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A Alegria e a Tristeza do Pai

“Meu filho, se o seu coração for sábio, o meu coração se alegrará. 
Eu me sentirei orgulhoso quando ouvir você falar com sabedoria.” 
Provérbios 23:15-2

“O filho sem juízo é tristeza para o seu pai e amargura para a sua mãe.”

Provérbios 17:25

Dias e anos muito felizes para todos os pais!

Vídeo da TV Novo Tempo:

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Feliz é Quem Agradece

Coisa alguma tende mais a promover a saúde do corpo e da alma do que um espírito de gratidão e louvor. É um positivo dever resistir à melancolia, às idéias e sentimentos de descontentamento – dever tão grande como é orar. Se nos destinamos ao Céu, como poderemos ir qual bando de lamentadores, gemendo e queixando-nos por todo o caminho da casa de nosso Pai? 

Os professos cristãos que se estão sempre queixando, e que parecem julgar que a alegria e a felicidade sejam um pecado, não possuem genuína religião. Os que encontram um funesto prazer em tudo que é melancolia no mundo natural; que preferem olhar às folhas mortas em vez de colher as belas flores vivas; que não vêem beleza nas elevações das grandes montanhas e nos vales revestidos de luxuriante verdor; que fecham os sentidos à jubilosa voz que lhes fala na natureza e é doce e harmoniosa ao ouvido atento – estes não estão em Cristo. Estão colhendo para si mesmos tristezas e sombras, quando poderiam ter esplendor, o próprio Sol da Justiça surgindo-lhes no coração e trazendo saúde em Seus raios. 

Freqüentemente vosso espírito se poderá nublar por causa do sofrimento. Não busqueis pensar então. Sabeis que Jesus vos ama. Ele compreende vossa fraqueza. Podeis fazer Sua vontade com o simples repousar em Seus braços. 

É uma lei da natureza que nossas idéias e sentimentos sejam animados e fortalecidos ao lhes darmos expressão. Ao passo que as palavras exprimem pensamentos, é também verdade que estes seguem aquelas. Se exprimíssemos mais a nossa fé, mais nos regozijássemos nas bênçãos que sabemos possuir – a grande misericórdia e o amor de Deus – teríamos mais fé e maior alegria. Língua alguma pode traduzir, nenhuma mente conceber a bênção que resulta de apreciar a bondade e o amor de Deus. Mesmo na Terra podemos fruir alegria como uma fonte inesgotável, porque se nutre das correntes que emanam do trono de Deus. 

Eduquemos, pois, o coração e os lábios a entoar o louvor de Deus por Seu incomparável amor. Eduquemos a alma a ser esperançosa, e a permanecer na luz que irradia da cruz do Calvário. Nunca devemos nos esquecer de que somos filhos do celeste Rei, filhos e filhas do Senhor dos Exércitos. É nosso privilégio manter um calmo repouso em Deus. 

“E a paz de Deus, … domine em vossos corações; e sede agradecidos.” Col. 3:15. Esquecendo nossas próprias dificuldades e aflições, louvemos a Deus pela oportunidade de viver para glória de Seu nome. Que as novas bênçãos de cada dia nos despertem no coração louvor por esses testemunhos de Seu amoroso cuidado. Quando abris os olhos pela manhã, dai graças a Deus por vos haver guardado durante a noite. Agradecei-Lhe pela paz que tendes no coração. De manhã, ao meio-dia e à noite, qual suave perfume, ascenda ao Céu a vossa gratidão. 

Quando alguém vos pergunta como vos sentis, não penseis em qualquer coisa triste para contar a fim de atrair simpatia. Não faleis de vossa falta de fé e de vossas aflições e sofrimentos. O tentador se deleita em ouvir palavras assim. Quando falais em assuntos sombrios, estais a glorificá-lo. Não nos devemos demorar no grande poder de Satanás para nos vencer. Entregamo-nos muitas vezes em suas mãos por falar no poder dele. Falemos ao contrário no grande poder de Deus para ligar aos Seus todos os nossos interesses. Falai do incomparável poder de Cristo, e de Sua glória. Todo o Céu está interessado em nossa salvação. Os anjos de Deus, milhares de milhares, e miríades de miríades, são comissionados a ministrar aos que hão de herdar a salvação. Eles nos guardam do mal, e repelem os poderes das trevas que nos estão procurando destruir. Não temos nós motivo de ser a todo momento agradecidos, mesmo quando existem aparentes dificuldades em nosso caminho? 

Fonte: A Ciência do Bom Viver (Ellen White)
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12 Razões Por Que Não Poderíamos Viver sem o Natal

Uma dúzia de razões por que não poderíamos viver sem o Natal.
Em Cristo Jesus temos:
1. A Verdade 
“Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz.” João 18:37
2. A vitória contra o mal
“Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo.”
1 João 3:8
3. O convite da graça
“Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento.” Marcos 2:17
4. A salvação
“Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.”
Lucas 19:10
5. O resgate
“Porque o Filho do homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos.” Marcos 10:45
6. A adoção
“Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.” Gálatas 4:4-5
7. A vida eterna
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3:16.
8.  A vida espiritual
“Nisto se manifesta o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos.” 1 João 4:9
9. A vida plena
“O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.” João 10:10
10. Restauração e elevação
“E Simeão os abençoou, e disse a Maria, mãe do menino: Eis que este é posto para queda e para levantamento de muitos em Israel, e para ser alvo de contradição.” Lucas 2:34.
11. A liberdade
“O Espírito do Senhor está sobre mim, porquanto me ungiu para anunciar boas novas aos pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos, e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos.”Lucas 4:18
12. Aceitação e misericórdia
“Digo pois que Cristo foi feito ministro da circuncisão, por causa da verdade de Deus, para confirmar as promessas feitas aos pais; e para que os gentios glorifiquem a Deus pela sua misericórdia…” Romanos 15:8-9
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“Antes de Clamarem, Eu Responderei”

Antes de clamarem, Eu responderei; ainda não estarão falando, e Eu os ouvirei. Isaías 65:24 

Providenciarei para suas necessidades antes que eles peçam. Isaías 65:24, New Century Version

Helen Rosenweare, que foi médica missionária no antigo Congo Belga, conta uma experiência que comprova a promessa do texto de hoje. Ela a intitula “A Bolsa e a Boneca”. Veja que interessante relato:

Certa noite eu estava fazendo de tudo para ajudar uma mãe em trabalho de parto. Apesar do esforço, ela não resistiu e nos deixou com um bebê prematuro e uma filha de dois anos em prantos. Era muito complicado manter o bebê vivo sem uma incubadora (não tínhamos eletricidade para ativar uma incubadora). Também não tínhamos recursos adequados de alimentação. Mesmo morando na linha do Equador, as noites eram frias como aragens traiçoeiras.

Uma das aprendizes de parteira foi buscar a caixa que reservávamos para bebês nessa situação e os panos de algodão para envolvê-los. Uma outra foi alimentar o fogo para aquecer uma chaleira de água para a bolsa de água quente. Sem demora, voltou desconsolada, pois a bolsa havia se rompido. Borracha estraga fácil em clima tropical. “Era nossa última bolsa de água quente”, ela me disse.

Assim como no Ocidente se diz que “não adianta chorar sobre o leite derramado”, na África Central se diria que “não adianta chorar sobre bolsas de água quente estragadas”. Elas não crescem em árvores, e não existem farmácias no meio das florestas.

“Muito bem”, disse eu, “coloquem o bebê em segurança tão próximo quanto possível do fogo e durmam entre a porta e o bebê para protegê-lo das lufadas de vento frio. Mantenham o bebê aquecido.”

Na tarde seguinte, fui orar com as órfãs que vez ou outra queriam reunir-se comigo. Fiz uma série de sugestões que pudessem incentivá-las a orar e, também, contei-lhes sobre o bebê. Expliquei a dificuldade em manter o bebê aquecido já que a única bolsa de água havia estourado, e que o bebê poderia morrer se passasse frio. Mencionei a irmãzinha de dois anos que não parava de chorar e sentia a perda e a ausência da mãe.

Durante as orações, uma das meninas africanas de 10 anos orou: “Por favor, Deus, manda-nos a bolsa de água quente. Amanhã talvez será tarde, porque o bebê pode não aguentar. Por isso, manda a bolsa de água quente ainda hoje.”

Enquanto eu ainda procurava recuperar o ar diante de tamanha ousadia, a menina acrescentou: “E, Senhor, já que estás cuidando disso, por favor, manda junto uma boneca para a irmãzinha do bebê, para que ela saiba que também a amas de verdade.”

Como é comum quando lidamos com crianças, achei que eu estava em apuros. Poderia eu, honestamente, dizer “Amém” em resposta à oração da menina? Eu simplesmente não conseguia acreditar que Deus poderia atendê-la. O único jeito de obtermos a bolsa de água quente seria por encomenda à minha terra natal, via correio.

Eu estava na África havia quatro anos. Jamais tinha recebido uma encomenda postal de minha família. E se alguém enviasse um presente, poria ali uma bolsa de água quente? Afinal, eu morava na linha do Equador.

No meio da tarde, durante uma aula da escola de enfermagem, veio um recado dizendo que um carro estacionara no portão de minha casa. Quando cheguei, o carro já havia partido e deixado um pacote de 11 quilos na varanda.

Não consegui abrir a caixa sozinha. Pedi que algumas crianças do orfanato me ajudassem. Trinta a quarenta olhos arregalados acompanhavam atentos cada movimento. Na camada de cima havia roupas de cores vivas e brilhantes. Os olhinhos das crianças brilhavam à medida que as distribuía. Na camada seguinte havia ataduras para os pacientes leprosos, caixinhas de uvas passas, pacotes de farinha que se transformariam em deliciosos bolos no fim de semana.

Quando coloquei as mãos de novo na caixa, pasmem… “Uma bolsa de água quente, novinha em folha!” gritei.

Eu não havia feito nenhum pedido. Rute, aquela menina que havia orado na reunião de oração, saltou do banco da frente e gritou: “Se Deus mandou a bolsa de água quente, mandou também a boneca!” Enfiando as mãos na caixa, começou a procurar a boneca. E lá estava ela, maravilhosamente vestida!

Rute não duvidara nem por um instante. Olhando para mim, perguntou: “Posso ir junto levar a boneca para a irmãzinha do bebê, para que ela saiba o quanto Jesus a ama?”

Esse pacote estivera a caminho por cinco meses. Foi iniciativa de minha ex-professora de escola bíblica, cuja líder atendeu a voz do Senhor de enviar uma bolsa de água quente. E uma das alunas dela decidiu, cinco meses antes, enviar junto uma boneca, em resposta a uma oração de outra menina de 10 anos de idade que acreditou fielmente que Deus atenderia à sua oração, ainda naquela tarde.

Não podemos duvidar de que Deus atende nossas orações, muitas vezes antes mesmo de pedirmos!

Fonte: Momentos de Graça (Meditações Matinais, Pr. José Maria Barbosa Silva)

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Perdeu o Sermão? Os Cinco Sentidos e o “Tato” da Fé (Para crianças)

Todas as igrejas que conheço separam, durante o culto,  um momento especial para as crianças. Na minha, por exemplo, já fui convidado, algumas vezes, para falar a elas durante o que se chama a “Adoração Infantil”. Gosto muito de participar desse momento, principalmente quando a tarefa que me dão é contar uma  história inspiradora (e a Bíblia está repleta delas), usando idéias e recursos didáticos apropriados, alguns dos quais podem ser encontrados, como sugestão, na Internet.

Sermons4Kids é um desses “sites”, em inglês e espanhol, com excelente material. Regularmente recebo dele mensagens especialmente preparadas para crianças (basta fazer o cadastro). Aqui reproduzo, não exatamente como veio, mas adaptado, um dos sermões, que recebi recentemente, inspirado no relato de Marcos 5:24-34 (material necessário: uma sacola com objetos de tamanhos, formas e texturas bem diferentes, à sua escolha).

Olá crianças! Como vocês devem saber, nós temos cinco sentidos. Nós usamos esses cinco sentidos para obter informações sobre o mundo ao nosso redor. Por exemplo, se eu levanto esta bola à frente de vocês e pergunto o que é, vocês identificam a bola usando o sentido que nós chamamos de visão. Se um sino tocasse perto daqui e eu perguntasse o que poderia ser, vocês identificariam o sino pelo sentido que nós conhecemos como audição. Se eu colocasse uma flor bem abaixo do seu nariz e perguntasse a vocês para, de olhos fechados, me dizer o que é, vocês identificariam esta flor pelo seu perfume, com o sentido que nós chamamos de olfato. E se eu oferecesse a vocês um pouco de limonada, vocês certamente saberiam de que fruta esse suco foi feito por causa do seu sabor, e esse é o sentido que conhecemos como paladar.

Há um último sentido que ainda não mencionei. Sabem qual é? Muito bem! É o sentido do tato. Nós vamos fazer agora um teste com alguns de vocês (algumas crianças escolhidas um pouco antes) sobre esse sentido: o tato.

Eu trouxe esta sacola e ela está cheia de várias coisas. Sem olhar para dentro da sacola, nossos amigos aqui vão apenas manusear o objeto dentro dela e tentar descobrir que objeto é este. Eles têm de me dizer primeiro que objeto é.  Depois nós vamos tirar o objeto da sacola para ver se eles acertaram ou ou não, ok? Vamos começar?

(Depois de fazer o teste com duas ou três crianças, com dois ou três objetos diferentes, continue o sermão)

O tato é muito importante, não é mesmo? Nós podemos saber que objeto estamos manuseando através do seu tamanho, da sua forma ou textura. Percebemos tudo isso graças a esse sentido muito especial.

Hoje eu gostaria de contar a vocês a história de uma mulher que, graças ao sentido do tato,  experimentou o poder de Jesus. Isso mesmo. Ela experimentou Seu poder, apenas por ter tocado nEle.

Um dia Jesus estava caminhando cercado por uma grande multidão. Havia tanta gente que Ele quase não conseguia se mover. No meio dessa multidão estava uma mulher que tinha um fluxo, um sangramento que já durava doze anos e não parava. Ela já havia ido a vários médicos, mas ninguém tinha conseguido curar aquela doença. Ela ouviu falar de Jesus e acreditava que Ele poderia curá-la, mas havia tantas pessoas ali em volta que parecia quase impossível chegar perto dEle.

Aquela mulher pensou: “Se eu conseguir pelo menos tocar nas suas vestes, eu serei curada”. Então, ela avançou por entre a multidão e foi, com muita dificuldade, aproximando-se de Jesus. Um pouco mais perto. Mais perto. Mais perto… e ela estendeu o braço, entre as pessoas, até conseguir tocar as vestes do Mestre. No momento em que ela alcançou Jesus, aquele fluxo, o sangramento que a acompanhava por doze anos, desapareceu. Seu sofrimento tinha chegado ao fim.

A Bíblia diz que Jesus também sentiu o toque daquela mulher, porque, naquele instante, percebeu que dEle tinha saído poder. Ele se virou para ela e disse: “Filha, a tua fé te salvou. Vai em paz e fica livre do teu sofrimento.”

(Faça uma aplicação de acordo com a realidade das crianças)

Quantos de vocês hoje gostariam também de estender sua mão e “tocar” Jesus? Se vocês fizerem isso, sentirão o poder de Jesus em suas vidas.

‘Querido Deus, nós também queremos estender a nossa mão a Ti e sentir a tua presença sempre conosco. Ajuda-nos a ter o Teu poder em nossas vidas. Pedimos isso em nome de Jesus. Amém.’