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Biografia de herói que inspirou filme indicado ao Oscar é lançada no Brasil

 

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A editora Casa Publicadora Brasileira lançou, ainda no ano passado (2016), a versão em língua portuguesa da biografia de Desmond Doss escrita por Frances M. Doss, segunda esposa do veterano de guerra que inspirou o filme “Até o último homem”, indicado a 6 Oscars em 2017. Leia o artigo “Herói improvável”, publicano na Revista Adventista (e a Entrevista com o próprio Desmond Doss, de 1987).

CPB lança biografia do herói adventista da II Guerra Mundial.

Pequena resenha/apresentação da editora:

“Senhor, ajuda-me a salvar mais um.”

A artilharia pesada em Okinawa multiplicava as vítimas, mas não intimidou Desmond Doss, soldado e homem de fé. Com a coragem e a força da oração acima, ele se recusou a procurar abrigo e carregou, um por um, seus companheiros caídos até um local seguro. Em aproximadamente cinco horas ele resgatou todos os 75 feridos naquele ataque. Este e outros atos heroicos fizeram com que ele recebesse a mais alta distinção que se pode conferir a um soldado norte-americano: a Medalha de Honra.
Porém, sua história não termina em 1945. Houve muitas outras batalhas e vitórias para o homem conhecido como “o mais improvável dos heróis”. Este livro conta cada uma delas.
Da infância marcada por acidentes à bravura na Segunda Guerra Mundial, da trágica perda de sua esposa Dorothy às batalhas contra a surdez e o câncer, Desmond Doss viveu com devoção insuperável. Devoção a seu país, a suas convicções e, acima de tudo, a seu Deus.

Detalhes do produto

Formato: 14.0 x 21.0 cm
Número de páginas: 176
ISBN: 978-85-345-2353-0
Acabamento: Brochura

Fonte (e “site” para adquirir o livro): CPB

Observação: Assim como Desmond Doss, funcionários da Casa Publicadora Brasileira (editora adventista) guardam o sábado. A compra de produtos no “site” só é possível fora das horas do sétimo dia bíblico, que começa ao pôr do sol de sexta-feira e termina ao pôr do sol de sábado.

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Pesquisador Explica Por Que os Adventistas Vivem Mais

As estatísticas têm mostrado que a religião torna as pessoas mais felizes, e isso não é tudo: a religião pode ajudá-las a viver mais tempo também.

Em uma tentativa de “engenharia reversa da longevidade”, Dan Buettner passou anos pesquisando as partes do mundo onde as pessoas vivem muito mais tempo do que a média. A maioria desses locais estão fora dos Estados Unidos, incluindo a Sardenha, na Itália, e Okinawa, no Japão,  mas há, sim, um grupo de longa vida nos Estados Unidos. São os adventistas do sétimo dia, que vivem em média 10 anos mais do que a expectativa de vida dos americanos, de cerca de 79 anos.

Buettner, cujo trabalho faz parte do Projeto Blue Zones (Zonas Azuis), juntou-se à jornalista do HuffPost Caitlyn Becker na quarta-feira para explicar o que adventistas do sétimo dia fazem de correto. Isso inclui ter uma dieta baseada em vegetais e “uma rede social que reforça o comportamento certo”. Suas crenças religiosas também são uma grande ajuda, disse ele.

“Eles levam essa ideia do sábado muito a sério, e, fazendo assim, reduzem a pressão do estresse”, disse Buettner. “Cerca de 84 por cento dos dólares gastos com cuidados com a saúde são gastos por causa de escolhas alimentares ruins, sedentarismo e estresse não gerenciado, e os adventistas têm essa forma cultural de gestão do estresse através do seu sábado.” (Assista à entrevista aqui)

Fonte: TheHuffingtonPost

Saiba mais sobre os segredos da longevidade adventista assistindo à Série “Blue Zone”, da TV Novo Tempo

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Leiam o Desafio de Roma!

Para ler o desafio, clique na imagem acima.

Difícil achar palavras para enfatizar a importância histórica e a pertinência temática deste texto, no qual a Igreja Católica faz um desafio ( “faz” é o tempo verbal mais apropriado porque, embora o texto tenha sido elaborado em 1893, o desafio continua de pé).

Algumas considerações e razões porque você não pode deixar de ler este livro:

  • O texto tem a ver com a realidade de nós todos. Os resultados da Reforma Protestante são visíveis e continuam incorporados ao nosso cotidiano, quer queiramos quer não (uma enquete realizada em 1999, entre jornalistas de editoria religiosa, apontou a Reforma Protestante como o maior acontecimento do segundo milênio,  ao lado da invenção da imprensa, pelo critério de número de pessoas impactadas).
  • Você compreenderá as razões religiosas mais profundas para a divisão entre o Catolicismo e o Protestantismo.
  • Você entenderá a verdadeira questão por trás da controvérsia sobre a guarda do sábado ou do domingo como o dia de repouso,  como essa questão foi tratada no passado e como continua relevante no presente (um pouco mais de leitura e você descobrirá como isso irá afetar profundamente o seu futuro!).
  • Ler o livro não é um desafio; o livro é curto (34 páginas); eu o li de uma vez só, gastando nisso pouco mais de uma hora, talvez menos; o desafio lançado é que se apresente uma resposta protestante consistente. Esta resposta existe?

Portanto, em poucas palavras, o convite é: tenha este livro, leia este livro, entenda sua mensagem (que apenas superficialmente parece tratar de um assunto particular)  e passe a ver a realidade de uma forma, quem sabe, como você nunca viu. Deus o abençoe e ilumine nesta leitura!

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A Autoridade Meramente Humana do Decreto Dominical

Os que atendem à palavra profética o fazem “…como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso.” II Pedro 1:19 

Este vídeo expõe textos, entrevistas, testemunhos e outros documentos que mostram como o cenário prenunciado pela escritora cristã adventista Ellen White, ainda no Séc. XIX, já é uma realidade em desdobramento. Confira! “Não desprezeis as profecias” I Tess. 5:20 “Certamente, o SENHOR Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o seu segredo aos seus servos, os profetas.” Amós 3:7 

“Digo isso agora, antes que essas coisas aconteçam, para que, quando acontecerem, vocês creiam.” João 14:29

Fonte do vídeo: CrereObedecer  

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A Justiça da Sociedade dos Tempos do Antigo Testamento

 
O ótimo livro O Ateísmo Moderno (Loyola), do doutor em filosofia e teologia Georg Siegmund, na página 86, apresenta um breve retrato da sociedade judaica dos tempos do Antigo Testamento (AT). Note como Deus tomou providências para que Seu povo não reproduzisse a desvalorização da vida e as injustiças comuns dos povos pagãos em redor:“O amor ao filho era tão grande, que a esterilidade era considerada castigo de Deus e não havia necessidade de proibição especial para o aborto. A fim de se evitar que os pobres fossem oprimidos pelos ricos, e para que estes não se apoderassem indevidamente das terras, ordenava-se que no fim de cinquenta anos qualquer terreno vendido fosse devolvido ao seu proprietário anterior (Lv 25:13-16). Procurava-se assim conservar a repartição primitiva e equitativa do país entre as famílias. As pessoas pobres tinham direito às espigas que sobravam da colheita. Aos que emprestavam dinheiro era vedado cobrar juros, ao passo que outros povos orientais praticavam a usura, exigindo juros de até cinquenta por cento. Até a sorte dos escravos se achava mitigada por lei. Esta jamais os considerou como simples mercadoria, e sim como pessoas e imagem de Deus.

“Mas é sobretudo o sábado do Antigo Testamento que representa uma instituição social de primeira categoria: proporcionava ainda ao mais pobre um dia de repouso com intervalos regulares, impedindo assim a exploração sem piedade de suas forças e o prejuízo da sua saúde. Era, além disso, um dia em que o homem era chamado a refletir sobre seu destino ultraterreno. Nenhuma outra religião da época conhecia tais benefícios, que favoreciam igualmente a todos, livres e escravos.”

Leia também: “O retorno a Deus do ateu Heinrich Heine”, extraído do mesmo livro O Ateísmo Moderno.

Fonte: Criacionismo (Michelson Borges)
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O Espírito, Não Menos que a Letra da Lei

Agora uma palavra sobre guardar o espírito da lei. A Bíblia tem muito a dizer acerca da letra e do espírito, e alguns têm a idéia equivocada de que o espírito de uma lei significa menos do que a letra da mesma, ao menos no que tange ao mandamento do sábado. É difícil compreender como tal idéia pôde obter crédito. Talvez seja devido ao fato de que a palavra “espírito” transmite a algumas mentes o pensamento de aparições vagas, etéreas, indefiníveis e sombrias, e que portanto a guarda do espírito de uma lei significa obedecer a alguma coisa que é apenas uma vaga e sombria semelhança dessa lei. Nada poderia estar mais longe da verdade.

Quando falamos em guardar o “espírito da lei”, uma frase comum em nossa linguagem de cada dia, queremos dizer guardar essa lei em seu mais pleno e mais profundo sentido. Tomemos como exemplo a lei do trabalho de oito horas encontrada em muitos Estados. Um empregador pode guardar a letra dessa lei e ainda tratar como escravo seus empregados para obter deles em oito horas tanto trabalho quanto obtinha anteriormente em nove ou dez. Dizemos que ele deixou de guardar o espírito da lei. Queremos dizer que se tal empregador tivesse guardado o espírito da lei, estaria livre da letra da mesma, que indiscutivelmente declara que oito horas é  o máximo que se pode exigir que um empregado trabalhe um dia? É claro que não. Em outras palavras, a guarda do espírito de uma lei requer muito mais do que a mera guarda de sua letra.

A Bíblia oferece algumas ilustrações de como esse princípio se aplica à lei de Deus. No Sermão da Montanha, Cristo explicou que o mandamento “Não matarás” envolvia muito mais do que abster-se de cometer violência afetiva contra alguma pessoa. Aquele que odeia seu irmão é um assassino. Em outras palavras, o espírito da divina lei contra o homicídio requer que não se odeie ninguém. Mas não há ninguém tão irracional a ponto de afirmar que, guardando o espírito da lei, estamos desse modo liberados de obedecer à sua letra. Que pensamento horrível!

É evidente que aqueles que guardam o espírito da lei vão muito além da letra, não pela desconsideração da letra, mas por ver na letra um profundeza de significado muito maior.

 Resposta a Objeções. Francis D. Nichol. p. 177
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O Alcance de um Livro

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Quem relata a história a seguir é Márcio Ciseski*:


Eu trabalhava como gerente de um banco no sul do Brasil quando recebi pelo correio um exemplar do livro O Grande Conflito, enviado por Vânio, meu irmão que vivia na cidade de Itumbiara, Estado de Goiás. Um colportor vendera o livro para um amigo e este o presenteara.

Por ser de uma família tradicional católica, a leitura do livro me causou um grande impacto. Em contato com meu irmão, marcamos um encontro na casa da nossa mãe. Lá iríamos estudar o livro juntamente com a Bíblia.

Começamos a conversa às 19h30, com a Bíblia na mão, e fomos até às 6h da manhã seguinte. Minha mãe perguntou se eu estava louco e respondi que primeiro precisava estudar a Bíblia para avaliar, então daria a resposta. Isso levou minha mãe ao desespero.

Quanto mais estudava a Bíblia e o livro, mais eu me indignava com os erros que havia aprendido durante toda a minha vida. “Eu faço tudo errado!”, pensei, enquanto fechava o livro e tentava conciliar o sono.

No outro dia, mostrando os Dez Mandamentos na Bíblia, eu disse à minha esposa:

―Você sabia que não devemos ter nem adorar estes santos? Você sabia que o dia de guarda é o sábado e não o domingo?

― E agora, o que vamos fazer? – disse ela.

― Não conhecemos ninguém que procede assim. Vamos começar a guardá-lo de meia-noite a meia-noite.

Meses mais tarde, um colportor apresentou para Vânio o livro Patriarcas e Profetas. Vânio comprou dois exemplares e imediatamente enviou um para mim. Por meio desse livro, eu compreendi melhor a doutrina do sábado. Começamos a observá-lo de pôr-do-sol a pôr-do-sol.

A partir de então, toda sexta-feira à tarde, eu saía do banco e, chegando em casa, desligava o telefone. Passava o sábado jejuando, orando, lendo a Bíblia e os livros que havia recebido.

Logo, eu e minha esposa decidimos abandonar o uso de carnes imundas, cigarro e bebidas alcoólicas.

Um dia, recebi a notícia de que Vânio estava vendendo livros religiosos. Minha mãe pediu-me que viajasse para me encontrar com meu irmão e tirá-lo dessa atividade.

Eu e minha família pegamos o carro e viajamos 1.500 km até a cidade onde meu irmão vivia. Chegamos de surpresa e Vânio perguntou:

― O que vocês fazem aqui?

Respondi:

― Eu é que preciso de explicação sobre o que você anda fazendo.

― Estou colportando. – Disse Vânio.

― O que é isso? – perguntei.

Vânio explicou que os livros O Grande Conflito e Patriarcas e Profetas são publicados pela Igreja Adventista do Sétimo Dia. Colportar é a atividade de vender esses e outros livros cuja finalidade é apresentar a mensagem de Deus para o nosso tempo.

Fiquei emocionado e reverente diante do nome da igreja e lhe perguntei:

― Sétimo dia? Guarda o sábado? Mas como nunca vi ninguém dessa igreja?

Naquele fim de semana, minha família e eu estivemos numa igreja adventista pela primeira vez. Choramos muito de alegria, pois não estávamos loucos; existiam pessoas que criam na verdade da Bíblia igual a nós.

Finalmente, nós, os Ciseski, havíamos percebido que fazíamos parte de uma grande família. Antes de viajar de volta para minha cidade, comprei outros livros de Ellen White. Decidimos procurar uma igreja em Rio do Sul, Santa Catarina, onde vivíamos.

Na quarta-feira seguinte, após um dia de trabalho no banco, minha esposa, eu e nossos dois filhos nos dirigimos à igreja adventista. Depois do culto, o pastor perguntou quem éramos e onde morávamos.

Na sexta-feira, na hora do pôr-do-sol, ele nos visitou e constatou que já conhecíamos tudo sobre as doutrinas. Já havíamos lido vários livros do Espírito de Profecia e estávamos prontos para o batismo. No sábado seguinte, eu, minha esposa (Elena) e nossos dois filhos fomos batizados.

Pouco tempo depois, eu atendi a um chamado de Deus. Deixei o banco, tornei-me colportor-evangelista e, mais tarde, estudei no Seminário Adventista de Teologia, graduando-me como pastor.

Formado, preferi continuar atuando como colportor. Durante quatro anos, dediquei-me a apresentações e vendas massivas em grandes bancos e empresas. No entanto, a igreja continuou insistindo para que aceitasse uma função de liderança na obra de publicações.

Hoje, sou diretor de Publicações da União Nordeste-Brasileira. Lidero cerca de 800 colportores, incluindo os regulares e os estudantes.

Atualmente, 20 membros da minha família são adventistas. Cinco deles são pastores.

*Márcio Ciseski é Diretor de Publicações da União Nordeste-Brasileira.
Extraído do livro Homens e Mulheres de Fé (Casa, 2006), organizado pelo Pr. Almir Marroni, Diretor de Publicações da Divisão Sul-Americana.