolucionistas dizerem “Eu não sei” do que afirmar categoricamente que a fusão cromossômica ocorreu há uns 50 mil anos, contrariando a hipótese da ancestralidade comum que sugere um tempo de [supostos] 6 milhões de anos, pois comparar genomas humanos com chimpanzés é como procurar agulhas em palheiro:“Comparing the human and chimpanzee genomes: Searching for needles in a haystack.”

Fonte: Criacionismo
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Somos Todos Ratos?

“Eu fiz a terra, e criei nela o homem; eu o fiz.” Isaías 45:12

Desde que a tecnologia avançou a tal ponto que os cientistas podem agora mapear genomas inteiros de vários animais, temos ouvido de como os seres humanos são extremamente semelhantes a outros mamíferos no nível dos genes. Essas semelhanças sempre geram destaques nos noticiários, mas eu sempre achei tudo isso muito barulho por nada.

Afinal de contas, eu posso ver com meus próprios olhos que os seres humanos e os ratos, por exemplo, são extremamente diferentes. Então, quando os biólogos me disseram que os ratos e os homens eram basicamente iguais, eu percebi que a métrica de comparação deles estava sendo exagerada.

Em um artigo do NY Times, de 2002, Nicholas Wade escreveu que “apenas cerca de 300 genes — um por cento dos 30.000 possuídos pelo rato  não têm nenhuma contrapartida óbvia no genoma humano”. Assim, somos informados de que os seres humanos e os ratos são 99% similares com base em seus genes.

Também fomos informados de que praticamente todas as informações necessárias para a construção de uma planta ou animal seriam encontrados nos genes que codificam proteínas, o que implicaria que as instruções para a construção de um rato são 99% semelhantes às instruções para a construção de um ser humano. Este “fato” da biologia nunca fez sentido para mim [veja, sobre o assunto, o link sugerido ao final do post], já que eu posso ver que os ratos e os seres humanos são construídos de forma bastante diferente, e muito mais do que 1% diferente.

James Shapiro, em seu livro “Evolution: a view from the 21st century”, explica que eu não estava errado, afinal. Há muito mais por trás da construção de um animal do que os genes que codificam proteínas. Shapiro afirma:

A opinião tradicional tem sido a de que espécies relacionadas diferem no seu repertório de ‘genes’ individuais. Mas uma perspectiva de EvoDevo mais contemporânea é que muito da alteração morfológica em evolução [Shapiro se prende ao modelo evolucionista] ocorre por uma modificação de expressão através da alteração de intensificadores e outros sinais de regulação da transcrição,  bem como por padrões distintos de formatação epigenética.  (Versão livre, comentário em colchetes)

Tradução: genes não são os únicos fatores determinantes das mudanças corporais evolutivas [história evolutiva suposta pelo modelo evolucionista, não demonstrada ou testada]. Há todo um outro mundo atrás dos genes que os cientistas só recentemente vêm descobrindo. Shapiro continua:

Comparando ratos e homens, os “genes” permanecem praticamente os mesmos, mas a sua implantação é diferente. Os ossos, ligamentos, músculos, pele e outros tecidos são semelhantes, mas sua morfogênese e seu crescimento seguem padrões distintos. Em outras palavras, os seres humanos e os ratos compartilham a maioria das proteínas, e as diferenças mais óbvias na morfologia e no metabolismo podem ser atribuídas aos padrões reguladores distintos no desenvolvimento embrionário e pós-natal. (Versão livre)

A maneira como leio isso é que se pensarmos em um ser humano como uma “casa”, e em um rato como uma “casa diferente”, é verdade que ambas as casas são construídas com madeira, blocos de concreto, pregos, vidro, etc, que é o que nos dão os genes, as matérias-primas da casa.

E isso é interessante. Mas a própria construção da casa envolve muito mais do que as matérias-primas. O que é mais importante é a arquitetura, os projetos, que especificam como as matérias-primas serão utilizadas para construir a casa. A “casa rato” é [grosso modo] como um casebre de 30m2, enquanto a “casa homem” é como uma requintada mansão de 3.000m2.

Claro, elas são feitas de materiais semelhantes, mas dizer que o casebre e a mansão são 99% semelhantes é totalmente enganoso, não é mesmo?

“Mais valeis vós do que muitos passarinhos.” Mateus 10:31 “Quanto mais vale um homem do que uma ovelha.” Mateus 12:12
Fonte: Bill Pratt

[Mais sobre a falácia do argumento evolucionista da “similaridade” e “ancestralidade comum” aqui: A “Lógica” da Evolução e o Tabu da Ancestralidade Comum (ou Par, eu Ganho; Ímpar, Você Perde).]

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Como Alguém Pode Duvidar do “Fato” da Evolução?

evolucao lupa
O ponto principal deste post de Cornelius Hunter não é tanto responder à pergunta (embora sirva a isso também), mas sim chamar a atenção para  uma atitude que ele tem visto, já com certa frequência, em interlocutores que promovem a Evolução (com base na sua própria experiência de “dialogar” com eles um “diálogo” que, como se vê aqui, algumas vezes pode ficar aquém do ideal de divergência amistosa):

Os evolucionistas gostam de dizer que existem montanhas de evidências em favor da evolução, mas qual seria a melhor “prova”? O que faria um criacionista pensar duas vezes? Vinte e cinco segundos depois do início de um vídeo sobre o assunto, o evolucionista Richard Dawkins responde a essa pergunta. Sua evidência “matadora” é a congruência entre os genes de diferentes plantas e animais. Compare os genes através de uma variedade de espécies e você verá uma “hierarquia perfeita, uma árvore de família perfeita”. Na verdade, você vai ver o mesmo resultado para árvores evolutivas usando genes individuais, os chamados “gene trees” (árvores). Funciona “com cada gene que você analise separadamente”.


Dawkins: [Tradução/versão de parte do vídeo]: [0.25] Eu acho que, talvez, o fato único mais convincente — observação — que você poderia apresentar seria o padrão de semelhanças que você vê quando se compara os genes, usando técnicas modernas de DNA, como olhar as correspondências letra a letra entre os genes  — comparar os genes de qualquer par de animais que você queira — um par de animais ou um par de plantas — e, em seguida, traçar as semelhanças, e eles caem em uma hierarquia perfeita, uma árvore de família perfeita. … [1.05] Além disso, a mesma coisa funciona com cada gene que você analise separadamente e até mesmo com pseudogenes que não fazem nada, mas são relíquias vestigiais de genes que uma vez fizeram alguma coisa. Acho que é extremamente difícil imaginar como qualquer criacionista que realmente tenha se preocupado em ouvir isso, poderia duvidar do fato da evolução.]


Dawkins continua o discurso com algumas palavras bastante duras para os criacionistas. A mensagem é clara. [Para Dawkins] A evidência para a evolução encaixa perfeitamente no lugar. Isso torna a evolução um fato que está além de qualquer dúvida razoável. E quem duvida disso é uma pessoa má.

Essa atitude não é de forma nenhuma própria apenas de Dawkins. Eu ouvi a mesma afirmação, e outras como essa, dezenas de vezes. Às vezes informalmente em palestras, discussões, debates e assim por diante. Outras vezes, em livros ou outras publicações.

O que é surpreendente é a alta confiança do evolucionista e a autocerteza em relação a uma deturpação tão flagrante da ciência. Seria difícil imaginar uma falsidade maior. A incongruência filogenética é galopante em estudos evolutivos. Existem conflitos em todos os níveis da árvore evolutiva e tanto entre os traços morfológicas quanto entre os moleculares. Este estudo relata árvores genéticas incongruentes em morcegos. Esse é um exemplo entre muitos. Essas incongruências são causadas por quase todos os tipos de contradição possíveis. Sequências moleculares em uma ou poucas espécies podem estar fora de lugar entre espécies semelhantes. Ou sequências em espécies distantes podem ser estranhamente similares. Como um estudo admitiu, “não há mecanismo conhecido ou função que seriam responsáveis ​​por este nível de conservação nas distâncias evolutivas observadas”. Ou, como outro evolucionista admite, os muitos exemplos de sequências moleculares quase idênticas de animais totalmente não relacionados uns com os outros são “surpreendentes”.

Um problema ainda mais grave é que, em muitos casos, nenhuma comparação é sequer possível. A sequência molecular encontra-se em uma espécie, mas não em suas espécies vizinhas. Quando esse problema se tornou aparente pela primeira vez, os evolucionistas pensaram que ele seria resolvido à medida que os genomas de mais espécies fossem decodificados. Sem sorte, porém, o problema só piorou. Não surpreende que os evolucionistas pré-filtrem cuidadosamente seus dados. Como um estudo explicou, “os dados são rotineiramente filtrados, a fim de satisfazer critérios rigorosos, de forma a eliminar a possibilidade de incongruência”. Genes curtos que produzem o que é conhecido como microRNA também contradizem a alta alegação de Dawkins. Na verdade, um evolucionista, que estudou milhares de genes microRNA, explicou que não encontrou “um único exemplo que apoiasse a árvore tradicional.” Isso, como admitiu outro evolucionista, é “uma incongruência muito séria”. Outro estudo admite que “quanto mais os dados moleculares são analisados, mais difícil é interpretar franca e diretamente as histórias evolutivas dessas moléculas”.

Mas, ainda assim, em apresentações públicas de sua teoria, os evolucionistas apresentam uma história muito diferente. Como Dawkins explicou, as comparações genéticas “caem em uma hierarquia perfeita, uma árvore da família perfeita”. Esta declaração é tão falsa que nem sequer é errada, é um absurdo. E é com ela que Dawkins malha de quem “poderia duvidar do fato da evolução.” Infelizmente, essa atitude é típica. Evolucionistas não têm credibilidade.
Fonte: Cornelius Hunter (Darwin’s God)

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A Dúvida de Darwin

Darwin's Doubt

[Frank Turek, um dos autores do clássico Não Tenho Fé Suficiente para Ser Ateu, resenhou o novo livro de Stephen Meyer, Darwin’s Doubt (a Dúvida de Darwin). O livro expõe o fracasso da hipótese darwinista e dos mecanismos por ela propostos para explicar a origem de novos planos corporais e a suposta história da vida do ponto de vista evolucionista. O fracasso é explicitado mesmo ao considerar um cenário protegido por parâmetros da própria teoria da evolução, já que a tese do livro não leva em conta, por exemplo, críticas à interpretação básica darwinista que toma a coluna geológica como “sinônimo” de  “milhões e milhões de anos” de suposta macroevolução biológica, pressuposição afastada pelo criacionismo bíblico. Se levasse isso também em conta, o que restaria das especulações de Darwin? Segue a resenha.]

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Darwin’s Doubt (a Dúvida de Darwin) o mais novo bestseller do New York Times —, escrito por Stephen Meyer (Ph.D. por Cambridge), está criando grande controvérsia científica. Os darwinistas não gostam disso.

Meyer escreve sobre a complexa história de novas formas de vida num estilo de narrativa fácil de entender. Ele conduz o leitor numa viagem desde Darwin até hoje, enquanto tenta descobrir a melhor explicação sobre como os primeiros grupos de animais surgiram. Meyer mostra, de forma convincente, que os mecanismos darwinianos não têm o poder de fazer o trabalho.

Usando a mesma abordagem de investigação forense que Darwin usou mais de 150 anos atrás, Meyer investiga a dúvida central que Darwin teve sobre sua própria teoria. Ou seja, a de que o registro fóssil não continha a composição de formas intermediárias que sua teoria de mudança evolutiva gradual necessitava. No entanto, Darwin previu que descobertas futuras iriam confirmar a teoria.

Meyer aponta que as descobertas  não confirmaram a expectativa de Darwin. Temos pesquisado minuciosamente o registro fóssil desde Darwin e confirmado aquilo que Darwin viu originalmente: o aparecimento abrupto e descontínuo das primeiras formas de vida animal complexa. Na verdade, os paleontólogos agora consideram que cerca de 20 dos 28 filos animais (representando distintos “planos corporais” animais) encontrados no registro fóssil aparecem abruptamente, sem antepassados, ​​em um evento geológico dramático chamado de Explosão Cambriana.

E descobertas adicionais desde Darwin têm tornado as coisas ainda piores para sua teoria. Darwin não sabia, por exemplo, sobre o DNA ou a informação digital que ele contém e que torna a vida possível. Ele não poderia ter avaliado, portanto, que a construção de novas formas de vida animal exigiria milhões de novos caracteres de código precisamente sequenciados — que a explosão cambriana foi uma maciça explosão de novas informações.

Para que o moderno neodarwinismo sobreviva, deve haver um mecanismo natural não guiado que possa criar informação genética e, em seguida, acrescentá-la maciçamente, com precisão e dentro do tempo permitido pelo registro fóssil. Existe um mecanismo desse tipo?

A resposta a essa pergunta é a chave para a teoria de Meyer e para o livro inteiro. Meyer mostra que o mecanismo padrão “neodarwinista” de mutação e o mecanismo de seleção natural não têm o poder criativo para produzir as informações necessárias para a produção de novas formas de vida animal. Ele também analisa as várias especulações pós-darwinistas que os próprios biólogos evolucionistas estão propondo para substituir o edifício darwinista em desmoronamento. Nenhuma delas sobrevive ao escrutínio. Não só não existe nenhum mecanismo natural conhecido que possa criar a nova informação necessária para novas formas de vida, como não há nenhum mecanismo natural conhecido que possa também criar o código genético para a primeira vida (tema que foi objeto do livro anterior de Meyer, Sgnature in the Cell, Assinatura na Célula).

Quando Meyer sugere que um designer inteligente é a melhor explicação para a evidência em mãos, os críticos o acusam de ser anticientífico e de pôr em risco a liberdade sexual em todos os lugares (tudo bem, eles não afirmam explicitamente essa última parte). Eles também afirmam que Meyer comete a falácia do “Deus das lacunas”.

Mas ele não o faz. Como Meyer mesmo mostra, ele não está interpretando a evidência com base no que nós não sabemos, mas no que nós de fato sabemos. O surgimento geologicamente súbito de animais totalmente formados e milhões de linhas de informação genética apontam para inteligência. Ou seja, nós não apenas carecemos de uma explicação materialista para a origem da informação. Nós temos evidência positiva de nossa própria experiência uniforme e repetida de que outro tipo de causa, ou seja, a inteligência ou a mente, é que é capaz de produzir informação digital. Assim, ele argumenta que a explosão de informação no período Cambriano fornece evidências desse tipo de causa agindo na história da vida animal (assim como qualquer frase escrita por um dos críticos de Meyer é uma evidência positiva para um ser inteligente).

Essa inferência a partir dos dados não é diferente das inferências que os arqueólogos fizeram quando descobriram a Pedra de Roseta. Não foi uma “lacuna” em seu conhecimento sobre as forças naturais que os levou àquela conclusão, mas o conhecimento positivo de que inscrições requerem autores inteligentes.

É claro que qualquer crítico poderia refutar a tese inteira de Meyer demonstrando como forças ou mecanismos naturais podem gerar a informação genética necessária para construir a primeira vida e, em seguida, novas quantidades maciças de informação genética necessárias para novas formas de vida animal. Mas eles não conseguem e dificilmente tentam isso sem assumir aquilo que estão tentando provar (ver o Capítulo 11). Em vez disso, os críticos tentam infamar Meyer, afirmando que ele está fazendo “pseudociência” ou ciência nenhuma.

Bem, se Meyer não está fazendo ciência, então nem Darwin o estava (ou nenhum darwinista hoje). Meyer está usando o mesmo método científico forense ou histórico que o próprio Darwin usou. Isso é tudo que pode ser usado. Uma vez que essas são questões históricas, um cientista não pode ir para o laboratório a fim de repetir e observar a origem e a história da vida. Os cientistas devem avaliar as pistas deixadas para trás e, então, fazer uma inferência para a melhor explicação. Será que a nossa experiência repetida nos diz que mecanismos naturais têm o poder de criar os efeitos em questão ou é necessário inteligência?

Meyer escreve: “o neodarwinismo e a teoria do design inteligente não são dois tipos diferentes de investigação, como alguns críticos têm afirmado. Eles são duas diferentes respostas — formuladas usando lógica e método de raciocínio semelhantes — para a mesma pergunta: “O que causou as formas biológicas e a aparência de design na história da vida?”

A razão pela qual os darwinistas e Meyer chegam a respostas diferentes não é porque há uma diferença em seus métodos científicos, mas porque Meyer e outros defensores do Design Inteligente não se limitam a causas materialistas. Eles são abertos também a causas inteligentes (assim como arqueólogos e investigadores de cenas de crime o são).

Portanto, este não é um debate sobre evidência. Todo mundo está olhando para a mesma evidência. Este é um debate sobre como interpretar as evidências, e que envolve compromissos filosóficos sobre que causas serão consideradas possíveis antes de olhar para as evidências. Se você filosoficamente descartar causas inteligentes de antemão, como os darwinistas o fazem, você nunca vai chegar à verdade se um ser inteligente for o responsável.

Uma vez que todas as evidências precisam ser interpretadas, a ciência não diz, de fato, nada, os cientistas é que o fazem. Então, se certos autonomeados sacerdotes da ciência dizem que uma teoria particular está fora dos limites de seu próprio dogma científico, isso não significa que essa teoria seja falsa. A questão é a verdade, e não se algo se encaixa na definição materialista da ciência.

Tenho certeza de que darwinistas continuarão a atirar lama sobre Meyer e seus colegas. Mas isso não vai fazer a menor diferença em sua observação de que sempre que vemos uma informação como essa necessária para produzir a explosão cambriana, a inteligência é sempre a causa. Na verdade, eu prevejo que quando as pessoas de mente aberta lerem a Dúvida de Darwin, elas verão que o Dr. Meyer faz uma defesa  muito inteligentemente planejada de que o Design Inteligente é realmente verdade. É só uma pena que muitos darwinistas não estejam abertos para a verdade — eles não são nem mesmo “mente aberta” o suficiente para duvidar de Darwin, tanto quanto era o próprio Darwin.

Fonte: Frank Turek (Townhall)
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Os Estudos em Torno da Origem da Vida Estagnaram por um Motivo Bem Simples

Genes
Ninguém consegue dizer donde veio a informação biológica necessária. Na conferência com o nome “Origin of Biological Information” ficamos a saber que os estudos em torno da origem da vida (ODV) não têm tido avanço. Eis o que a introdução dos artigos agora publicados diz em torno da ODV. Os meus comentários pelo meio:

A origem da vida é o problema mais incómodo com o qual a ciência actual se depara.

Na verdade, não é a “ciência” que tem problemas com as questões em torno da vida mas sim o naturalismo filosófico. Esta filosofia defende que nada mais existe para além do mundo “natural” (seja lá o que isso for). Devido a esta posição de fé, quando se fala na origem da vida, os evolucionistas encontram-se voluntariamente fechados numa prisão ideológica da qual se recusam a sair sob pena de serem qualificados de “inimigos da ciência”.

Por outro lado, se nos libertamos destes constrangimentos não-científicos, e analisarmos os dados disponíveis à luz da Bíblia, os “problemas” desaparecem e a realidade fica com uma explicação que está de acordo com as observações.

 Este problema [a origem da vida] tem resistido a todas explicações reducionistas. Todas as tentativas de se gerar a vida através da bioquímica revelaram-se insuficientes.

Espaço

Por que será? Há mais de 50 anos que os naturalistas tentam desesperadamente entender como é que a vida surgiu segundo causas puramente “naturais”. Todas as experiências falharam. Seria de esperar que eles levassem esses falhanços naturalistas (e não falhanços da ciência) e colocassem de lado as suas crenças cardinais (naturalismo, ateísmo, etc). Em vez disso, muitos “cientistas” continuam a investir elevadas somas de dinheiro (dos contribuintes?) numa hipótese falhada, enquanto outros começam a acreditar am algum tipo de causação inteligente, mas de extra-terrestres.

Todas as tentativas de se dar início à vida através da química revelaram-se insuficientes. Será que, apesar da química servir de meio de transporte para a informação biológica, é a informação em si uma mensagem capaz de ser transportada independentemente do meio de comunicação? Será que a informação é uma entidade real – tão real como os componentes químicos, embora não redutíveis para o nível desses mesmos componentes – e, atrevendo-nos a dizer, será que ela pode ter uma causa inteligente?

Neste ponto a nota introdutória começa a mover-se mais para o lado do criacionismo e da ciência ao dar a entender uma aceitação leve da natureza não-física (imaterial) da informação. O que o texto pergunta é se a informação biológica é distinta do meio através da qual essa informação é transportada. A resposta é mais do que óbvia.

Para se ver o quão óbvia a resposta a a questão é, basta perguntar: de quantas formas é possível alguém dizer “bom dia” a outra pessoa? Pode dizer em linguagem gestual, ou escrever numa papel, ou escrever num teclado, ou dizer num outro idioma. Esta mensagem pode ser transmitida das mais variadas formas físicas sem que ela perca o significado. Disto se infere que, de facto, a informação é independente da química e da física.

Disto se infere também que a informação biológica não tem origens materiais e físicas, mas origens que estão para além do mundo tangível (físico).Isto não prova a existência de Deus, mas é uma evidência muito forte em Seu favor.

Origem da Vida

É precisamente por isso que os evolucionistas tentam desesperadamente minimizar a componente informática dos sistemas biológicos, afirmando que o uso da palavra informação não significa que ela tenha o mesmo significado que ela tem no resto da existência humana. Mas isso é uma coisa que eles têm que demonstrar; nós criacionistas aceitamos a terminologia usada por eles mesmos (“informação”), e desafiamos a comunidade evolucionista a explicar a origem da vida sem uma Causa Inteligente.

Aceitamos que isto [causa inteligente] é uma possibilidade possibilidade especulativa, mas num campo repleto de especulação, qual é o motivo para se permitir um conjunto de especulações (aquelas que estão de acordo com a perspectiva antiga) ao mesmo tempo que se rejeitam outras especulações (aquelas que abrem novas portas) ?

O que os editores estão a questionar é o porque de se rejeitar a especulação que envolve algum tipo de causação inteligente na origem da vida, ao mesmo tempo que se aceitam outros tipos de especulações apenas e só porque estas últimas estão de acordo com a forma de vista mais antiga. A resposta é a mesma já dita em cima e é também bastante simples: se a origem da vida envolve algum tipo de design inteligente, então isso é uma evidência poderosa para a visão Bíblica do mundo.

Os evolucionistas estão bem cientes disso, e como tal rejeitam à priori qualquer hipótese que envolva o design inteligente. O facto desta posição estar de acordo com os dados da ciência é irrelevante para os evolucionistas.

As pessoas que contribuíram para este volume não estão a disponibilizar qualquer tipo de resposta. Em vez disso, eles apenas estão a lançar questões incisivas precisamente no sítio onde a perspectiva antiga falhou em fornecer um ponto de partida para o entendimento da origem da informação biológica.

Darwin Shiu

Ou seja, o motivo que leva os autores a colocar o design inteligente como uma das hipóteses a ser considerada no estudo da ODV prende-se com o falhanço absoluto das antigas respostas naturalistas. Como o naturalismo falhou, então os cientistas estão em busca de respostas mais adequadas. Se eles tivessem lido o primeiro capítulo do Livro de Génesis não estariam nessa posição incómoda.

Conclusão:

Para nós Cristãos o facto das teorias naturalistas em torno da ODV estarem sem qualquer tipo de avanço é confirmação do que diz a Palavra de Deus:

Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque Tu criaste todas as coisas, e por Tua vontade são e foram criadas. Revelação 4:11

A vida biológica é o efeito da Vontade Sobrenatural de Deus – e não o efeito das forças da Química e da Fisica. Devido a isso, procurar respostas naturalistas para a origem da vida é desenvolver esforços numa hipótese errada.

Pode ser que à medida que a ciência vai avançado, a posição evolucionista/ateísta se torne cada vez mais embaraçosa, e os evolucionistas ateus se vejam forçados a practicar a sua fé em Darwin longe da vista de quem está minimamente informado dos dados da ciência.

Se por acaso algum evolucionista menos informado erradamente alegar que a origem da vida é um assunto “distinto” e “separado” da teoria da evolução, recomendo a leitura deste texto: -> É a abiogénese irrelevante para a teoria da evolução?

Fonte: Darwinismo (Portugal)
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Livro do Mês: Por que Creio, de Michelson Borges

O livro do mês é Por Que Creio, do jornalista Michelson Borges (já sorteamos um aqui, há exatamente um ano; este novo exemplar vai autografado pelo Michelson). Para participar do sorteio, basta seguir @Ler _pra_crer no Twitter e retuitar: ” Sorteio Livro do Mês: Por Que Creio, de Michelson Borges (autografado). Siga @Ler_pra_crer dê RT http://kingo.to/1fMR ” O sorteio será realizado dia 4/3, depois das 22 horas. Boa leitura!

O livro reúne 12 entrevistas com pesquisadores nas áreas de Biologia, Engenharia, Bioquímica, Arqueologia, Física, Geologia, Teologia e Matemática – todos falando da razão que têm para acreditar no Criador do Universo. Ruy Vieira, Marcia de Paula, Paulo Bork, Nahor Jr., Urias Takatohi, Siegfried Schwantes, Euler Bahia, Queila Garcia, Rodrigo Silva, Orlando Ritter e Michael Behe são os entrevistados.

Algumas das perguntas respondidas no livro:

É possível harmonizar fé e ciência?

É possível ser evolucionista e crer na Palavra de Deus?

Quais são as maiores evidências do Criador?

Que áreas da pesquisa científica oferecem maiores dificuldades para o criacionista?

Além da Bíblia, existem outros documentos que mencionam o Dilúvio?

Quais são as maiores evidências de que o homem foi criado por Deus?

Pode-se aceitar a teoria do Design Inteligente como puramente científica, sem apelar para a religião?

O trecho que segue é do próprio Michelson e faz parte do último capítulo, intitulado “Digitais do Criador”:

“Não há prazer mais complexo que o de pensar”, já dizia o poeta e escritor argentino Jorge Luís Borges. De fato, o aparentemente simples processo do pensamento é algo de complexidade espantosa. Nosso corpo é controlado e coordenado por trilhões de células nervosas, nove bilhões das quais situada no córtex cerebral. Se elas fossem alinhadas ponta a ponta, sua extensão atingiria mais de 75 quilômetros! Tudo isso é coordenado por 120 trilhões de “caixas de conexão”. Esse intricado sistema é compactado em um insondável complexo de caminhos neurais. A tarefa de contar cada terminação nervosa do cérebro à velocidade de uma por segundo levaria 32 milhões de anos!

Impulsos nervosos se deslocam a velocidade altíssimas nas fibras nervosas para transmitir informações a cada ponto do corpo. O sistema é semelhante a uma nação moderna interconectada por bilhões de fios telefônicos. Essa imensa rede de comunicações recebe ou emite 100 milhões de impulsos eletroquímicos por segundo. Ela está conectada a cada milímetro quadrado da pele, a cada músculo, vaso sanguíneo, osso ou órgão. E tudo isso através da medula e do cérebro, que pesa cerca de 1,5 quilo e, no entanto, consome sozinho mais de 20% da energia requerida pelo corpo.

Pense na batida inconsciente do coração, nas pálpebras piscando, na respiração contínua dos pulmões, nos alimentos sendo processados pelos intestinos, numa perna que se  move. Tudo isso é organizado e dirigido pelo cérebro.  Pense nas emoções, na atração sexual, no amor entre pais e filhos, nos sonhos e pensamentos. Eles também são produtos do cérebro. Sua missão mais elementar é recolher estímulos externos, captados pelos sentidos, e transformá-los em impulsos elétricos que percorrem os neurônios. Toda essa informação é catalogada e arquivada na memória. É a ela que o cérebro recorre quando precisa tomar decisões, comandar os movimentos corporais e organizar o pensamento.

Neste exato momento, seu sistema nervoso está processando uma série de informações ao mesmo tempo: a interpretação destas palavras, a textura do papel deste livro, os sons de fundo no ambiente, os odores etc. E você quase nem percebe isso.

O profundo e novo conhecimento sobre o cérebro, adquirido em grande escala nos anos recentes, mostra que esse órgão foi maravilhosamente projetado, e capacitado além das maravilhas que a imaginação ignorante lhe atribuía. Num questionamento bastante simplista, seria possível uma mera combinação acidental de massa, energia, acaso e tempo produzir órgão tão maravilhoso e complexo?

Por inspiração, o rei Davi escreveu palavras há três mil anos, que não podem ser superadas: “Pois Tu formaste o  meu interior, Tu me teceste no seio de minha mãe. Graças Te dou, visto por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as Tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem” (Salmo 139:13 e 14).