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A Confiabilidade Histórica do Evangelho de João: 59 Detalhes

O livro The Historical Reliability of John’s Gospel  (A Confiabilidade Histórica do Evangelho de João), de Craig Blomberg, examina o evangelho de João versículo por versículo e identifica uma abundância de fatos e detalhes históricos.
Alguns desses fatos e detalhes foram listados no livro Não Tenho Fé Suficiente para Ser Ateu, de Norman Geisler e Frank Turek, como segue (págs. 196-198).
Uma quantidade bastante grande de detalhes historicamente confirmados ou historicamente prováveis estão contidos no evangelho de João. Muitos desses detalhes foram confirmados como históricos por arqueólogos e/ou escritores não-cristãos, e alguns deles são historicamente prováveis porque muito dificilmente seriam invenções de um escritor cristão. Esses detalhes iniciam-se no segundo capítulo de João e compõem a lista a seguir:

1. A arqueologia confirmou o uso de jarros de água feitos de pedra nos tempos do Novo Testamento (João 2:6);

2. Dada a antiga tendência cristã ao ascetismo, é muito pouco provável que o milagre do vinho seja uma invenção (João 2:8); [Observação deste blog: neste ponto, defendemos que o vinho oferecido por Cristo não era fermentado]

3. A arqueologia confirma o lugar correto do poço de Jacó (João 4:6);

4. Josefo (História da guerra judaica 2.232) confirma que havia hostilidade significativa entre judeus e samaritanos durante os tempos de Jesus (João 4:9);

5. O termo “desce” (RA e RC) descreve com precisão a topografia da Galiléia ocidental (existe uma queda significativa da elevação de Caná para Cafarnaum; João 4:46,49,51);[1]

6. O termo “subiu” descreve perfeitamente a subida a Jerusalém (João 5:1);

7. A arqueologia confirma a correta localização e a descrição de cinco entradas no tanque de Betesda (João 5:2). Escavações realizadas entre 1914 e 1938 revelaram o tanque, e ele era exatamente como João o havia descrito. Uma vez que essa estrutura não mais existia depois de os romanos terem destruído a cidade no ano 70 d.e, é improvável que qualquer outra testemunha não ocular pudesse tê-lo descrito com tal nível de detalhes. Além do mais, João diz que essa estrutura “está” ou “existe” em Jerusalém, implicando que está escrevendo antes do ano 70);

8. É improvável que o fato de o próprio testemunho de Jesus não ser válido sem o Pai seja uma invenção cristã (João 5:31); o redator posterior desejaria muito destacar a divindade de Jesus e provavelmente faria que seu testemunho fosse autenticado por si mesmo;

9. O fato de as multidões quererem fazer Jesus rei reflete o bastante conhecido fervor nacionalista de Israel do século I (João 6:15);

10. Tempestades repentinas e severas são comuns no mar da Galiléia (João 6:18);

11. A ordem de Cristo para que comessem sua carne e bebessem seu sangue não seria inventada (João 6:53);

12. É improvável que a rejeição a Jesus por parte de muitos de seus discípulos também seja uma invenção (João 6:66);

13. As duas opiniões predominantes sobre Jesus — uma de que ele é “um bom homem” e outra de que ele “está enganando o povo” — não seriam as duas opções que João escolheria se estivesse inventando uma história (João 7:12); um escritor cristão posterior provavelmente teria inserido a opinião de que Jesus era Deus;

14. É improvável que a acusação de Jesus estar possuído por demônios seja uma invenção (João 7:20);

15. O uso do termo “samaritano” para ofender Jesus encaixa-se na hostilidade entre judeus e samaritanos (João 8:48);

16. É improvável que o desejo dos judeus que haviam crido nele de apedrejá-lo seja uma invenção (João 8:31,59);

17. A arqueologia confirma a existência e a localização do tanque de Siloé (João 9:7);

18. Ser expulso da sinagoga pelos fariseus era um temor legítimo dos judeus. Perceba que o homem curado professa sua fé em Jesus somente depois de ter sido expulso da sinagoga pelos fariseus (João 9:13-39), momento em que ele não tinha mais nada a perder. Isso transpira autenticidade;

19. O fato de o homem curado chamar Jesus de “profeta’, e não outra designação mais elevada, sugere que o incidente é uma história sem retoques (João 9:17);

20. Durante uma festa no inverno, Jesus caminhou pelo Pórtico de Salomão, que era o único lado da área do templo protegido do vento frio vindo do leste durante o inverno (João 10:22,23); essa área é mencionada diversas vezes por Josefo;

21. Três quilômetros (15 estádios) é a distância exata entre Betânia e Jerusalém (João 11:18);

22. Devido à animosidade posterior entre cristãos e judeus, é improvável que a descrição de que os judeus confortaram Marta e Maria seja uma invenção (João 11:19);

23. Os panos usados para sepultar Lázaro eram comuns nos sepultamentos judaicos do século I (João 11:44); é improvável que um autor ficcional incluísse esse detalhe irrelevante no aspecto teológico;

24. A descrição precisa da composição do Sinédrio (João 11:47): durante o ministério de Jesus, ele era composto basicamente pelos principais sacerdotes (em grande parte saduceus) e pelos fariseus;

25. Caifás realmente era o sumo sacerdote naquele ano (João 11:49); aprendemos com Josefo que Caifás permaneceu no ofício entre 18 e 37 d.C.;

26. A pequena e obscura vila de Efraim (João 11:54), perto de Jerusalém, é mencionada por Josefo;

27. A limpeza cerimonial era comum na preparação para a Páscoa (João 11:55);

28. Às vezes os pés de um convidado especial eram ungidos com perfume ou óleo na cultura judaica (João 12:3); é improvável que o ato de Maria em secar os pés de Jesus com os cabelos seja uma invenção (isso poderia facilmente ter sido visto como uma provocação sexual);

29. A agitação de ramos de palmeiras era uma prática judaica comum para celebrar as vitórias militares e dar boas-vindas aos governantes nacionais (João 12:13);

30. A lavagem dos pés na Palestina do século I era necessária por causa da poeira e dos calçados abertos. É improvável que o relato de Jesus executando essa tarefa tão servil seja uma invenção (essa é uma tarefa que nem mesmo os escravos judeus eram obrigados a fazer) (João 13:4); a insistência de Pedro para que recebesse um banho completo também se encaixa com sua personalidade impulsiva (certamente não havia propósito em inventar esse pedido);

31. Pedro faz um sinal a João para que este faça uma pergunta a Jesus (João 13:24); não há razão para inserir esse detalhe se ele fosse uma ficção, pois o próprio Pedro poderia ter feito a pergunta diretamente a Jesus;

32. É improvável que a frase “o Pai é maior do que eu” seja uma invenção (João 14:28), especialmente se João quisesse produzir a divindade de Cristo (como os críticos afirmam que ele fez);

33. O uso de vinho como uma metáfora tem sentido em Jerusalém (João 15:1); os vinhedos estavam na proximidade do templo, e, de acordo com Josefo, os portões do templo tinham uma vinha dourada entalhada neles;

34. O uso da metáfora do nascimento de uma criança (João 16:21) é plenamente judaico; foi encontrado nos Manuscritos do mar Morto (lQH 11.9,10);

35. A postura-padrão judaica para as orações era olhar “para o céu” (João 17:1);

36. A confirmação de Jesus de que suas palavras vieram do Pai (João 17:7,8) não seria incluída se João estivesse inventando a idéia de que Jesus era Deus;

37. Nenhuma referência específica a uma passagem das Escrituras já cumprida é dada no que se refere à predição da traição de Judas; um escritor ficcional ou um redator cristão posterior provavelmente teria identificado os textos do AT aos quais Jesus estava se referindo (João 17:12);

38. É improvável que o nome do servo do sumo sacerdote (Malco) que teve sua orelha cortada seja uma invenção (João 18:10);

39. A correta identificação do sogro de Caifás, Anás, que foi o sumo sacerdote entre os anos 6 e 15 d. e. (João 18:13) — o comparecimento diante de Anás é crível por causa da ligação familiar e do fato de que os ex-sumos sacerdotes preservavam uma grande influência;

40. A afirmação de João de que o sumo sacerdote o conhecia (João 18:15) parece histórica; a invenção dessa afirmação não serve a propósito algum e exporia João a ser desacreditado pelas autoridades judaicas;

41. As perguntas de Anás em relação aos ensinamentos e aos discípulos de Jesus fazem sentido no aspecto histórico; Anás estaria preocupado com a possibilidade de um tumulto civil e uma diminuição da autoridade religiosa judaica (João 18:19);

42. A identificação de um parente de Malco (o servo do sumo sacerdote que teve sua orelha cortada) é um detalhe que João não teria inventado (João 18:26); ele não tem nenhuma importância teológica e apenas poderia afetar a credibilidade de João se estivesse tentando fazer uma ficção se passar por verdade;

43. Existem boas razões históricas para acreditar na relutância de Pilatos de lidar com Jesus (João 18:28): Pilatos precisava equilibrar-se numa linha muito tênue, mantendo felizes tanto os judeus quanto Roma; qualquer perturbação civil poderia custar-lhe a posição (os judeus sabiam de suas preocupações com uma competição quando o desafiaram, dizendo: “Se deixares esse homem livre, não és amigo de César. Quem se diz rei opõe-se a César” João 19:12; o filósofo judeu Fílon registra que os judeus fizeram uma pressão bem-sucedida sobre Pilatos de maneira similar para que tivessem suas exigências satisfeitas (A Caio 38.301,302);

44. Uma superfície similar ao Pavimento de Pedra foi identificada próxima da fortaleza de Antônia (João 19:13) com marcas que podem indicar que os soldados entretinham-se ali com jogos (como no caso de tirar sortes para decidir quem ficaria com as roupas de Jesus em João 19:24);

45. O fato de os judeus exclamarem “Não temos rei, senão César” (João 19:15) não seria inventado, dado o ódio judaico pelos romanos, especialmente se o evangelho de João tivesse sido escrito depois do ano 70 d.C. (isso seria o mesmo que os moradores de Nova York de hoje proclamarem “Não temos rei, senão Osama bin Laden!”);

46. A crucificação de Jesus (João 19:17-30) é atestada por fontes não-cristãs como Josefo, Tácito, Luciano e o Talmude  judaico;

47. As vítimas de crucificação normalmente levavam sua própria travessa  (João 19:17);

48. Josefo confirma que a crucificação era uma técnica de execução empregada pelos romanos (História da guerra judaica 1.97; 2.305; 7.203); além disso, um osso do tornozelo de um homem crucificado, perfurado por um prego, foi encontrado em Jerusalém em 1968;

49. É provável que a execução tenha acontecido fora da antiga Jerusalém, como diz João (João 19:17); isso garantiria que a cidade sagrada judaica não fosse profanada pela presença de um corpo morto (Dt 21:23);

50. Depois de a lança ter perfurado o lado de Jesus, saiu aquilo que parecia ser sangue e água (João 19:34). Hoje sabemos que a pessoa crucificada pode ter uma concentração de fluidos aquosos na bolsa que envolve o coração, chamada de pericárdio.[2] João não saberia dessa condição médica e não poderia ter registrado esse fenômeno a não ser que tivesse sido testemunha ocular dele ou tivesse acesso ao depoimento de uma testemunha ocular;

51. É improvável que José de Arimatéia (João 19:38), o membro do Sinédrio que sepultou Jesus, seja uma invenção;

52. Josefo (Antiguidades judaicas 17.199) confirma que especiarias (João 19:39) eram usadas em sepultamentos reais. Esse detalhe mostra que Nicodemos não estava esperando que Jesus ressuscitasse dos mortos e também demonstra que João não estava inserindo fé cristã posterior em seu texto;

53. Maria Madalena (João 20:1), uma mulher que fora possuída por demônios (Lucas 8:2), não seria inventada como a primeira testemunha do túmulo vazio. O fato é que as mulheres em geral não seriam apresentadas como testemunhas numa história inventada;

54. O fato de Maria confundir Jesus com um jardineiro (João 20:15) não é um detalhe que um escritor posterior teria inventado (especialmente um escritor buscando exaltar Jesus);

55. “Rabôni” (João 20:16), o termo aramaico para “mestre”, parece um detalhe autêntico porque é outra improvável invenção para um escritor tentando exaltar o Jesus ressurreto;

56. O fato de Jesus afirmar que ele está voltando “para meu Pai e Pai de vocês” (João 20:17) não se encaixa com um escritor posterior inclinado a criar a idéia de que Jesus era Deus;

57. O total de 153 peixes (João 21:11) é um detalhe teologicamente irrelevante, mas perfeitamente coerente com a tendência dos pescadores de quererem registrar e depois se gabar de suas grandes pescarias;

58. O medo dos discípulos de perguntarem a Jesus quem ele era (João 21:12) é uma trama improvável. Ele demonstra a natural surpresa humana diante do Cristo ressurreto e talvez o fato de que havia alguma coisa diferente em relação a seu corpo ressurreto;

59. A enigmática declaração de Jesus sobre o destino de Pedro não é clara o suficiente para tirar-se dela certas conclusões teológicas (João 21:18); então, por que João a inventaria? Isso é outra invenção improvável.

Quando reunimos o conhecimento que João tinha das conversas pessoais de Jesus a esses quase 60 detalhes historicamente confirmados e/ou historicamente prováveis, existe alguma dúvida de que João tenha sido uma testemunha ocular ou que, pelo menos, tenha tido acesso ao depoimento de testemunhas oculares? Certamente nos parece que é preciso ter muito mais fé para não acreditar no evangelho de João do que para acreditar nele.


[1] BARNETT, Is The New Testament Reliable?, p. 62.

[2] William D. EDWARDS, Wesley J. GABEL, Floyd E. HOSMER, “On the Physical Death of Jesus Chtist”, Journal of the American Medical Association 255, n. 11 (March 21, 1986): 1455-63.

Fonte: Truthbomb
Mais sobre o assunto no site do Dr. Craig Blomberg
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Cinco Razões Por Que os Historiadores Levam os Evangelhos a Sério

Há cinco razões por que os historiadores levam o material do Novo Testamento a sério.

Primeiro, os relatos são recentes em relação aos fatos descritos. As narrativas foram escritas muito próximo aos eventos que elas relatam.

Segundo, múltiplos documentos, independentes e de fonte primária corroboram uns aos outros. Além da obras de Mateus, Marcos, Lucas, João, e os escritos de Pedro e Paulo, 17  referências seculares juntamente com vasta evidência arqueológica corroboram os relatos canônicos.

Terceiro, os documentos do Novo Testamento incluem detalhes dos depoimentos de testemunhas oculares: horas do dia, condições meteorológicas, costumes locais, nomes de governantes provinciais, e outras minúcias características de relatos autênticos.

Quarto, os Evangelhos incluem detalhes embaraçosos. Os discípulos de Jesus são mesquinhos, lentos para compreender, arrogantes e infieis. Pedro nega a Cristo, o restante dos discípulos foge. Mulheres, não respeitadas no mundo antigo, são as primeiras a testemunhar o Cristo ressuscitado. Por que incluir esses detalhes desconcertantes se os Evangelhos são obras de ficção?

Quinto, não havia motivação para os escritores enganarem. Aqueles que mentem, o fazem por interesse próprio. Um testemunho que traz tormento, tortura e execução não se mostra como provável de ser fabricado. Os primeiros discípulos, aqueles que estavam em posição de saber a verdade, selaram seu testemunho com sangue. Pedro escreveu: “Porque não seguimos fábulas engenhosas quando vos fizemos conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares da sua majestade” (2 Pet. 1:16). Sua reivindicação corresponde aos fatos.

Na obra de maior sucesso sobre a História,História da Civilização, Will Duran, historiador ganhador do Prêmio Pulitzer, escreve:

A Alta Crítica tem aplicado ao Novo Testamento testes de autenticidade tão severos que, através deles, uma centena de preciosidades antigas, como por exemplo Hamurabi, Davi e Sócrates passariam a lendas. Apesar dos preconceitos teológicos dos evangelistas, eles registam muitos acontecimentos que meros inventores teriam escondido: a sua fuga após a prisão de Jesus, a negação de Pedro, o fato de Cristo não ter realizado milagres na Galiléia, a atribuição de possível insanidade por parte de alguns ouvintes, a incerteza inicial da sua missão, as suas confissões de ignorância em relação ao futuro, os seus momentos de amargura, o seu choro amargo na cruz.

Ninguém ao ler estas cenas pode duvidar da figura por detrás deles. Pensar que uns simples homens conseguiram, numa geração, inventar uma personalidade tão poderosa e apelativa, tão ética e tão inspiradora, seria um milagre mais incrível do que aqueles registados nos Evangelhos. Após dois séculos de Alta Crítica, a vida, carácter e ensinos de Cristo continuam razoavelmente claros e constituem a característica mais fascinante da História do homem ocidental.”

“Mas não é o Alcorão também historicamente preciso?” Alguém poderia perguntar. Possivelmente, mas só isso não é suficiente para mostrar vinculação sobrenatural. É necessário algo mais, o que leva ao segundo ponto: diferentemente do Alcorão, a Bíblia é um registro histórico de eventos sobrenaturais.
Os documentos históricos dos Evangelhos não apenas registram a reivindicação de Jesus de ser Deus. Eles também documentam fielmente os milagres e a ressurreição dos mortos que fundamentam esta alegação. Os atos poderosos de Jesus dão à sua palavra tremenda autoridade (João 20:30-31).
Se essas coisas realmente aconteceram, então Jesus não é um homem comum, e o livro que Ele endossou como de origem divina não é um livro comum. A História em si é aliada dos cristãos.
Em uma dramática reviravolta acadêmica sobre o Novo Testamento nos últimos 50 anos, a maioria dos estudiosos, mesmo os seculares, agora afirmam quatro fatos da História. Primeiro, Jesus de Nazaré morreu numa cruz romana e foi sepultado em um túmulo. Segundo, o túmulo estava vazio na manhã de domingo. Terceiro, várias pessoas (incluindo céticos como Tiago, irmão de Jesus, e Saulo) testemunharam o que eles pensavam ser o Jesus ressuscitado. Quarto, a crença na ressurreição foi a responsável pelo surgimento da igreja primitiva.
Os historiadores apenas não concordam quanto ao que melhor explica esses quatro fatos da história. Mas não há muitas opções. Nenhuma explicação se encaixa melhor na evidência do que aquela dada por aqueles discípulos anteriormente covardes, mas que agora colocam suas vidas em risco por este testemunho: Aquele que foi morto está vivo. Ele ressuscitou.
Sim, a Bíblia registra eventos sobrenaturais na história para apoiar suas reivindicações. E os documentos do Novo Testamento são os melhores documentos históricos do mundo antigo, quando examinados pelo padrão de pesquisa histórica livre das pressuposições naturalistas (anti-sobrenaturais).
Adaptado de:  Solid Ground/Stand to Reason (Greg Koukl)
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