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“Desça da Cruz… Então, Creremos”

“Desça agora da cruz, e creremos nele.” Mateus 27:42

Muitos seriam seguidores de Cristo caso Ele descesse da cruz e lhes aparecesse da maneira como desejam. Caso Ele viesse com riquezas e prazer, muitos O receberiam de boa vontade, e se apressariam a coroá-Lo Senhor de todos. Se tão-somente Ele pusesse de lado Sua humilhação e sofrimentos e exclamasse: “Se alguém quiser vir após Mim, agrade-se a si mesmo e desfrute o mundo, e será Meu discípulo”, multidões haviam de crer nEle.

Mas o bendito Jesus não virá a nós em outro caráter senão como o manso e humilde Crucificado. Importa que participemos de Sua abnegação e sofrimento aqui se desejarmos receber a coroa no além. […]

A Palavra de Deus não alargou o caminho estreito, e se a multidão encontrou uma estrada em que podem usar uma forma de piedade e não levar a cruz ou sofrer tribulação, acharam um caminho que o Salvador não palmilhou, e seguem outro exemplo que não o que nos foi dado por Cristo. Não basta que Jesus deixasse a felicidade e a glória do Céu, suportasse uma vida de pobreza e profunda aflição, e morresse de morte cruel e ignominiosa a fim de proporcionar-nos as alegrias da santidade e do Céu? E pode dar-se que nós, os indignos objetos de tão grande condescendência e amor, busquemos nesta vida uma porção melhor do que a que foi dada a nosso Redentor?

Quão fácil seria o caminho para o Céu se não houvesse nada de abnegação ou de cruz! Como os mundanos correriam para esse caminho, e os hipócritas, sem conta, o trilhariam! Graças a Deus pela cruz, a abnegação. A ignomínia e a vergonha que nosso Salvador suportou por nós, não é de modo algum demasiado humilhante para aqueles que foram salvos pela aquisição de Seu sangue. O Céu será em verdade bastante fácil.

Ellen White. O Cuidado de Deus (Carta 2, 1861. Carta 9, 1873).
“E qualquer que não tomar a sua cruz, e vier após Mim, não pode ser Meu discípulo.” Luc. 14:27.
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Jesus Achará Fé na Terra?

A pergunta de Jesus em Lucas 18:8, “quando vier o Filho do Homem, porventura achará fé na terra?” me parece cada vez menos retórica. Na Europa, a fé parece quase que definitivamente coisa de museu. Foi nisso que as igrejas lá se tornaram, centros de visitação turística que falam de uma era passada, com arquitetura e crenças curiosas. Agora os EUA caminham na mesma direção, como mostram os estudos de David Kinnaman. “Nossa pesquisa mostra que muitos dos não cristãos, especialmente jovens adultos, têm pouca confiança na fé cristã, e a estima pelo estilo de vida cristão está rapidamente desaparecendo entre eles. Eles admitem que suas barreiras intelectuais e morais são erguidas quando estão perto de cristãos, e rejeitam Jesus porque se sentem rejeitados pelos cristãos” (Unchristian, Baker Books).

Mas vivemos no Brasil, onde a fé vai muito bem, obrigado, não é? Bem, a verdade é que existem dois Brasis e um deles se parece muito mais com a realidade apontada por Kinnaman e sentida por qualquer um quando visita a Europa, a ponto de a Conferência Geral da Igreja Adventista haver inserido bairros de classe média alta de São Paulo entre os grupos não alcançados. Tecnicamente, o Morumbi está na mesma situação que o  Chad islamita, ou quase.

A profecia do Mestre é de que conforme a iniquidade fosse se alastrando (e aí eu penso que, seja por ela aumentar de fato ou simplesmente pelo fato de que todos agora ficam sabendo dela, graças aos meios de comunicação), o amor esfriaria (Mateus 24:12). Ainda assim, um mundo em que a fé é trocada por… – pelo que mesmo? nos assusta, e por isso nos perguntamos: o que pode ser feito para que a religião alcance relevância nesse contexto?

Depois de pensar bastante nisso cheguei à conclusão de que deveríamos ter uma preocupação anterior a essa. Antes de pensar em como fazer o cristianismo relevante para o mundo, precisamos pensar em quão relevante ele de fato é para nós. Para mim e para você.

Na pesquisa de Kinnaman, cristãos são vistos como anti homossexuais, críticos demais sobre as vidas dos outros, hipócritas, maçantes, intolerantes e confusos. Alguma razão para pensar isso eles têm, com certeza, mas agora pensem na Pessoa a quem os cristãos dizem seguir. Jesus seria hoje alguém rotulado como anti homossexual ou como anti qualquer coisa? Quando penso nisso lembro da foto que circula pela Internet de um menino em meio a uma manifestação cheia de cartazes com os dizeres “Deus odeia os gays”, que empunha um cartaz menor escrito “Deus não odeia ninguém”. Estou com ele. Jesus seria hipócrita, se isso era o que mais o tirava do sério? Jesus não foi maçante, multidões adoravam estar na presença dEle, Ele foi tudo menos intolerante e certamente não era nada confuso e nem as pessoas sentiam que Ele estava julgando suas vidas constantemente.

É porque muitos antes de nós seguiram uma imagem de Cristo e não o Cristo real que a religião se tornou irrelevante. Aos que seguem uma imagem de Cristo Ele vai dizer: não os conheço (Mateus 7:23). Não os conheço porque nitidamente vocês não me conhecem. Será que você encontrou relevância para sua vida em algo que não é a religião pura de Cristo, aquela que o cria à imagem e semelhança dEle? Aquela que o faz mais parecido com Aquele a quem você diz seguir? Uma religião que o faz hipócrita, julgador, intolerante e chato não pode ser relevante para ninguém.

Quando vier o Filho do Homem, achará porventura fé na terra? Vou cuidar para que aqui na minha casa, ao menos, Ele encontre.

Fonte: Marco Aurelio Brasil,  À Semelhança de Quem? (Voltando e Descansando)
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“Uma Capital com Esperança” Começa com Gota de “Sangue” Gigante

Hoje, às 16h, será realizada a primeira manifestação dos voluntários do projeto “Capital com Esperança”. Cerca de dois mil doadores de sangue escolheram o Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, para se reunir e formar uma gota de “sangue” gigante. Os voluntários estarão vestidos de vermelho para dar a ideia de que a ação tem que ver com muito mais do que o sangue, e sim com a vida que ele produz. A ideia é chamar a atenção para que cada cidadão e torcedor se torne um doador de sangue. A gota de “sangue” é uma das ações de cidadania que o “Capital com Esperança” vai realizar de 14 a 22 de setembro, na capital federal. Cerca de 20 mil voluntários estarão envolvidos nas mobilizações.
No domingo, dia 15, o projeto “Capital com Esperança” vai mobilizar seus voluntários a favor da limpeza urbana. Na segunda-feira, em vários pontos da cidade, ações por uma vida sem drogas, e terça-feira haverá combate à violência e promoção da paz.
Quarta-feira, 18, será o dia do incentivo à leitura e à valorização da família. Mais de 100 mil livros serão entregues gratuitamente à população e 40 mil rosas serão distribuídas, além de milhares de abraços. Esse ato será realizado na rodoviária do Plano Piloto e arredores. Na quinta-feira e na sexta-feira, estão agendadas arrecadação e entrega de alimentos para famílias carentes. No sábado, um ato pela paz e o momento de oração pela capital do Brasil vão reunir 20 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios. No domingo, dia 22, os voluntários vão se concentrar no Parque da Cidade para promover a saúde.
O projeto “Capital com Esperança” tem apoio de vários órgãos oficiais do Distrito Federal e é uma iniciativa dos jovens adventistas do sétimo dia.
Participe hoje (14/9) à tarde do tuitaço com a tag #capitalesperanca, com o objetivo de divulgar o projeto.
Clique abaixo para conhecer mais detalhes sobre as ações programadas:
(Mais informações com a jornalista Liane Prestes: liane.prestes@gmail.com)
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Com texto do Criacionismo
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Superando o Medo de Evangelizar: 7 Pontos

fear of evangelism

Lá estava eu, ​​sentado nervosamente, os joelhos em movimentos para cima e para baixo, o coração a mil batidas por minuto e as mãos suadas. Minha mente antecipava todas os diferentes cenários que poderiam resultar daquilo que eu estava prestes a fazer.

Eu tinha entrado num restaurante com o plano de comer tranquilamente e depois voltar à minha igreja para atuar como recepcionista. Pelo menos esse era o plano. Até que eu vi o Ed sentado em uma mesa não muito longe de onde eu estava. Ed era o carteiro que entregava a correspondência da nossa igreja (onde eu também trabalho). Ele era bem conhecido em nosso grupo por ser extremamente prestativo e agradável. No entanto, ele não acreditava em Deus e nem parecia se importar muito com o assunto.

Era algumas semanas antes da Semana Santa e nossa igreja sempre distribui folhetos com um convite para um evento que fazemos todos os anos, onde temos a apresentação de um grupo de música cristã e, em seguida, um sermão especial do nosso pastor, que fala sobre o pecado e convida as pessoas a Cristo.

É um grande evento evangelístico e há uma forte ênfase na salvação.

Então, lá pelo meio do lanche, percebi que Ed estava sentado apenas a duas mesas de distância e, de repente, eu me vi com a pesada responsabilidade de entregar a ele um dos folhetos da Semana Santa que eu tinha. Se Ed aceitasse a Cristo por meio daquela ação, então, eu teria o privilégio de ter dado a ele o bilhete para o céu.

O problema: eu estava com medo.

Enquanto eu pensava na melhor forma de abordagem, vinham à mente todos as consequências possíveis.

Ele poderia pensar que eu era uma pessoa estranha…

E se ele rasgasse o folheto na minha frente? Eu me sentiria um idiota.

E se eu dissesse algo ridículo, que o fizesse pensar que todos os cristãos eram mais burros do que uma porta?

Eu não queria ser a pessoa que acabaria afastando o Ed para longe de Cristo.

Meus pensamentos eram todos negativos; não havia um único positivo. Quanto mais eu pensava sobre a situação, mais me sentia ansioso e até um pouco enjoado.

Eu estava com tanto medo que comecei a me sentir o pior cristão do Universo…

Mas, então, tive uma grande idéia (pelo menos eu pensei que fosse).

Cheguei à conclusão de que era melhor não enfrentar o Ed e, em vez disso, achar um outro jeito de lhe entregar o folheto.

Ou seja, já que não iria entregar o folheto pessoalmente, o mínimo que poderia fazer era colocá-lo na porta do carro dele. Dessa forma, ele poderia ver o convite e, quem sabe, talvez o Espírito Santo pudesse usar aquele folheto, ainda que posto ali por um cristão paralisado de medo.

Paguei a conta, peguei o folheto que eu tinha e eu fui até o carro dele. Ed estava sentado perto de uma janela de vidro e, através dela, podia ver o carro.

Fui até o carro e tentei colocar o folheto perto da maçaneta da porta, mas o papel simplesmente não se prendia . Tentei colocá-lo perto da borracha que segurava o para-brisa, mas também não se encaixava lá.

Continuava tentando fixar o folheto em algum lugar visível do carro, quando, de repente, ouvi uma voz gritar: “Ei! O que você está fazendo com o meu carro?! “

Amigos…, era o Ed e, pela voz dele, sei que ele pensou que eu estivesse tentanto entrar no carro!

Eu não sei por que fiz isto, mas o meu primeiro instinto foi correr! Sim, eu corri e saí de lá. Graças a Deus, ele não correu atrás de mim.

Quando percebi que ele não estava correndo atrás de mim, me sentei na calçada, sem ar, balançando a cabeça e pensando no resultado terrível dos meus esforços evangelísticos.

Como eu passei de um evangelista medroso ao principal suspeito de um roubo de carro que não aconteceu?

“Rapaz, eu sou tão idiota”, disse a mim mesmo.

Agora me sentia culpado e teria que confessar meu erro.

Não queria que ele pensasse que eu estava tentando entrar no carro dele, especialmente porque eu tinha certeza de que ele tinha me reconhecido e sabia onde eu trabalhava.

Então, voltei ao restaurante e fui direto à mesa do Ed.

A propósito, quando o Ed gritou do lado de fora, no estacionamento, quando ele pensou que eu estivesse arrombando o carro, todos os clientes, os garçons e as garçonetes, aparentemente, olharam para fora das janelas para ver o que estava acontecendo.

Eles me reconheceram enquanto eu caminhava de volta, em direção ao restaurante, e todos os olhos estavam sobre mim agora.

Fui até o Ed e o vi olhar de soslaio enquanto eu me aproximava da mesa dele.

“Ed, eu sinto muito pelo que aconteceu. Você pensou que eu estava arrombando seu carro, mas tudo o que eu estava tentando fazer era colocar este folheto nele… É um convite para um evento da Semana Santa que nossa igreja está promovendo”, eu disse timidamente enquanto lhe entregava o folheto.

“Oh… Ele disse  Eu pensei que você estivesse tentando entrar no meu carro. Ele já foi invadido duas vezes no último mês.”

“Não, não, eu não estava. Eu sinto muito por tudo isso. Por favor, me perdoe.”

Ele estava jantando com uma mulher loira, que mudou a expressão de raiva para alívio depois que ouviu minha confissão.

“Ok, não há problema.”

Saí do restaurante desejando que eu pudesse simplesmente desaparecer.

Tudo isso aconteceu cerca de quatro anos atrás.

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Alguma vez você já se sentiu assim? Já sentiu medo de compartilhar sua fé? Você já quis contar a alguém sobre Jesus, mas quando pensou em como fazer isso, foi dominado pelo medo de ser rejeitado?

O medo da rejeição é a razão número um apontada por muitos cristãos como justificativa para não compartilhar sua fé.

Temos medo de partilhar a nossa fé porque gostamos de ser aceitos. A maioria de nós gosta quando as pessoas nos dão apoio, a maioria se preocupa com o que os outros pensam a nosso respeito.

Eu ainda sou assim, mas mudei muito. Hoje, compartilho a minha fé regularmente, tanto on-line quanto nas ruas, até com completos estranhos.

Dá para acreditar?

Eu deixei de ser um cristão medroso para ser um discípulo que está seguindo o mandamento do Senhor de ir e fazer outros discípulos.

Não me interpretem mal: eu não me tornei um superevangelista que absolutamente não tem nenhum medo… Não.

Mas eu tenho dado passos de fé para superar o meu medo de evangelizar e eles têm sido a maior bênção do Senhor!

Então, aqui estão sete verdades que podem ajudar você a superar o medo de rejeição:

1. No céu, ninguém pensará que compartilhou Jesus em excesso.

Quando você estiver no céu, nunca irá dizer: “Oh, eu falei a tantas pessoas sobre Jesus; eu deveria ter gastado meu tempo fazendo outras coisas.” Na verdade, o oposto é verdadeiro. Muitos poderão ter o pensamento de que compartilharam Jesus muito pouco.

2. Somos parceiros com Cristo.

Marcos 16:20 diz: “Então, os discípulos saíram e pregaram por toda parte; e o Senhor cooperava com eles, confirmando-lhes a palavra com os sinais que a acompanhavam.” Amém.

O próprio Senhor é um parceiro seu e de todos os Seus discípulos. Você poderia ter alguém melhor com quem fazer parceria quando se trata de compartilhar sua fé?

3. Deus não vai falar com você em uma voz mansa e suave cada vez que Ele queira que você compartilhe a sua fé, porque Ele já ordenou isso nas Escrituras.

Deus tem certas expectativas em relação a você como Seu discípulo. Por exemplo, Deus não vai falar com você em uma voz mansa e suave cada vez que Ele queira que você ame seu vizinho. Ele já ordenou, nas Escrituras,  que você faça isso. Da mesma forma, se você se mantém inativo esperando “ouvir” a voz mansa e suave do Espírito Santo para só então compartilhar sua fé, está perdendo o ponto… Já é nosso dever compartilhar nossa fé cada vez que tivermos a oportunidade.

4. Toda alma é de valor infinito para Deus.

Uma vez que entendamos isso, isso vai nos manter ansiosos por compartilhar o evangelho com toda alma perdida que encontrarmos.

Quão valiosa é uma pessoa para Deus? Ele se dispôs a dar a vida de Seu filho por ela.

5. Quanto mais você agir pela fé e confiar em Deus,  mais coisas incríveis você O verá fazer.

Se você quer ter as mesmas experiências registradas no livro de Atos dos Apóstolos, então você precisa agir como os apóstolos agiam.

Eles compartilhavam, com ousadia, sua fé com todos os que encontravam. Devemos fazer o mesmo, se quisermos seguir os seus passos.

6. Não importa se as pessoas não gostam de nós por essa razão; importa que estejamos vivendo uma vida que agrada ao Senhor.

Às vezes ficamos muito preocupados com a ideia de que se nos levantarmos por Jesus, as pessoas não vão gostar de nós. Jesus era perfeito, amava a todos perfeitamente, e ainda assim foi pregado numa cruz! (Fonte: livro de Mark Cahill)

Lembre-se de que temer aos homens resulta em laço (ou armadilha), mas quem confia no Senhor estará seguro (Pv 29:25).

7. Se você deixar que o medo vença a sua fé, poderá ter motivos reais para se arrepender.

Você já conhece a sensação de desejar ter feito aquilo que não foi feito quando se teve a oportunidade. Evangelizar e compartilhar sua fé é uma daquelas coisas que, se alguém deixar de fazer, certamente se arrependerá mais tarde.  Por exemplo, ao não ver sua família querida e seus amigos no céu.

Faça algo a respeito do assunto.

Há um caminho que Deus quer que você tome. Compartilhar o evangelho com outros é uma jornada de fé. E você não está sozinho; Deus está com você.

Fonte: Peter Guirguis (Notashamedofthegospel, onde se pode achar outros tópicos sobre evangelismo pessoal)
Vídeo relacionado: “I am not ashamed” (Heritage Singers)
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Livro “A Descoberta” Acaba de Sair do “Forno”

 
 

Fazia tempo que eu queria escrever um romance que tratasse de questões relacionadas com teísmo/ateísmo e criacionismo/evolucionismo, de maneira interessante e envolvente, com personagens bem construídos. Para essa empreitada, convidei o amigo escritor Denis Cruz (autor de Além da Magia e O Livro Amargo) e criamos uma história cheia de dilemas morais, emoção e discussões filosóficas e científicas (a linda capa é obra do designer Eduardo Olszewski).

O personagem principal é Carlos Biagioni, um físico nuclear brasileiro ateu bem-sucedido, mas com a família à beira da ruína e o casamento fracassado. Em meio a um turbilhão de emoções, intensa pesquisa e memórias dolorosas, ele dá início a uma jornada que vai mudar completamente sua visão de mundo, oferecendo-lhe a chance de curar feridas do passado e a possibilidade de olhar com esperança para o futuro. Viva você também essa experiência!

 
A Descoberta é uma ótima opção para quem deseja presentear pessoas que mantêm um ceticismo (e mesmo um ateísmo) do tipo mente aberta. Os que creem também vão se surpreender com a quantidade de argumentos apologéticos apresentada na trama pelos autores.
 
Em breve, o livro estará à venda pelos canais da Casa Publicadora Brasileira (CPB). Aguarde!
 
Fonte: Michelson Borges (Criacionismo)